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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

TARIFAÇO

Compareça é importante para todos!





















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domingo, 21 de novembro de 2010

Bebês não precisam de carros

A Ana Maria completou seis meses! E durante toda sua vida ela não teve carro. Vamos ver o que ela acha disso?
Ana Maria, se você não tem carro que transporte você usa?
O meu transporte preferido é o sling. Quando eu saio com o papai ou a mamãe, eles podem ir a pé, de ônibus ou até de bicicleta, mas eu fico no sling que é bem confortável. E logo, logo vou poder andar de bicicleta na cadeirinha também.
Mas se você tiver que sair de carro?
Bom, tem amiguinho meu, da mamãe e do papai que já esqueceu que pode andar sem carro. Aí para não deixar eles tristes, as vezes a gente acaba indo com eles pra não deixar eles sozinhos, mas não acontece muito não. Tenho até uma cadeirinha de segurança, porque andar de carro é muito perigoso mesmo sabe!!
Nem carrinho de bebê?
Que ideia fixa tio! Não gosto do carrinho não. As calçadas são muito ruins. Eu me chacoalho toda e as vezes nem tem onde passar. Além disso, os carros e as motos fazem muito barulho e me assustam. No sling abafa bem o barulho.
Mas você não fica com preguiça de sair assim?
Eu não! Eu vou sempre coladinho com a mamãe, é legal que só, ficar abraçadinha com ela!
Pena que você acaba saindo pouco né?
Ahh… a mamãe me leva sempre para visitar o médico de crianças. Mas eu já fui também visitar um monte de amiguinhos, fui em festinhas de aniversário de gente pequena e gente grande, em oficina de música, nas feirinhas… Vou sempre pra aula de ioga e brincar de piscina também.
E o seu pai não sai com vocês?
Sai sim. Quando tá todo mundo junto, a gente até prefere ir andando. A gente já foi a pé num lugar que ficava a mais de 5km daqui de casa. Foi legal que só, a gente passou num monte de rua que não tinha carro e conversou muitão. Se tivesse mais ruas assim, a gente andava ainda mais.
Você não gosta mesmo de carros?
Eu não! E acho que os adultos também não, porque quando tem criança por perto e aparece um carro, eles saem logo gritando e puxando a gente: “Cuidado com o carro! Cuidado com o carro!” Não sei porque tem tanta gente que acha tão bom ter carro. Assim quem quer andar de bicicleta fica com medo de sair de casa.

Ana Maria nasceu em maio de 2010 e nunca teve restrições de ir e vir para onde quisesse. Todos os gastos de transporte somam R$ 62 por mês. Incluindo as despesas com passagens de ônibus, as revisões de bicicleta, a ajuda com a carona, as corridas de táxi emergenciais para o Pequeno Príncipe e todos os outros deslocamentos da família inteira.
Por transportehumano

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Ciclovias não são necessariamente boas

Ciclovia é uma palavra mágica para quem não usa a bicicleta. Você leu certo, para quem não usa a bicicleta. No Brasil, ela é geralmente vista como a panacéia para os ciclistas. E o pior, quando são inviáveis de implantar por falta de espaço ou qualquer motivo que seja, a situação está resolvida; pois o que não tem remédio, remediado está!
Mas não é exatamente assim que funciona. A ciclovia, uma via segregada para ciclistas, é apenas uma das várias medidas de incentivo à ciclomobilidade. E deve ser aplicada apenas em casos bem específicos, caso contrário, ela mais atrapalha do que ajuda. Quer saber como isso é possível?
Tirando de quem tem pouco
Muitas vezes, a ciclovia é implantada na calçada, tomando o espaço dos pedestres (em Curitiba, por exemplo, a rede inteira é assim). Isso além de gerar conflitos na circulação reduz ainda mais o exíguo espaço destinado a quem não está de carro e diminui consideravelmente a velocidade média do ciclista.
Perigo dobrado
Ao oferecer uma via de circulação diferenciada, a bicicleta fica fora do campo de visão dos motoristas. Inevitavelmente, nos cruzamentos a bicicleta precisa atravessar a rua e o risco de colisão aumenta consideravelmente.
Essas afirmações não são meros achismos. O blog VoudeBicicleta tem alguns números interessantes:
  • Cerca de 95% dos acidentes envolvendo bicicletas e carros ocorrem justamente nos cruzamentos de acordo com um relatório feito em Harvard.
  • Um estudo feito em Nova Iorque de 1996 a 2005 mostra também que acidentes com feridos graves ou mortes acontecem com maior frequência nos cruzamentos.
  • Em Copenhagen foi verificado que a implantação de ciclovias em algumas vias aumentou o número de acidentes entre carros e ciclistas nos cruzamentos em mais de 100%.
Além desses fatos, vale a pena reproduzir algumas das citações retiradas do blog Menos1Carro:
Uma Pista Ciclável paralela a uma via é extremamente perigosa. Utilizar a bicicleta neste tipo de via é análogo a utilizar o passeio. Quando este tipo de pista é só num dos lados da via, metade dos ciclistas andam contra o sentido do tráfego motorizado, tornando os cruzamentos mais perigosos.

The Dilemmas of Bicycle Planning, Schimek, Paul
Massachusetts Institute of Technology (MIT – Department of Urban Studies and Planning)
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Pistas Bi-direccionais ao lado de uma via são extremamente perigosas.

Effective Cycling, John Forester
MIT Press, 6ª Edição, 1993, Cambridge, USA
.
Nos cruzamentos com semaforização, os ciclistas em Pistas Bi-direccionais estão 5 vezes mais em risco que a circular em coexistência. A utilização de corredores contrastantes só reduz o risco de acidente 1,5.

Safety of Cyclists at Urban Junctions
Schnull R. and Alrutz D., R262 Bundesanstalt Fur StraBenwesen, Germany 1993
.
Passeios partilhados entre peões e ciclistas ou Pistas Cicláveis, construídas ao nível dos passeios ou só pintadas sobre passeios, são uma invenção do planeamento de tráfego orientado para os carros que foi a tónica das décadas recentes. Andar de bicicleta nos passeios é perigoso em qualquer dos casos (legalizado ou não).

Projeto ”Greening Urban Transport”, 2000
The European Federation for Transport and Environment
.
É especialmente inapropriado sinalizar um passeio como via partilhada ou pista ciclável se fazer isso implicar a proibição de ciclistas de usar uma forma alternativa de servir as suas necessidades.

Guide for the Development of Bicycle Facilities”, 1999
American Association of State Highway Transportation Officials (AASHTO)
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Ciclistas estão mais seguros quando agem e são tratados como condutores de veículos.

“Effective Cycling”, John Forester
MIT Press, 6ª Edição, 1993, Cambridge, USA
.
Um estudo recente em Helsinque mostrou que é mais seguro andar de bicicleta entre os carros que em pistas de bicicleta bi-direccionais ao longo das ruas. É difícil de imaginar que a nossa rede ciclável possa ser reconstruída. Mas em países e cidades que estão neste momento a começar a construir ciclovias, Pistas Cicláveis Bi-direccionais devem ser evitadas em arruamentos urbanos.

The risks of cycling, Eero Pasanen
Helsinki City Planning Department, 2001, Helsinque, Finlândia
Apesar de não existirem estudos nessa área aqui no Brasil, existem algumas opinões a respeito, como no artigo “Não use a ciclovia!” e o texto do engenheiro mecânico, mestre em engenharia de transportes pela Coppe/UFRJ e doutor em estudos de transportes pela Universidade de Londres, Paulo Cesar Marques da Silva publicado recentemente na Gazeta do Povo:
… As ruas são os espaços das cidades destinados à circulação de pessoas, a pé ou embarcadas em veículos… Na verdade, a rua, que comumente associamos ao espaço de circulação dos carros, só ficou assim muito recentemente. Há relatos da existência de ruas como lugares de encontros de pessoas para as mais diversas atividades desde o início da história da humanidade. Os automóveis, entretanto, com apenas um século de vida, apossaram-se delas de tal forma que não as chamamos mais de ruas se elas tiverem um uso diferente. Por sua vez, é possível que as ciclovias tenham nascido dessa ideia de apropriação das ruas. Em tese apresentada à Universidade de Kassel em 1990, Burkhard Horn mostrou como a construção de ciclovias na Alemanha do período nazista estava associada ao programa de motorização em massa, que requeria a priorização do tráfego de automóveis nas vias. O estímulo à aquisição e ao uso de automóveis teria levado o regime a investir numa medida que tirava as bicicletas das ruas.
…
Para velocidades e volumes moderados, o melhor é que bicicletas, automóveis e outros veículos convivam pacífica e harmonicamente.

Paulo Cesar Marques da Silva
Prof. do Depto. de Engenharia Civil e Ambiental e do Programa de Pós-Graduação em Transportes da UnB
Portanto, se você estava esperando mais ciclovias para começar a pedalar, não precisa mais esperar.

De transportehumano

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

"Fora da Casinha" no Bicicletário Livre do Centro Cívico - 06/11

"""Esta localização foi escolhida por ser um
ponto de referência durante uma série de
atividades relacionadas à mobilidade urbana,
que acontecem em setembro. Uma “carcaça
de fusca”, posicionada entre o rio Belém e a
sede do governo, simboliza o movimento no
qual um grupo de artistas 'e ativistas' promove sua arte
e questiona o relacionamento da sociedade
com a cidade."""

Serviço:
06 de novembro
“Fora da Casinha” no Bicicletário
Grupos musicais: FELIXBRAVO, Mulheres e Canções com Janaina
Fellini, Molungo, Espontaneous, Locomotiva Duben, Real Coletivo
Dub, Dj Dé Gomide
Intervenções visuais de artistas locais
14h | Gratuito
Rua Cnso. Raul Viana – Em frente ao Palácio das Araucárias


 Este evento faz parte da Corrente Cultural da Promoção dos '50 anos RPC TV'

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Mães unidas para mudar o Código Brasileiro de Trânsito

Mães que perderam seus filhos em acidentes de trânsito se reuniram ontem na Boca Maldita, centro de Curitiba, para recolher assinaturas de apoio ao anteprojeto de lei que visa alterar o Código Brasileiro de Trânsito (CBT). A iniciativa é do Movimento Nacional de Educação e Humanização do Trânsito e em Defesa da Vida (Move-te), originário de Minas Gerais e que propõe que todo o acidente de trânsito com vítimas fatais seja considerado como crime de lesão corporal dolosa (com intenção de matar), quando causados por motoristas embriagados ou que estavam participando de rachas.

Mais de cinco mil assinaturas já foram recolhidas em Curitiba, onde o Move-te recebeu apoio do Instituto Paz no Trânsito, criado por Christiane Yared, que perdeu o filho Gilmar Rafael em um acidente que teve repercussão nacional, em maio do ano passado, em Curitiba. Um dos envolvidos é o ex-deputado estadual Fernando Ribas Carli Filho. A audiência que vai determinar se ele vai ou não para júri popular está marcada para o dia 09 de novembro.

A expectativa era reunir mais de mil assinaturas somente ontem com a mobilização de mães. “Temos vindo para a Boca Maldita para conseguir assinaturas. Ficamos, em média, com 300 por sábado. Hoje (ontem), com toda a mobilização, esperamos conseguir pelo menos mil assinaturas”, explica Rose Mari Carriel de Lima, uma das líderes do movimento no Paraná e que perdeu um filho em acidente há quase dois anos em Curitiba.

O Move-te já tem mais de duzentas mil assinaturas, contando as do Paraná e de Minas Gerais, mas precisa de um milhão para que o projeto de lei de iniciativa popular seja enviado ao Congresso Nacional. A proposta foi elaborada pelo próprio movimento e está disponível no site www.movetvida.org
Fonte: parana-online

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Quais são os desafios da mobilidade urbana no Brasil?

"O tema da mobilidade urbana vem sendo pouco discutido nestas eleições. Mas acho que este é um assunto que interessa a todos nós. Para se ter uma ideia, do total de viagens realizadas no país, 41% não são motorizadas, ou seja, são feitas a pé ou de bicicleta. E pedestres e ciclistas sofrem com a ausência de políticas públicas nesta áreas. Um dado impressionante é que o Brasil tem praticamente o mesmo número de usuários de transporte individual – carro, moto – e coletivo – ônibus, trem, metrô. Cada um representa cerca de 30%.
Nas cidades com mais de um milhão de habitantes, no entanto, o transporte público é responsável por uma parcela maior do deslocamento, entre 36 a 40%. Mas infelizmente é no transporte público que as viagens são mais demoradas. O tempo médio é de vinte minutos, sendo que em algumas cidades esse tempo está chegando a quarenta minutos. E essa á uma das principais queixas dos usuários, além da superlotação e da precariedade do transporte.
Uma das formas de enfrentar essa questão está relacionada com o custo do transporte. Hoje, é o usuário quem paga o custo do transporte e compensa as gratuidades. Então, poucas linhas são disponibilizadas, os ônibus ficam lotados, tudo pra fechar a equação.
A verdade é que, em todos os lugares do mundo onde o transporte público é eficiente e de qualidade, ele é também subsidiado pelo governo com dinheiro público. Claro que, dependendo do transporte, o subsídio precisa ser maior. Qual seria, então, a maneira de enfrentar essa questão?
Os profissionais da área de transporte defendem há muito tempo a desoneração do setor, ou seja, custos mais baixos, gasolina e eletricidade mais baratas etc. Com isso a tarifa poderia ser mais baixa para o usuário e os custos mais baratos para as empresas que operam os transportes. Para se ter uma ideia, existe um cálculo que afirma que o custo da operação do metrô no mundo é de U$ 3,5 por pessoa. Um valor muito alto pro usuário arcar.
E sem metrô, é possível melhorar o transporte público? Sim, muitas coisas podem ser feitas independentemente do metrô, como os corredores exclusivos de ônibus. Mas aí aparece uma outra dificuldade histórica: enfrentar a briga com o usuário do carro, que não quer perder o seu espaço."
Fonte: raquelrolnik

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Evento: Domingo = Pedal

"Neste domingo dia 10/10/10 acontecerá uma ação mundial em prol da redução do nível de CO2 na atmosfera, articulada pelo grupo 350.org!

Atualmente este nível se encontra em torno de 390ppm (partes por milhão), mais de 10% acima do limite máximo para a saúde humana, que é de 350ppm, por isso o nome: Pedalada dos 350!

  
     
Esta causa está diretamente ligada com os princípios da KurtiBike e de outros grupos como o Curitiba Bike Riders (grupo de pedaladas formado através do Couch Surfing) e o grupo Transporte Humano. Em conjunto faremos uma pedalada neste domingo para representar Curitiba neste evento mundial!

Como apoio, a KuritBike vai emprestar suas bicicletas de graça para quem quiser participar do passeio e não tiver uma (entre em contato antes para saber se ainda existem bikes disponíveis).

Então não se esqueça: Neste domingo dia 10/10/10 às 10 da manhã nos encontraremos no Passeio Público de Curitiba o lado do bicicletário para aproveitarmos um domingo livre de cabono e compartilhar com as pessoas de nossa cidade esta causa muito importante!"
Por KuritiBike

domingo, 26 de setembro de 2010

Qual a melhor maneira de 50 pessoas se transportarem pela cidade?

Qual a melhor maneira de 50 pessoas se transportarem pela cidade?
1) 50 bicicletas. 2) 50 carros. 3) 1 ônibus.

Clique na imagem para ampliar.

sábado, 4 de setembro de 2010

As bicicletas e as políticas citadinas

Mais um ano de “quase” democracia. A farsa da política representativa já é tão sentida quanto os sorrisos de marketing da maioria dos candidatos ao pleito. A disputa pelo consenso leva a destruição de todo pensamento original. A ânsia pela aprovação conduz os candidatos a criar todo tipo de parafernália artificial e mentirosa que almeja a ludibriação explícita. A repetição dos jargões leva a ausência de toda reflexão crítica, mesmo quando a prática pareça exigir ao menos um grito de reprovação.

Nos últimos anos, no entanto, o imaginário urbano vem sendo tomado de assalto por ideias realmente revolucionárias. Há quem pense que as calçadas possam virar pomares, os terrenos baldios transformarem-se em hortas e o campo “invadir” a cidade; outros que afirmam, sem nenhuma ingenuidade, que cada comunidade pode e deve ser responsável pela gestão de seus próprios resíduos. Declaram ainda que o bairro da Caximba deve se tornar uma área de recuperação ambiental permanente.

Existe também uma série de “perturbadores” que desejam libertar o limitado espaço urbano da exagerada e degradante concentração de automóveis. Dizem, estes idealistas, que a cidade deve voltar a ser um espaço de convivialidade, que a dimensão humana das coisas deve ser resgatada.

Tais movimentos são pontuais, mas reclamam uma crítica generalizada. Buscam, na verdade, formas de atuação diretas. Desejam um ambiente de respeito genuíno ao ciclista. A bicicleta é considerada, por eles, um poderoso símbolo, capaz de transformar a imagem que temos de nós mesmos e da cidade como um todo. Optar pela bicicleta é, em nossa realidade atual, ir contra a corrente. Resistir às pressões das empresas automobilísticas, das empreiteiras, da especulação imobiliária e a todo um sistema que, como apontou Illich, pretende fazer do homem um consumidor passivo de mercadorias por toda a vida.

Há na escolha pela bicicleta, certamente, caminhos perigosos. Há o risco de redescobrir a vida mais autêntica. A brincadeira das crianças. O tempo livre do relógio. O prazer da autopropulsão. Há também o elogio da cidade invisível – aquela que somente quem anda e pedala conhece, pois está atento aos detalhes da microvida urbana. A bicicleta favorece o acesso à cidade e é dever do poder público levar isso em consideração.

Neste mês de setembro, que hoje se inicia, Curitiba é mais uma vez palco de ações de diversos desses grupos que visam mobilizar as consciências em uma transformação política efetiva. Atividades que provocam uma nova atenção, um novo olhar sobre a cidade. É o mês da bicicleta.

O fim do inverno anuncia uma realidade florida, permeada de sonhos e vislumbres de uma cidade onde o pé do pedestre seja a referência de saúde e vitalidade. Onde os ciclistas não precisem confrontar a ignorância e a rispidez da multidão motorizada.

Setembro é o mês da bicicleta. Que assim seja por muitas primaveras!

Goura Nataraj, filósofo, membro do Coletivo Interlux, é professor de sânscrito.

gazetadopovo

4ª Desafio Intermodal

O trajeto:
Ponto de partida: CIETEP/FIEP – Jardim Botânico
Ponto intermediário: Universidade Federal do Paraná, Praça Santos Andrade – Centro
Ponto de chegada: Estacionamento da Arena da Baixada – Água Verde

"Pela quarta vez consecutiva, a bicicleta foi campeã do desafio, que nesta edição contou com 24 participantes. Com o tempo de 28 minutos e 39 segundos, o ciclista Davi completou o desafio com o menor tempo. Já o deficiente visual Gilmar foi o que levou mais tempo para realizar o percurso utilizando o transporte coletivo, 1 hora 45 minutos 45 segundos.

"É uma maneira interessante de despertar a atenção das pessoas para outros modais menos poluentes, como o transporte coletivo, bicicletas e até mesmo os deslocamentos curtos que podem ser feito a pé, sem necessidade de carros", declara Stella. "

Confira os tempos dos participantes
- Davi (bicicleta) - 28min39s
- Felipe (bicicleta) - 28min56s
- Ricardo (moto) - 32min22s
- Vanderson (moto) - 32min36s
- Plá (bicicleta) - 37min20s
- Adir (moto) - 37min58s
- Miranda (bicicleta) - 38min55s
- Themys (bicicleta) - 40min47s
- Iara (carro) - 43min30
- Anderson (correndo) - 43min59s
- Regina (correndo) - 49min
- Renata (carro) - 54min25s-
- Rodrigo (ônibus) - 54min40s
- Julião (van) - 56min44s
- Nicole (bicicleta) - 59min12s
- Fanini (carro) - 1h03min02s
- Stella (ônibus) - 1h08min08s
- Marcelo (ônibus) - 1h08min20s
- Gabriel (andando) - 1h09m39s
- Loheine (andando) - 1h12m8s
- Larissa (andando) - 1h12m15s
- José Cascaes (andando) - 1h21m34s
- Osiris (cadeirante/ônibus) - 1h35min50s
- Gilmar (deficiente visual/ônibus) - 1h45min45s

Fonte: URBS