sexta-feira, 30 de julho de 2010

Dez creches terão aquecedores solares

A Prefeitura de Piracicaba vai instalar aquecedores solares em dez escolas municipais de educação infantil. O objetivo é reduzir o consumo de energia elétrica e desenvolver, na prática, o conceito de sustentabilidade com os estudantes.
Na creche do Jardim Monte Rey 3, a primeira contemplada com o sistema, o equipamento já está funcionando. O investimento na unidade chegou a R$ 120 mil.
Creches em construção ou em fase final de obras nos bairros Bosques do Lenheiro, Santo Antônio e Parque dos Eucaliptos também já contarão com as placas solares.
"Daqui em diante, todas as escolas infantis novas virão com aquecedores. E vamos construir mais seis na cidade", afirmou o secretário municipal da Educação, Gabriel Ferrato.
O Executivo não tem uma previsão de despesas com a implantação total do sistema nas escolas. Tomando como base o investimento na escola do Monte Rey, no entanto, calcula-se que os gastos vão ultrapassar a marca de R$ 1 milhão.
"Os valores certamente serão recuperados a médio prazo, já que a economia com energia é significativa", disse o titular da Pasta. (Leandro Cardoso)

Fonte: jpjornal

Secretarias do Meio Ambiente se reúnem para debater projetos sustentáveis para a Copa de 2014

As questões de licenciamento ambiental e os projetos de sustentabilidade das 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 estão sendo discutidos nesta quinta-feira (29/7) na 2ª Reunião da Câmara de Meio Ambiente do Ministério do Esporte, em Brasília. Os debates envolvem obras nos estádios, mobilidade urbana, aeroportos e outros que fazem parte da Matriz de Responsabilidades firmada entre governo federal, estados e municípios.

Os representantes das prefeituras e de governos estaduais presentes à reunião apresentam relatórios sobre o andamento da instalação das câmaras de Meio Ambientes nos níveis municipal e estadual, e também os trabalhos que vêm sendo realizados nessa área para viabilizar os projetos ligados à Copa do Mundo que precisam levar em consideração as questões ambientais para receberem licenciamento das secretarias estaduais e municipais.

Entre as cidades que apresentaram seus relatórios pela manhã, Belo Horizonte foi um dos destaques. A cidade mostrou a estrutura já montada para acompanhar e certificar os projetos que serão realizados para o Mundial de 2014. Tudo está vinculado ao Planejamento Estratégico Integrado para a Copa, com grupos temáticos organizados em áreas como marketing e turismo, que possui uma lista de projetos, entre eles, o da Lagoa da Pampulha, que envolve desassoreamento, tratamento e saneamento.

A representante do Rio de Janeiro, Márcia Real, explicou que o estado ainda não criou uma Câmara de Meio Ambiente, mas já desenvolve muitas ações de sustentabilidade direcionadas para as Olimpíadas de 2016, que serão realizadas na cidade e já poderão ser aproveitadas durante a Copa de 2014. Sobre o Estádio do Maracanã, ela disse que o licenciamento ambiental para as obras já está concedido.

O coordenador da Câmara de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Copa de 2014 do Ministério do Esporte, Cláudio Langone, falou sobre os projetos que o governo federal deseja desenvolver para a Copa de 2014. Um deles é o da Copa Orgânica, que “visa a ampliar o mercado de produtos orgânicos ou sustentáveis, tendo como objetivo a Copa e com vistas a aumentar a oferta e diminuir os preços desse tipo de produto agrícola”. Para isso, é preciso identificar e certificar os produtores que possam participar da cadeia de distribuição orgânica.
Fonte: superesporte

Bicicletada 31/07 e Bicicletadas


E no domingo, parece que vai rolar mais um tradicional  cicloturismo até Morretes.  Saída às 7 horas do Golden Star Hotel.
No ano passado foi assim.

CicleCine 2010 21/09

"JÁ TEMOS A DATA PRÉ AGENDADA, PORÊM TEMOS A CHANCE DE APRESENTAR UMA
GAMA DE PRODUÇÕES INDEPENDENTES.

A DATA LIMITE É 6 DE AGOSTO PARA ENVAR INFORMAÇÕES SOBRE A OBRA. O
ENVIO DO MATERIAL FÍLMICO FICA PARA SETEMBRO."
BicicletadaCuritiba

Projeto de Lei - Lei da bicicleta

Quem Somos?
Nós somos a sociedade civil organizada (uma associação sem fins lucrativos) e sem Partidos Políticos envolvidos).

Objetivo?
Encaminhar proposta de lei municipal por iniciativa popular.
"Artigo 1° de Constituição Federal/88:- Todo poder emana do povo que o exerce por meio de representantes eleitos, ou diretamente."

Ação inicial?
A Lei da Mobilidade Sustentada Urbana (Lei da Bicicleta).

Do que se trata?
A Lei da Bicicleta institui a bicicleta como modal de transporte regular e estabelece:
• 5% das vias urbanas destinadas a construção de ciclo-faixas e ciclovias - no modelo funcional, interconectando o centro da Cidade (em Curitiba as ciclovias ligam os parques em modelo turístico).
• Bicicletários em pontos estratégicos da cidade:
- Terminais de transporte coletivo.
- Prédios públicos (municipal, estadual e federal).
- Estabelecimentos de ensino.
- Estabelecimentos comerciais.
- Praças Públicas de grande circulação do centro da cidade.
• Cultura / Educação - sensibilização para cultura do uso da bicicleta como meio de transporte.
• Turismo consciente - Roteiro turístico para conhecer Curitiba de bicicleta e a implementação do SAMBA (Solução Alternativa para a Mobilidade por Bicicletas de Aluguel), a exemplo das cidades do Rio de Janeiro, Blumenau e João Pessoa.

Como funciona?
Para a iniciativa popular propor uma Lei Municipal é preciso de 5% de votos do eleitorado - em Curitiba isto representa cerca de 65 mil assinaturas.

E isto é possível?
Sim. Esse procedimento é previsto na própria Lei Orgânica do Município de Curitiba*, no seu artigo 7º e 55, e na Constituição Federal (art. 1º. e art. 61).
*Art. 7º - Todo Poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos, ou diretamente.
Parágrafo único - A soberania popular será exercida:
I - Indiretamente, pelo Prefeito e pelos Vereadores eleitos para a Câmara Municipal, por sufrágio universal e pelo voto direto e secreto.
II - Diretamente, nos termos da lei, em especial, mediante:
a) iniciativa popular;
b) referendo;
c) plebiscito.
Art. 55 - A iniciativa popular de projetos de lei de interesse específico do Município, da cidade ou de bairros poderá ser exercida por cinco por cento, pelo menos, do eleitorado.


Como votar?
Preenchendo seu cadastro com o nome completo, email, endereço, CPF e título de eleitor, em um sistema no site votolivre.org.

E isso vale?
Sim, você está manifestando a sua adesão ao projeto de lei e o seu voto é computado por título de eleitor mediante verificação do CPF válido (a listagem com os dados dos eleitores (título eleitoral e endereço) que assinarem a proposta, será entregue na Comissão de Participação Legislativa da Câmara Municipal de Curitiba (com cópia para o Tribunal Regional Eleitoral - TRE/PR), que, em caso de dúvida, poderá fazer a respectiva conferência da adesão do eleitor).

É a democracia sendo exercida de forma livre e direta.



votolivre.org

Carrinho de bebê que vira bicicleta

"Uma novidade em carrinhos de bebê foi desenvolvida nos EUA, trata - se do carrinho de bebê que vira bicicleta.O novo modelo de carrinho de bebê, não exige que se perca tempo montando e desmontando peças, sendo possível transformar o carrinho em bicileta em poucos minutos!

Entre as vantagens de se pedalar com o filho em segurança durante algumas quadras, está a opção de não precisar acorrentar a bicicleta fora do supermercado, shopping ou loja.

Alguns acessórios vêm acompanhando o carrinho de bebê que vira bicicleta: um guarda sol, uma capa de chuva para carrinho de bebê , um adaptador de assento infantil para carro e, mais um assento de carrinho, que serve para carregar dois bebês ao mesmo tempo.

Caso so bebês cresçam e não possam mais andar no carrinho de bebê que vira bicicleta, é possível acoplar uma cesta grande de compras no lugar do assento infantil.

O custo de um carrinho desses é de  US$1500,00 e você encontra no site tagabikes.com."

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Piramide alimentar vegana

Nas palavras do nutricionista Dr Eduardo Buriola, no link www.vista-se.com.br/nutricao: “Uma das perguntas que recebo com mais freqüência é de pessoas querendo saber o que substitui a carne e o leite, sem dúvida que elas têm boa intenção com o questionamento, afinal somos “bombardeados” com informações de que esses dois alimentos de origem animal são fundamentais para a nossa boa nutrição. Costumo iniciar a minha resposta com a seguinte frase: “Nenhum alimento contém todos os nutrientes, assim como nenhum nutriente esta em apenas um alimento”. O que eu quero dizer com isso é que o mais importante em uma dieta é a variedade, equilíbrio e a sua composição ao longo do dia e não o consumo de um ou outro alimento isoladamente.”
Esta pirâmide foi divulgada há alguns meses na Revista dos Vegetarianos com a consultoria da Nutriveg, do Dr George Guimarães.
Fonte: Vista-se

Região espanhola da Catalunha proíbe touradas

O Parlamento da região autônoma da Catalunha decidiu, nesta quarta-feira, proibir as touradas, transformando a província na primeira região da Espanha continental a banir a prática. A votação foi resultado de uma petição levada ao Parlamento com a assinatura de 180 mil pessoas que diziam que a prática é bárbara e antiquada. Aqueles que são favoráveis às touradas insistem que as corridas, como são chamadas na Espanha, são uma tradição importante que deve ser preservada.
Grupos pró-touradas temem que a proibição possa inspirar uma onda de campanhas semelhantes no resto da Espanha. Eles dizem que as touradas são uma forma de arte e que a medida ameaça o meio de vida de milhares de pessoas. A proibição começa a ter efeito em janeiro de 2012.
Consciência
A medida foi aprovada por 68 votos contra 55, com nove abstenções. A votação foi apertada porque os dois principais partidos presentes no Parlamento suspenderam a fidelidade partidária, tomando a rara decisão de permitir que seus membros votassem de acordo com suas consciências. Mas, enquanto o debate oficial é sobre os direitos dos animais, muitos acreditam que o processo seja uma tentativa da Catalunha – onde há um movimento nacionalista pró-independência – marcar sua diferença do resto da Espanha, rejeitando uma das mais conhecidas tradições do país.
A principal arena de touradas de Barcelona é uma das mais antigas da Espanha, mas o apoio à prática vem caindo entre os moradores da cidade.
De Vista-se

Loving Hut: Rede internacional de 125 restaurantes veganos chega ao Brasil

Agora em Goiânia-Go uma novidade promete mudar o conceito de alimentação saudável de muita gente que não acredita que seja possível comer bem desfrutando de cardápios totalmente livres de carnes de nenhuma espécie animal e sem conter ovos ou leite em suas receitas. É a chamada Alimentação VEGANA. Alimentação vegetariana estrita, exclui da sua dieta carnes, gelatina, laticínios, ovos, mel e quaisquer alimentos de origem animal. Faz-se uso basicamente de cereais, frutas, legumes, vegetais, hortaliças, algas, cogumelos e qualquer produto, industrializado ou não, desde que não contenha nenhum ingrediente de origem animal. Uma maneira saborosa , colorida  e rica em propriedades nutritivas.
Estamos falando do Loving Hut – Uma Rede Internacional de Restaurantes Veganos com unidades inauguradas recentemente  em todo o mundo, como na Austrália, Estados Unidos, Hong Kong, Tailândia, Mongólia, Panamá, Japão, Reino Unido, França, Canadá, Indonésia, Coréia, entre outros ( www.lovinghut.com – fotos das unidades ). O Loving Hut foi criado com uma visão de que todos os seres podem viver em paz, amor e harmonia uns com os outros e com o planeta. É um convite à cozinha gourmet feita com saudáveis ingredientes veganos, oferecendo um ponto de partida acessível para aqueles que estão fazendo a nobre transição para uma dieta à base de vegetais e compassiva aos animais, contribuindo assim para uma saúde muito mais equilibrada e para o controle e diminuição da degradação do ecossistema global.
O Restaurante LOVING HUT está em seu período de pré-inauguração em Goiânia. Contará com o apoio de médicos naturalistas, como a homeopata e pediatra Drª  Amélia Fortunato Chaves e o pediatra Dr. Erwin Serrano Madrid, que há anos defendem e recomendam a dieta vegetariana como forte aliada à prevenção de doenças . Wanessa Jorge colabora como engenheira de alimentos e Yi Ping Lai Yi como instrutor para a elaboração dos pratos e cardápio, que hoje conta com versões tradicionais e especiais de yakisoba, xadrez vegetariano, agridoce, curry e yakimexi.

Site brasileiro: www.lovinghut.com.br
Fonte: Vista-se

...Carneirinho.

"Estou “acostumado” a ver vídeos de matadouros de gado e frango, mas um vídeo que me chocou mais que o normal foi este de carneiros (para os mais sensíveis, assistam até 1 min para terem uma idéia do que se trata)..."

De Vista-se

terça-feira, 27 de julho de 2010

Ônibus da Linha Verde aumentam quilometragem com Biocombustível

A Urbs - Urbanização de Curitiba S/A ampliou o uso do biocombustível na Linha Verde. Os seis ônibus articulados da Linha Verde que usam 100% de combustível a base de soja (B-100) estão rodando cerca de 60 mil quilômetros por mês. O aumento de 233% na quilometragem rodada pelos ônibus faz parte da nova fase dos testes com biocombustível, coordenados pela Urbs.

Em quase um ano de testes - os ônibus com 100% de biocombustível começaram a rodar em agosto passado na Linha Verde-, cada um dos seis ônibus rodavam cerca de 2.500 quilômetros por mês. Em julho de 2010, a quilometragem passou para 10 mil quilômetros. Dos 12 ônibus que percorrem a linha verde, seis são movidos biocobustível à base de soja.

O aumento da quilometragem foi autorizado pela Agência Nacional do Petróleo, e é necessário para validar testes de combustíveis alternativos. A Agência também autorizou a URBs a aumentar a quantidade de biocombustível para os testes. Agora, cada empresa parceira do programa - Redentor e Sorriso - tem direito a 50 mil litros de biocombustível por mês para usar nos ônibus. Antes, a autorização da Agência era de 10 mil litros por empresa.

"Estamos seguindo todos os critérios técnicos e legais que validam o uso do biocombustível", explica o diretor de Transportes da Urbs, Fernando Ghinone. Curitiba é pioneira no Brasil no uso de 100% de biocombustível em ônibus de transporte público.

A nova quilometragem representa 50% dos descolamentos dos ônibus articulados da Linha Verde. Ou seja, metade das viagens do transporte público por meio do novo eixo da cidade é feita com biocombustível, poluindo menos o ar.

Balanço feito nesse primeiro ano de testes demonstra que o uso do biocombustível é responsável pela redução de até 25% de opacidade (fumaça), e também de até 30% de monóxido de carbono, um dos gases que contribui para o aquecimento global. Mensalmente, o Instituto Tecnológico do Estado do Paraná - Tecpar -, um dos parceiros da Urbs, faz medições nos escapamentos dos ônibus para as avaliações.

O programa de biocombustível é desenvolvido conjuntamente pela Urbs; Secretaria Municipal do Meio Ambiente; Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar); Volvo do Brasil e Scania Latin América; Viação Cidade Sorriso e Auto Viação Redentor; Programa Brasileiro de Desenvolvimento Tecnológico de Combustíveis Alternativos (Probiodiesel); Bs Bios - Indústria e Comércio de Biodiesel Sul Brasil S/A e RDP.

Fonte: bemparana

Governo estadual(RIO) incentiva uso da bicicleta

O uso da bicicleta se limita hoje quase que apenas aos passeios de feriados e fins de semana. Recuperar e ampliar este prestígio do simpático, saudável e ecológico veículo junto à população, em especial crianças e jovens, através das escolas, é a proposta básica do workshop Tour do Rio - Ciclismo, Educação, Planejamento e Sustentabilidade, realizado nesta segunda-feira, em um hotel de Copacabana.
No encontro, as qualidades da bicicleta foram exaltadas por gente que conhece mais do que ninguém o potencial deste invento que remonta há mais de um século e tem origem imprecisa. Mas, o primeiro modelo a ser chamado de bicicleta surgiu na Europa em meados do século XIX. Era toda de metal, com duas rodas, uma enorme na frente e uma menor atrás, mas os pedais ficavam na primeira. De lá pra cá, o veículo evoluiu e se espalhou pelo mundo. Estima-se que haja um pouco mais de um bilhão de unidades no planeta. Hoje em dia, é o principal veículo de locomoção de algumas cidades européias e asiáticas.

O governo do estado, através da Secretaria de Transportes, decidiu incentivar o uso do veículo.- Estamos tentando trazer novamente para a cultura do brasileiro, e do carioca em especial, o uso da bicicleta como meio de transporte. Queremos que o máximo possível de pessoas se desloque de bicicleta para ir ao trabalho, à escola, às compras. Ao fazer isso, a pessoa economiza no bolso, contribui para diminuir o número de automóveis nas ruas e ainda faz um bem à sua saúde. Por isso, estamos apoiando o workshop e o próprio Tour do Rio, um evento esportivo, mas que trará para a população a necessidade de usar este meio de transporte - argumentou o secretário.

A Secretaria de Transportes já desenvolve há três anos o programa Rio Estado da Bicicleta, com o qual incentiva e ajuda os municípios a desenvolverem projetos de ciclovias e bicicletários que facilitem a vida de quem deseja se deslocar nesse veículo. Segundo o coordenador do programa, Mauro Tavares, o Rio Estado da Bicicleta se subdivide em três subprogramas: educacional, promocional e operacional.- No primeiro, promovemos a educação no trânsito através da utilização de professores das escolas públicas como canais de conscientização dos alunos para o benefício do uso da bicicleta como meio de transporte alternativo e sustentável. No promocional, organizamos eventos ciclísticos como forma de trazer para a população o hábito de pedalar. E com o operacional desenvolvemos efetivamente os projetos de planejamento ciclovário junto às prefeituras, através de convênios - detalhou Tavares, adiantando que a Secretaria já assinou dez desses convênios.

Ao lado disso, a Secretaria desenvolve ações paralelas, como o convênio de cooperação técnica firmado com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), com o qual está sendo feito o Plano Diretor de Transportes Não motorizados do Estado do Rio.- Este plano vai nortear todas as nossas ações de planejamento cicloviário. Com ele, teremos um instrumento que nos permitirá mais concretamente efetivar os projetos - argumentou o coordenador.
E novas iniciativas estão a caminho para incentivar esse meio de transporte no Estado do Rio. Também presente à abertura do encontro, o secretário nacional de Mobilidade, Luís Carlos Bueno, contou que o Ministério das Cidades irá repassar recursos à Secretaria de Transportes, através de um convênio a ser assinado em outubro, com o objetivo de tornar o Estado do Rio um modelo que possa vir a ser replicado no resto do país.

- Esses recursos serão utilizados na implementação de estudos viários e de ciclovias, aproveitando a nossa expertise nesse assunto que é o Rio Estado da Bicicleta - completou o secretário de Transportes.Segundo a presidente da empresa organizadora do encontro e da competição ciclística, Maria Luisa Jucá, o workshop antecede as provas do Tour do Rio, maior competição de ciclismo de alta performance da América Latina, que percorrerá, entre os dias 28 de julho e 1 de agosto, mais de 10 municípios fluminenses.

- Este projeto procura, sob o aspecto educacional, consicientizar as pessoas sobre como andar no trânsito, qual a forma de inserir a bicicleta no contexto como meio de transporte e de esporte. A gente acredita que através do ciclismo podemos fazer uma reviolução no estado inteiro, diminuindo a poluição e fazendo com que as criança aprendem um pouco a olhar o futuro de uma outra forma - explicou Jucá.

A secretária de Turismo, Esporte e Lazer, Márcia Lins, também prestigiou a abertura do encontro, além de representantes da Secretaria de Educação e das prefeituras de Angra dos Reis, Três Rios, Cabo Frio, Volta Redonda e Friburgo. O Tour do Rio, que percorrerá 783 quilômetros, reunirá estrelas mundiais dos pedais. Serão cerca de 150 atletas, com equipes convidadas segundo os critérios da União Ciclista Internacional (UCI).
Fonte: diariodovale

Índios trocam reféns por gerentes da usina invadida

Os cerca de 250 índios que mantinham reféns 280 funcionários do canteiro de obras da Usina Hidrelétrica Dardanelos, em Aripuanã (MT), no noroeste mato-grossense, a 1.050 km de Cuiabá, aceitaram, na noite de domingo (25), trocar todos os reféns por seis engenheiros e gerentes de setor, que se ofereceram para ficar no lugar dos trabalhadores braçais.

"O clima está tranquilo no local. Inclusive já retiramos as nossas viaturas e voltaremos para a usina na manhã de hoje. Os reféns estão no pátio, onde ficam o alojamento, o refeitório, a farmácia etc", afirmou o capital Sebastião Taques do Espírito Santo, comandante da Companhia Independente da Polícia Militar de Aripuanã.

Ainda segundo o oficial da PM, está prevista para a manhã desta segunda-feira (26) uma reunião entre os indígenas e uma comissão, formada por representantes da Fundação Nacional do Índio (Funai) e agentes da Polícia Federal. O policial afirma que os R$ 10 milhões noticiados pela imprensa como sendo a reivindicação dos indígenas não partiu de nenhum dos que invadiram a hidrelétrica.

Segundo o coordenador da Funai em Juína (MT), Antônio Carlos Ferreira Aquino, os índios reivindicam ações de reparação porque a hidrelétrica está sendo construída em cima de um cemitério sagrado para eles. “Eles não querem dinheiro em mãos”, explica Aquino. “O que eles querem é um programa de sustentabilidade da área que venha a ressarcir a perda que eles tiveram com esse sítio arqueológico”, completa o coordenador da Funai.
 Fonte: Abril Notícias

Onda sustentável invade a bolsa

Investidores querem ações de empresas comprometidas com questões sociais e ambientais. Para o Ethos, as corporações estão atentando para as questões que vão influenciar os negócios nos próximos anos.
 
Quais são os fatores que fazem um investidor comprar ações de uma determinada companhia no mercado de capitais? A perspectiva de crescimento, o potencial de um setor, a solidez de uma marca? Pois saiba que, além desses quesitos, cada vez mais os interessados em apostar no sobe e desce das bolsas têm considerado um indicador antes de mirar um alvo específico para aplicar seus recursos. É o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), que mede o grau de envolvimento das organizações com questões como responsabilidade social e comprometimento ambiental. O indicador, inclusive, tem maior valorização do que outros mais famosos. Enquanto no último ano a tradicional carteira de ações baseada no Ibovespa subiu 21,12%, o ISE registrou um crescimento de 28,38%.

A ideia, que surgiu em 2005 na Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&FBovespa), segue de perto uma tendência mundial, em que a rentabilidade de uma empresa está estreitamente relacionada com o comprometimento que ela tem com o social, o ambiental e aspectos relacionados à governança corporativa.

O interesse das empresas de ter seus papéis negociados com base no ISE pode ser medido pelo aumento da carteira composta por companhias tidas como sustentáveis. Quando o índice entrou em vigor, eram negociadas 33 ações de 28 empresas. Cinco anos depois, essa carteira já conta com 43 papéis das 34 companhias emissoras das 200 ações mais negociadas na Bolsa. Essas firmas, que atuam nos mais variados ramos da economia, como telecomunicações, energia, construção, bancos, aviação e siderurgia, têm um valor de mercado que chega a R$ 730 bilhões. “Quando o ISE foi lançado, havia apenas dois fundos que tinham como foco a sustentabilidade. Hoje, já existem 10”, conta a coordenadora de Índices de Preços da BM&FBovespa, Cristiane Quinta.

Dados da BM&FBovespa mostram que aqueles que apostaram em empresas com ações atreladas ao índice não têm do que reclamar. Desde quando foi criado, o indicador sofreu uma variação positiva de 85% na bolsa.

Boa imagem
“A procura por investimentos socialmente responsáveis não é recente e vem crescendo ao longo do tempo. As empresas sustentáveis geram valor para o acionista no longo prazo, pois estão baseadas num tripé que envolve o meio ambiente, a sociedade e a solidez econômica”, conta o diretor de renda variável do Bradesco Asset Management, Herculano Aníbal Alves, acrescentando que as companhias que levam o “selo” ISE são muito bem vistas na Bolsa. “Acho que todas as companhias que têm papéis na BM&FBovespa querem fazer parte do índice. Isso agrega valor à marca e à sua imagem perante o consumidor. Se o investidor tiver que optar por duas empresas, é claro que ele vai naquela que tem uma melhor reputação dentro desses quesitos”, disse.

No entanto, não é qualquer empresa que pode fazer parte desse seleto rol das ações que têm o índice como referência. As companhias que desejam se inserir na carteira ISE — que é renovado no fim de todos os anos — devem passar por um longo e rigoroso processo de avaliação. Cabe a um Conselho Deliberativo, formado por instituições ligadas ao setor financeiro e socioambiental, examinar com lupa o histórico e a atuação das corporações levando em consideração diferentes critérios como políticas, indicadores de comprometimento, gestão de programas e metas sustentáveis, impacto que causam ao meio ambiente, entre outros.

Preocupação mundial
De acordo com a diretora de sustentabilidade da BM&FBovespa, Sonia Favaretto, o indicador reflete o momento vivido pelo mundo, de preocupação em torno de assuntos relacionados ao meio ambiente e boa governança. “Quando temos eventos traumáticos na natureza, como o vazamento de petróleo no Golfo do México ou o furacão Katrina — que impactou, e muito, os negócios das seguradoras —, somos deparados com uma realidade que nos faz refletir sobre os possíveis riscos de se investir num negócio que não é comprometido com o lado social e ambiental. Por isso, com a mudança de postura que o mercado vem adotando, os investidores estão passando a se importar cada vez mais com questões relacionadas à sustentabilidade. A tendência é que se invista cada vez mais nas empresas ISE, fazendo com que elas rendam mais”, declara.

Para o gerente de comunicação do Instituto Ethos, João Gilberto Azevedo, aos poucos, o ambiente empresarial atual está se atentando para as questões que vão influenciar, inclusive, os próprios negócios nos próximos anos, como os relacionados à distribuição da riqueza e ao uso predatório dos recursos naturais. “Aquelas companhias que têm uma estrutura mais robusta estão colocando esses temas rapidamente em sua agenda estratégica.
Fonte: correiobraziliense

Resultados da bloguiçe

 Hoje me deparei com o contador de visitas do blog atingindo 1000 visitas e 1500 posts visitados.
É, a bolguiçe deu resultados em numéros, espero que também no dia a dia dos Leitores!

Obrigado pessoal!

segunda-feira, 26 de julho de 2010

A Bíblia preconiza o vegetarianismo

Sejamos judeus, cristãos ou muçulmanos, a fonte de nossa inspiração religiosa é a Bíblia. Mesmo os muçulmanos, que adotam outro livro sagrado, reconhecem a Bíblia como cânone. Ateus e agnósticos, embora não creiam diretamente em textos sagrados, são influenciados por estes visto que estão inseridos em sociedades que foram moldadas utilizando-os como inspiração. Vivemos em sociedades laicas, mas a religião, ainda que não praticada, influencia o pensamento e, em parte, o comportamento.
A costumeira justificativa religiosa para o especismo é baseada numa breve passagem bíblica que explicaria nossa natureza semi-divina e nosso direito sobre as demais espécies. Em Gênesis 1:26, está escrito: “Também disse Deus: façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra.”.
No entanto, a Bíblia é um livro complexo e permite múltiplas interpretações, além de versões e traduções.
Se verificarmos o original em hebraico, veremos que o que tem sido traduzido como “ter domínio” é a palavra “yirdu”. “Yirdu” poderia ser melhor traduzido como “descerão”. Fosse a intenção do autor do original hebraico de fato transmitir a idéia de domínio na criação, a palavra que deveria ser empregada seria “shalthanhon”. Nem mesmo a idéia de governo benévolo do homem sobre as demais criaturas é passada neste versículo, visto que a palavra que a Bíblia usa quando se refere ao domínio pacífico é “mashel”.
Porém, o que vemos é que foi empregada a palavra " yirdu", que permite uma outra tradução do versículo: “Disse Deus: façamos o homem à nossa imagem e semelhança; e descerão para os peixes do mar, e para as aves dos céus, para os rebanhos e para toda a terra e para todo réptil que rasteja sobre a terra”. Se seguirmos essa tradução, que é mais fiel ao original, podemos interpretar que a intenção da Bíblia pode ter sido mostrar que Deus criou o homem de uma maneira especial, mas que o homem desceria (ou seja, seria igualado) para a condição de um animal.
Mesmo a continuação do livro parece apoiar esta idéia. Em Gênesis 1:28, costumamos ver o versículo traduzido desta forma: “E Deus os abençoou e lhes disse: sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra.”. Novamente, a palavra “desça” aparece traduzida como “domine”. O que aparece nesse versículo como “sujeitai-a” é a palavra “kibshah”, que significa preservar. Fosse de fato a intenção do autor transmitir a idéia de “sujeitar” ele teria empregado a palavra “hichriach”.
A tradução literal deste versículo seria: “E abençoou-os Deus e lhes disse Deus: fecundem-se, tornem-se muitos, encham a terra e preservem-na; e desçam para (a condição dos) peixes do mar, e para as aves dos céus e para todo animal que rasteja sobre a terra”.
Esta idéia de que homens e animais estão em pé de igualdade perante Deus encontra-se em Eclesiastes 3:18-21: “Disse ainda comigo: é por causa dos filhos dos homens, para que Deus os prove, e eles vejam que são em si mesmos como os animais.  Porque o que sucede aos filhos dos homens sucede aos animais; o mesmo lhes sucede: como morre um, assim morre o outro, todos têm o mesmo fôlego de vida, e nenhuma vantagem tem o homem sobre os animais; porque tudo é vaidade. Todos vão para o mesmo lugar; todos procedem do pó e ao pó tornarão. Quem sabe se o fôlego de vida dos filhos dos homens se dirige para cima e o dos animais para baixo, para a terra?”
A intenção aqui não é, porém, estender-me em uma tradução revisionista de todo o texto bíblico, mas sim demonstrar que erros de tradução levam a erros de interpretação. Já foi demonstrado muitas vezes que a Bíblia pode ser utilizada para defender qualquer idéia. Pela tradução tendenciosa do versículo de Gênesis 1:26, nasceu toda a concepção de que o homem é um ser semi-divino e tem o direito de sujeitar ao seu domínio todos os demais seres da criação, sujeitar a Terra. Mas e se a intenção do autor tivesse sido outra?
Gênesis 1:29 e 1:30 apresentam a primeira lei dietética estabelecida por Deus para o homem e para os outros animais “E disse Deus: Eis que vos tenho dado todas as ervas que dão sementes e se acham na superfície de toda a terra, e todas as árvores em que há frutos que dão sementes; isso vos será por alimento. E a todos os animais da terra, e a todas as aves dos céus, e a todos os répteis da terra, em que há fôlego de vida, toda erva verde lhes será para mantimento. E assim se fez.”.
Esses versículos demonstram que não era a intenção original de Deus, pelo menos segundo o livro de Gênesis, que o homem matasse animais para comer. A dieta vegana era a consistente com o plano original de Deus. Apesar disso, quantas pessoas não lêem esses versículos diariamente e deixam de refletir sobre seu significado?
O Talmud, coleção de comentários e compilações da tradição oral judaica, reforça a idéia bíblica de que, se no princípio o homem não comia carne, era porque a intenção original de Deus era que este e os demais animais fossem vegetarianos. De fato, escreveram sobre esse assunto muitos comentadores bíblicos, entre eles Rashi (1040-1105), Abraham Ibn Ezra (1092-1167), Maimônides (1135-1214), Nachmanides (1194-1270) e Rabi Joseph Albo (séc. XV).
A Bíblia conta (Gen. 2:8) que quando Deus criou o homem, colocou-o para habitar no Jardim do Éden. Nesse jardim, foi ordenado que o homem se servisse dos frutos de toda árvore (Gen. 2:16), exceto da árvore do conhecimento do bem e do mal (Gen. 2:17). Devido ao pecado original, o homem foi expulso do jardim e recebeu também a permissão para comer as ervas do campo (Gen. 3:18). Poderia-se até dizer que a Biblia sugere que Deus criou o homem frutariano, e depois o fez vegano.
Conforme a genealogia apresentada em Gênesis 5, entre Adão e Noé passaram-se dez gerações. Segundo a Bíblia, nos tempos de Noé, Deus resolveu destruir tudo com um dilúvio, porque toda a criação havia se corrompido. Noé encarregou-se de construir uma arca e salvar sua família e alguns exemplares de cada espécie animal. Conta a Bíblia que, quando as águas baixaram, seres humanos e demais animais saíram e constataram que a terra estava seca.
Podemos, porém, imaginar que, após mais de um ano submersa, já não havia sobre a terra vegetação suficiente para sustentar a todos. Foram Noé e seus filhos, segundo a Bíblia, os primeiros seres humanos que comeram carne.
Toda a harmonia que havia prevalecido entre os homens e demais animais no paraíso, após a expulsão e durante o período do dilúvio, segundo a Bíblia, deixou de existir. “Pavor e medo de vós virão sobre todos os animais da terra e sobre todas as aves dos céus; tudo o que se move sobre a terra e todos os peixes do mar nas vossas mãos serão entregues.” (Gen. 9:2).
Naquele momento, passaram a existir animais herbívoros e carnívoros, e o homem tornou-se onívoro:“Tudo o que se move e vive ser-vos-á para alimento; como vos dei a erva verde, tudo vos dou agora.” (Gen. 9:3). A frase “como vos dei a erva verde” reforça que até então eles só tinham autorização para serem veganos. Seria, porém, esta concessão pontual motivo para justificar que comessemos carne até os dias de hoje?
Segundo Rav Kook, primeiro grão-rabino de Israel, não podemos ver essa permissão para comer carne, dada a Noé em uma situação específica, como uma concessão a toda a humanidade posterior. Em sua interpretação, estava claro que se tratava de uma permissão efêmera, até que a terra voltasse a produzir o alimento. A situação em que Noé se coloca é a de um homem perdido em uma ilha deserta, sem muitos recursos à disposição.
O período das dez primeiras gerações descrito em Gênesis foi, portanto, de pessoas vegetarianas, e a Bíblia mostra que o homem só começou a consumir carne quando condições ambientais o forçaram a tal.
Há um segundo período segundo o qual o autor da Bíblia mostra que Deus pretendia tornar o homem novamente vegetariano. As escrituras contam que, quando os israelitas saíram do Egito, o plano de Deus era que aquele povo recém-liberto da escravidão vagasse pelo deserto pelo tempo necessário para que se purificasse. Foi lhes dado um alimento que caia do céu, que era “como semente de coentro, branco e de sabor como bolos de mel” (Êxodo 16:31, Números 11:7).
Esse alimento, simples, mas completo nutricionalmente, deveria sustentá-los pelo tempo que permanecessem no deserto (40 anos), pois em Êxodos 16:35 está escrito “E comeram os filhos de Israel manah quarenta anos, até que entraram em terra habitada; comeram manah até que chegaram aos limites da terra de Canaã.”.
No entanto, durante a travessia do deserto, alguns incidentes ocorreram. As pessoas começaram a reclamar de sua dieta puramente vegetariana: “Agora, porém, seca-se a nossa alma, e nenhuma coisa vemos senão este manah” (Num 11:6).  Por outro lado, pediam novamente pelos alimentos que consumiam no Egito – carne e peixes, entre outros (Num. 11:4-5).
A contra gosto, Deus atendeu às reclamações, providenciando carne sob a forma de codornizes, que foram sopradas pelo ventos dos mares. Porém, logo depois, Deus puniu aquelas pessoas, por não aceitarem de bom grado o alimento perfeito que Ele lhes oferecia: “Estando ainda a carne entre os seus dentes, antes que fosse mastigada, quando a ira do Senhor se acendeu contra o povo, e o feriu com grande praga.” (Num. 11:33).
O lugar onde ocorreu esse incidente foi batizado de “Kivrot Hataava”, que em português significa Tumbas da Luxúria, porque foi o desejo de luxo daquele povo, e não sua necessidade, o que os levou à morte (Num. 11:34).
Essa passagem referente ao manah traz uma idéia de que poucos se dão conta: o alimento que nos é destinado é bastante simples, pode ser encontrado em abundância e nos mantém saudáveis. Por outro lado, quando buscamos alimentos que não nos são apropriados, perecemos.
Atualmente sabe-se, por diversas passagens, que a Bíblia permite o consumo de carne. No entanto, esse consumo se dá mais na base da concessão do que de uma recomendação, como se Deus dissesse: “O ideal é que o homem não coma carne, mas já que ele quer...”.
Por isso, a Bíblia estabelece alguns impedimentos que, em conjunto, são chamados de leis relativas à kashrut: a carne deve estar completamente livre de sangue (Levítico 17:10-14, 19:26; e Deuteronômio 12:16, 12:23, 15:23), somente podem ser consumidos animais considerados puros (Levítico 11), e o abate de um animal deve obedecer a um determinado ritual (Levítico 17:4).
As escrituras relacionadas refletem a observância escrupulosa de muitas regras, mas tão somente no que se refere ao consumo de produtos de origem animal. As únicas condições impostas ao consumo de alimentos de origem vegetal é que estes estejam limpos, o que é facilmente compreensível, do ponto de vista sanitário.
Qual a mensagem da Bíblia, com todas essas proibições ao consumo de alimentos de origem animal? Tornar esse consumo mais refletido, duro, impraticável. É quase impossível cumprir com todas as regras impostas pela Bíblia para o consumo de carne
Justamente nisso está a graça. Com tantas regras, Deus parece de novo estar dizendo “O homem não deve comer carne”.Quando a Bíblia faz referência à generosidade divina (Deut. 8: 7-10; Deut. 11:14; Salmos 72:16, Amos 9:14-15; Jer. 29:5; Isaías 65:21), os produtos mais freqüentemente citados são os frutos, vegetais, sementes, vinho e pão, mas jamais as carnes.
Tal qual no Jardim do Éden, em que nem o homem nem os animais comiam carne, a promessa bíblica é a de que, com a vinda do Messias, novamente o mundo se tornará vegetariano. “O lobo habitará com o cordeiro, e o leopardo se deitará junto ao cabrito; o bezerro, o filhote do leão e o animal doméstico andarão juntos, e um condutor pequeno os guiará.  A vaca e a ursa pastarão juntas, e as suas crias juntas se deitarão; o leão como o boi comerá palha. A criança de peito brincará sobre a toca da áspide, e o já desmamado meterá a mão na cova do basilisco.” (Isaías 11: 6-8). Continua Isaías (65:25): “O lobo e o cordeiro pastarão juntos, e o leão comerá palha como o boi; pó será a comida da serpente. Não se fará mal nem dano algum em todo o meu santo monte, diz o SENHOR.”.

Fonte: Anima

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sexta-feira, 23 de julho de 2010

Motoristas são multados por desrespeito aos pedestres

"Excesso de velocidade não é mais a única infração de trânsito flagrada pelos radares de Curitiba. Em 20 dias, 50 motoristas foram multados por parar irregularmente em faixas de pedestre, e outros 416 por avançar em sinal vermelho.
As novas funções dos radares foram ativadas pela Diretoria de Trânsito da Urbs - Urbanização de Curitiba S/A no último dia 3 de julho, em cinco endereços da cidade, aumentando a segurança dos pedestres. Outros dois entraram em funcionamento nesta quarta-feira.
Avanço em sinal vermelho é considerada falta gravíssima pelo Código Nacional de Trânsito, e além da multa de R$ 191,54, o motorista perde sete pontos na carteira de habilitação. No caso da parada em faixa de pedestre, considera infração média, o valor da multa é de R$ 85,13, com quatro pontos na carteira.
"As novas funções dos radares têm como objetivo maior o respeito e a segurança dos pedestres. Infelizmente, a punição é a única forma de alertar alguns motoristas para o respeito às leis de trânsito", diz a diretora de Trânsito da Urbs, Rosangela Battistella.
A função de registro de avanço de sinal e parada na faixa está ativada nos equipamentos instalados em locais de intensa travessia de pedestres, como na avenida Brasília, próximo à rua João Cubas; na Comendador Franco/Avenida das Torres perto do número 7.770 no sentido centro-bairro, e perto do número 7.805 no sentido bairro-centro; na Eduardo Carlos Pereira perto da rua Georgi Elias Dyoub Wassouf; e no cruzamento das ruas Julia Wanderley com Desembargador Motta.
No total, a cidade terá 140 radares de fiscalização de limite de velocidade, e metade deles fiscalizará também avanço de sinal vermelho e parada na faixa de pedestres. Todos os radares em funcionamento estão aferidos pelo IPEM/INMETRO, e já foram sinalizados .
Três novos radares entraram em funcionamento à zero hora desta quarta-feira (21), passando para 89 o número de locais onde há radares em operação na cidade. Dos três equipamentos, dois registram, além do excesso de velocidade, o avanço de sinal vermelho e a parada em faixa de pedestre.
No caso da fiscalização de limite de velocidade seis radares estão instalados na avenida Comendador Franco (Avenida das Torres) onde o limite de velocidade é de 70km/h; e quatro estão em locais com velocidade limite de 40km - na Sete de Setembro quase esquina com José de Alencar; João Gualberto com rua da Glória; João Gualberto com Luiz Leão; e República Argentina com avenida Água Verde. Os outros radares estão em ruas e avenidas onde o limite de velocidade é de 60km/h.
A relação completa dos endereços onde há radares em funcionamento está disponível no site da Urbs, Urbanização de Curitiba S/A e da Prefeitura de Curitiba."
Fonte: parana-online

Já é um começo!

Londres colocará 6 mil bicicletas nas ruas contra poluição


Cerca de 6 mil bicicletas em tons de azul, preto e prata chegarão às ruas de Londres a partir do dia 30 de julho como parte de uma ação mundial para diminuir a poluição. A iniciativa pública permitirá que os trabalhadores e turistas retirem a bicicleta em 400 estações, separadas por 270 m de distância, para viagens curtas em torno do centro da capital britânica.

A bicicleta pública custará ao usuário 1 euro por dia ou 45 euros por ano. Para quem for pedalar eventualmente, a primeira meia hora é gratuita e é cobrada uma taxa para períodos mais longos. O projeto, patrocinado pelo Barclays Bank, tem custo de 140 milhões de euros nos primeiros cinco anos.

O lançamento da bibicleta pública é importante para a ambição da Prefeitura de Londres para diminuir a poluição e aumentar a reciclagem em 400% até 2025. Estima-se que cerca de 500 mil pessoas já utilizem bibicletas como transporte na cidade.
Fonte: Noticias.Terra