quarta-feira, 16 de junho de 2010

Ciclistas aprovam ciclofaixas clandestinas nas avenidas de SP

"Para eles, sinalização abre diálogo sobre falta de espaço para bicicletas.
Grupo discorda da CET e diz que pinturas não colocam segurança em risco.
 
Ciclistas defenderam as ciclofaixas clandestinas pintadas em algumas avenidas movimentadas de São Paulo como uma forma de protesto e até uma “provocação para chamar ao diálogo”. O objetivo, obviamente, é despertar a atenção de motoristas para os direitos de quem utiliza a bicicleta como meio de transporte pelas ruas congestionadas da capital. E o recado de quem as pinta tem endereço certo: a Prefeitura de São Paulo e, por extensão, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).
 
esta terça-feira (8), o G1 flagrou a sinalização de uma ciclovia clandestina na Ponte Universitária e na Rua Alvarenga, até o acesso à Universidade de São Paulo (USP), na Zona Oeste de São Paulo. No mês passado, uma falsa ciclovia também havia sido pintada na Rua Vergueiro, na região da Avenida Paulista. Por meio de nota, a CET reiterou que esse tipo de sinalização “presta um desserviço aos ciclistas, uma vez que os induz a correrem riscos ao circular em uma faixa que não foi planejada para receber bicicletas nem oferece a segurança necessária”. Devido a isso, a CET informou que a sinalização nestas vias será apagada, “para garantir a segurança dos usuários das vias e evitar possíveis acidentes”.
Quanto à questão da segurança, os ciclistas ouvidos pelo G1 discordam da CET. “Essa ciclofaixa indica a melhor maneira de o ciclista cruzar a Ponte Universitária, dentro das regras estabelecidas pela legislação de trânsito. Se o ciclista seguir a indicação, será o caminho mais seguro para ele”, afirmou o analista de sistemas Willian Cruz, de 36 anos e que desde 2003 utiliza a bicicleta como meio de transporte para ir de casa, na Praça da Árvore, na Zona Sul, a Pinheiros, próximo ao Parque Villa Lobos, na Zona Oeste da capital.
Cruz negou fazer parte do grupo de cicloativistas que pinta as faixas clandestinas. “O que eles estão tentando fazer é uma forma de protesto para ver atendida uma necessidade. E é uma maneira de criar uma situação para dar um pouco mais de segurança para o ciclista”, disse, saindo em defesa dos cicloativistas.
O publicitário carioca Carlos Aranha relata que se sentiu mais seguro ao trafegar com sua bicicleta por uma ciclofaixa clandestina na Rua Bela Cintra, nos Jardins, na região da Paulista, ao retornar de seu trabalho, na Avenida Brigadeiro Faria Lima. O efeito psicológico exercido pela sinalização se reflete em maior respeito aos ciclistas por parte dos motoristas, segundo ele.
“Pedalei por ali achando que era (uma ciclovia) oficial. Foi aí que fiquei sabendo que não era oficial. Mas a ciclovia não prejudicou o trânsito e fez com que os carros respeitassem os ciclistas. (A sinalização) lembra que os motoristas têm que manter distância dos ciclistas, lembra que estes têm direito também de utilizar a via”, afirma

Aliás, ter o direito - previstos no Código de Trânsito - de poder utilizar as vias, a exemplo de motoristas de veículos leves, ônibus e caminhões, é a principal reivindicação de qualquer ciclista. E para atingir tal objetivo, contam com a iniciativa do poder público – no caso, a Prefeitura de São Paulo.
“O poder público ainda não acordou para soluções alternativas. Continua priorizando só soluções para o carro. Quando o problema é coletivo, quem tem que agir é o poder público. O que a gente pede é que façam uma campanha de conscientização. Precisamos de rua e respeito”, reivindica Carlos Aranha.
“O ideal seria que a Prefeitura pintasse essas ciclofaixas e as fiscalizasse. Tirando a ciclovia da Radial Leste (na Zona Leste) e a da estrada da Colônia, que fica muito longe, as que existem são de lazer, que funcionam apenas aos domingos. O ponto principal que a gente tem de passar é a conscientização de que a bicicleta tem o direito de usar a rua”, completa William Cruz.

Provocação
Já para o jornalista carioca João Guilherme Lacerda, de 29 anos, que mora em Pinheiros e trabalha na Vila Madalena, ambas na Zona Oeste da capital, as ciclofaixas clandestinas são “uma provocação” que têm como mérito convocar o poder público “para o diálogo”.
“As ciclofaixas (clandestinas) não são novidade. É bom que existam pessoas que façam isso (pintar as ciclofaixas), para trazer o diálogo. A partir do momento em que há pessoas dispostas a dialogar, a gente pode começar a mudar esta situação. É uma provocação para o futuro”, conclui."
 
Deveríamos provocar por aqui também? Pq tá difícil!

Dinamarca quer estimular no Brasil uso da bicicleta

Dai é bom!

"A Embaixada e o Instituto Cultural da Dinamarca trazem para o Rio de Janeiro, de 12 de junho a 25 de julho, o projeto Dreams on Wheels - Cultura de ciclismo dinamarquesa para a sustentabilidade urbana. O projeto acontece no Centro de Artes Hélio Oiticica, e compreende diversas atividades, como exposição e palestras sobre cicloviários e mobilidade sustentável, além de passeios ciclísticos pela cidade.

Em tempos de preparação das cidades-sede para a Copa 2014, a proposta dos dinamarqueses vem a calhar, como exemplo para as autoridades brasileiras de um planejamento de infraestrutura viária em moldes mais sustentáveis.
O projeto Dreams on Wheels (sonho sobre rodas) já circulou por onze países, como México, Japão, França, Rússia, Canadá e Estados Unidos, entre outros. Assim como nesses locais, no Brasil, a proposta é mostrar como é o estilo de vida dinamarquês sobre duas rodas.

Copenhague foi a primeira cidade no mundo a promover o empréstimo público de bicicletas, um modelo que depois se espalhou por vários países da Europa. A cidade ostenta também uma taxa de uso da bicicleta altíssima - cerca de 40% dos habitantes pedalam diariamente, e o hábito, cultuado há muito tempo, está enraizado culturalmente. Por isso, a paixão pelas bicicletas, aliás algo universal, hoje inspira debates em todo o mundo, e é vista pelos escandinavos como uma importante alternativa sustentável de mobilidade.

Seminário, exposição e passeio ciclísticoDurante o evento, serão realizados seminários com especialistas em arquitetura urbana e mobilidade sustentável, que abordarão questões como estratégias de planejamento urbano, melhores práticas internacionais de mobilidade urbana e até o design de bicicletas.

Na área expositiva, a Gehl Architects, consultoria especializada no assunto e com projetos premiados em seu currículo por todo o mundo, irá demonstrar estudos de caso em que cidades se transformaram com uso da bicicleta. A mostra traz ainda uma seleção de bicicletas-conceito, de marcas e modelos mundialmente consagradas. E instalações sobre a conferência da ONU sobre mudanças climáticas, que aconteceu em 2009 em Copenhague.


*O Instituto Cultural da Dinamarca (www.dinacultura.org) é uma organização ligada ao Ministério da Cultura da Dinamarca, presente no Brasil, China, Estônia, Latvia, Bélgica, Alemanha, Hungria, Lituânia, Polônia, Rússia e Reino Unido, com o objetivo de promover o intercâmbio entre arte, cultura e sociedade."


De Copa2014

Veganismo e Radicalismo

"por Alex Peguinelli

Muitos associam veganismo a radicalismo, eu mesmo, confesso, antes de conhecer sobre Direito e Abolicionismo Animal, achava que tal postura era desnecessária. Isso acontece porque está mais do que enraizado em nós, em nossa sociedade e na cultura da humanidade como um todo, a idéia de que animais não-humanos tem sua importância na medida em que nos servem de alguma maneira. Seja com sua carne, sua pele, seu leite, seus ovos – portanto com sua vida -, os animais não-humanos, dentro de nossa cultura pós-moderna ainda continuam contidos dentro de uma esfera moral e ética pré-histórica.
É tudo tão cultural, que acabamos por achar normal a barbárie de termos corpos mutilados e em estado de decomposição sobre a mesa do jantar, pedaços de pele e couro aquecendo nossos corpos, isso sem falar em todo e qualquer tipo de entretenimento grotesco que envolva o sofrimento de animais não-humanos, uma diversão um tanto quanto sádica, eu diria.
Por fazer parte desta cultura de tratamento, moral e ético, pré-histórica, nossa relação mercadológica com os animais não-humanos acaba passando, por vezes, despercebida. É tudo tão rotineiro que sequer pensamos sobre o assunto. Carne é comida, pele é roupa, rodeio é diversão e ponto – e olha que não estou entrando nem em outros pontos, como por exemplo: leite, ovos, mel, vivissecção, utilização de animais em práticas esportivas, etc.
Mas onde entra o veganismo nessa história toda?
Bem, o veganismo não é simplesmente uma escolha alimentar, de vestuário ou de entretenimento. O veganismo é uma mudança de rumos, é uma virada de mesa moral e ética. Ou seja, até certo ponto achávamos normal comer animais, utilizar de seu leite, sua pele, subjugá-los à vontade humana, a partir do veganismo, todas essas práticas se tornaram imorais, antiéticas e erradas. Tanto faz a espécie, somos todos iguais, com iguais direitos que dizem respeito à vida e liberdade.
E por isso pode-se dizer que o veganismo é sim uma maneira de radicalismo. Ser vegano é ser tão radical quanto foram os abolicionistas que lutaram contra a escravidão dos negros, as feministas que lutaram pelos direitos da mulher, os homossexuais que lutaram por um tratamento igualitário.
Mas, assim como esses movimentos anteriormente citados, o veganismo é parte de um radicalismo saudável. Um radicalismo que não busca impor uns sobre os outros, numa linha vertical de hierarquização: estes têm direitos, estes outros não. O veganismo, praticado de uma maneira diplomática, olha para um norte horizontal, não hierarquizado, onde todos os seres capazes de decidirem por si próprios, possuidores de uma vontade e desejo particulares possuem, desde sempre, seu direito à vida e à liberdade preservados.
Assim, se ser radical é preocupar-se com o respeito à vida e à liberdade de seres sencientes e boicotar toda e qualquer forma de exploração e escravidão, nós, veganos, somos sim radicais. E preferimos esse radicalismo cotidiano à apatia contida nos olhos daqueles que insistem em viver suas vidas à custa de morte, sofrimento e escravidão de milhares de seres vivos."

vista-se.com.br

ONU recomenda dieta vegana para combater mudança climática

"Uma mudança global para uma dieta vegana é vital para salvar o mundo da fome, pobreza de combustíveis e os piores impactos da mudança climática, diz um novo relatório da ONU. A previsão é de que a população mundial chegue a 9.1 bilhões de pessoas em 2050 e o apeite por carne e laticínios é insustentável, diz o relatório do programa ambiental da ONU (UNEP). A agricultura, particularmente produtos de carne e laticínios, é responsável pelo consumo de cerca de 70% da água doce do mundo, 38% do uso de terra e 19% das emissões de gases estufa, diz o relatório que foi lançado para coincidir com o dia do meio ambiente no próximo sábado (05 de junho).
Diz o relatório: “Espera-se que os impactos da agricultura cresçam sustancialmente devido ao crescimento da população e o crescimento do consumo de produtos animais. Ao contrário dos combustíveis fósseis, é difícil producar alternativas: as pessoas têm que comer. Uma redução substancial de impactos somente seria possível com uma mudança de dieta, eliminando produtos animais.”
O painel de especialistas categorizou produtos, recursos e atividades econômicas e de transporte de acordo com seus impactos ambientais. A agricultura se equiparou com o consumo de combustível fóssil porque ambos crescem rapidamente com o maior crescimento econômico, eles disseram.
Professor Edgar Hertwich, o principal autor do relatório, disse: “Produtos animais causam mais dano que produzir minerais de construção como areia e cimento, plásticos e metais. Biomassa e plantações para animais causam tanto dano quanto queimar combustíveis fóssil.”
Ernst von Weizsaecker, um dos cientistas que lideraram o painel, disse: “Crescente afluência está levando a um maior consumo de carne e laticínios – os rebanhos agora consomem boa parte das colheitas do mundo e, por inferência, uma grande quantidade de água doce, fertilizantes e pesticidas.”
Por vista-se.com.br

Bom!

PV vai pedir impeachment de Justus e Curi

"Por Evandro Fadel
Curitiba - O Partido Verde do Paraná vai protocolar amanhã uma representação no Conselho de Ética da Assembleia Legislativa pedindo a perda de mandato dos deputados Nelson Justus (DEM), presidente da casa, e Alexandre Curi (PMDB), primeiro-secretário, por quebra de decoro parlamentar. Os dois foram alvo de ações do Ministério Público Estadual, que argumenta terem cometido crime de improbidade administrativa ao assinarem a contratação de funcionários "fantasmas". O MP pede o afastamento deles dos cargos que ocupam.
Na ação, o PV cita uma série de reportagens realizadas pelo jornal Gazeta do Povo e pela TV Paranaense, ambos da Rede Paranaense de Comunicação, que apontaram ter a Assembleia editado diários secretos com a finalidade de dar a impressão de legalidade às contratações dos funcionários. O MP afirma que, até agora, conseguiu comprovar o desvio de cerca de R$ 26 milhões, por meio de contas abertas para esses funcionários "fantasmas", e já apresentou várias denúncias. Em razão delas, estão presos os ex-diretores Abib Miguel (Geral), José Ary Nassiff (Administrativo) e Cláudio Marques da Silva (Pessoal).
O PV destaca que, em cumprimento do Regimento Interno da Assembleia Legislativa, Justus e Curi não poderiam desconhecer os atos dos diretores, que são a eles subordinados diretamente, e nem o destino dado aos recursos. O pedido de afastamento dos cargos também deve tomar as ruas do Paraná na terça-feira, quando a Ordem dos Advogados do Brasil pretende realizar um protesto "em defesa da moralidade e da transparência", às 18 horas. Em Curitiba, a manifestação está prevista para a Boca Maldita, no centro da cidade."
abril noticias

Feriado teve 32 mortes violentas em Curitiba e região

materia atrazada meio antiga:

"O feriado de Corpus Christi teve 32 mortes violentas em Curitiba e região metropolitana, de acordo com o boletim do Instituto Médico Legal. O balanço incluiu as ocorrências das 18 horas de quarta-feira às 18 horas de domingo. Do total, treze mortes aconteceram em decorrência de arma de fogo, duas de arma branca, duas de agressões físicas e dez de acidentes de trânsito. O restante refere-se a duas mortes com causa a esclarecer, duas por queda e uma por queimadura. O fim de semana foi o período mais violento. Foram nove registros por arma de fogo e sete devido a acidente de trânsito.
Neste domingo (6), logo depois do almoço, Osni Moraes de Souza Júnior, 22 anos, foi morto a tiros em Pinhais, na região metropolitana, quando saía de uma farmácia, localizada na Rua Reinaldo Crozetta quase esquina com Jacob Manhatan, no Jardim Cláudia. De acordo com familiares, o rapaz tinha ido comprar remédios e na saída foi surpreendido por bandidos. Vizinhos ficaram assustados.
“Nunca tinha visto uma coisa dessas na frente da minha casa. Não vimos o que aconteceu porque estávamos lá para dentro. Quando ouvimos os tiros, viemos ver. O rapaz já estava morto”, conta uma moradora da região. Osni foi morto dentro do carro. Um rapaz que estava de carona sobreviveu.
Na madrugada de domingo, o corpo de um rapaz ainda não identificado formalmente foi encontrado dentro de um rio, na CIC, nas proximidades da Rua Heiwz Pechener. De acordo com a polícia, o rapaz foi morto a pedradas. Informalmente, vizinhos dizem conhecer a vítima. Segundo eles, o rapaz era usuário de drogas."
gazetadopovo

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Ensaios-analises-diagnosticos

Algum tempo sem postar aqui no blog,
segue post de Cascaes:


"O desastre na Praça Tiradentes (ônibus ligeirinho, 10 de junho de 2010) mostra uma situação que precisa ser entendida com profundidade, necessária quando se toma decisões complexas e de alto risco.

Curitiba optou por utilizar ônibus, que denominou “ligeirinhos”, ou seja, implicitamente usa veículos que, lotados, pesando muito mais do que um automóvel, mais ainda que um pedestre, em trânsito misto, operando em velocidade maior (a energia é diretamente proporcional ao quadrado da velocidade) pode causar acidentes gravíssimos. Deveria ser dirigido com cautela, prudência, bem mantido e operado de forma segura. O edital em fase final de procedimentos tem, entre suas cláusulas, a elevação da velocidade média do sistema... Se a idéia era reduzir custos, vimos, ao contrário, a obrigação das empresas disporem, por exemplo, de ônibus para uso “social” gratuito, pode?

A capital paranaense torna-se mais e mais motorizada e suas ruas não se transformam com a mesma velocidade, algo necessário a tantos carros se houvesse espaço para todos. Sem metrô e tendo quase esgotado sua capacidade de fazer mais circuitos dedicados aos ônibus, enfrenta a opção de reduzir margens de segurança (e prudência) para conter tarifas (que dependem diretamente da velocidade média dos veículos) sem criar subsídios, ao contrário, agregando custos (concorrência para outorga de concessões, onerosa para os usuários e concorrentes sob diversos aspectos).

Qual é o grau de consciência de nossas autoridades e lideranças civis? O que pretendem? Que prioridades governam suas decisões? Sabem o que estão fazendo?

O acidente mostrou, nas reportagens publicadas, a necessidade de se esclarecer a importância da multidisciplinaridade de um tema tão importante quanto o transporte coletivo urbano. Se quisermos um bom padrão de diagnósticos e propostas sustentadas por indivíduos preparados especificamente devemos lembrar que isso significará agregar diversas análises, diferentes, feitas por especialistas de formações diversas e de alto nível. Atenção: impõem-se análises cautelosas, bem feitas, com ferramentas de última geração diante das dimensões curitibanas.

Felizmente em Curitiba temos recursos humanos excelentes. A cidade virou pólo automobilístico e suas universidades, a PMC e COMEC somam décadas de experiência.

A VOLVO exporta chassis de altíssimo nível, montados em Curitiba, o que fez para a cidade de Santiago do Chile, recentemente, para onde foram mais de mil carros[i] com piso rebaixado, articulados, motores com características excepcionais, controle de aceleração e desaceleração, freios especiais, suspensão inteligente, computador de bordo, caixa automática, ajoelhamento etc. Algumas encarroçadoras nacionais completaram o trabalho que nossos vereadores (Legislatura anterior) conheceram, pois lá estiveram visitando o sistema há dois ou três anos. Note-se que a capital do Chile fez investimentos colossais em transporte coletivo urbano nessa última década.

O LACTEC (instalado no Centro Politécnico da Universidade Federal e no CIETEP) possui um laboratório dedicado à indústria automobilística, que merece ser conhecido pela população de Curitiba e pode fazer muito mais se tiver o apoio de nossas autoridades e souber aproveitar recursos dos Fundos Setoriais da FINEP, por exemplo, para pesquisa e desenvolvimento de produtos e soluções. Note-se que esse laboratório abriga diversos ambientes de P&D, possibilitando uma sinergia rara.

Se quisermos falar de vivência prática a COPEL (uma empresa sob controle estatal), entre outras empresas, acumula décadas de experiência de manutenção de instalações complexas, de alto risco, excepcionalmente exigentes. Note-se que a implementação plena do projeto BEL (Banda Extra Larga) viabilizará sistemas de supervisão com padrão excepcional de qualidade e confiabilidade.

Isso tudo significa a possibilidade de trabalhos especiais, desde que nossas autoridades se harmonizem e aproveitem ao máximo o que nosso estado oferece.

Ou seja, além dos tarifeiros, economistas, administradores, urbanistas, arquitetos, engenheiros civis, de informática, eletrônica etc. em Curitiba encontramos uma plêiade de especialistas em mecânica, matemáticos, técnicos em ensaios, pesquisadores e doutores que poderão, se acionados de forma correta, contribuir para um aprimoramento gradativo do sistema existente.

Mais ainda, com a ajuda de sociólogos, psicólogos, médicos e outros profissionais da área da saúde há como prevenir problemas relativos aos recursos humanos da frota operante, algo extremamente importante diante do que vimos e ouvimos gratuitamente, simplesmente usando os ônibus e prestando atenção à conversa de motoristas e cobradores.
A dimensão do transporte coletivo urbano de Curitiba justifica esse cuidado.

Curitiba é modelo para o resto do Brasil, isso também é perigoso.

Os maus exemplos podem ser entendidos como boas soluções. A cidade já teve sua fase áurea, o que explica a fama. Além das canaletas e tudo o que podemos ver hoje, fora aspectos técnicos e gerenciais menos visíveis, foi, exemplificando sua fase dourada, a primeira cidade do Hemisfério Sul a ter um sistema ótico (comandado à distância) de supervisão do trânsito (projeto Marcos Prado, sistema abandonado inexplicavelmente após enormes investimentos e operação durante poucos anos).

Pior ainda quando sabemos que interesses econômicos colossais pairam sobre a exploração (no sentido lato desta palavra) dos transportes coletivos urbanos, interesses que muitas vezes extravasam a legalidade na simbiose deletéria entre a política e negócios.

Ficamos em dúvida quanto aos critérios gerenciais existentes observando o que está acontecendo.

Diante de tudo isso, devemos e podemos exigir de nossas autoridades um trabalho sério, responsável, competente até por que o mundo está mudando em todos os sentidos cobrando mais cuidado com as cidades e, graças à internet e à liberdade de comunicação, poderemos sustentar indefinidamente campanhas de alerta e vigilância dos serviços essenciais e suas concessionárias...

Talvez tenhamos menos do que pretendemos, mas se formos perseverantes alguma coisa poderemos corrigir."

Cascaes
14.6.2010
otransportecoletivourbano

terça-feira, 8 de junho de 2010

Feiras de adoção até dia 13 junho

Feiras de adoção até dia 13 de junho - Curitiba
12-06-2010 Feira "Eu adotei um animal de rua. E você?" - Jardim Social - Curitiba PR
12-06-2010 Feira de doação de cães - Bacacheri - Curitiba PR

13-06-2010 Evento de Adoção de Cães e Gatos - Centro Cívico - Curitiba PR



De http://www.olharanimal.net/eventos-de-adocao

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Bagageiro na bicicleta

A bicicleta tem um compartimento no quadro p/ guardar, segundo a fabricante, case notebook, pasta do trabalho, a mochila da escola, ou uma pasta com mesmo tamanho. Medindo 400 x 320 x 95 mm e com 12.16 litros; é uma idéia p/ um espaço não utilizado, transformando a bicicleta cada vez mais em veículo(já incluido no CTB).
Vendida pela TATO(fabricante suiça) por $1,599 francos suíços ou R$2500,00 reais.

Fabricantes serão responsáveis pela coleta e tratamento do lixo tóxico

O projeto aprovado na última quarta-feira (2), pela Câmara de Vereadores de Curitiba, prevê que os fabricantes, distribuidores e revendedores de produtos geradores de resíduos tóxicos serão responsáveis pela coleta, armazenagem e tratamento dos produtos fabricados. O documento contempla como resíduos potencialmente poluidores pneus, pilhas, baterias, lâmpadas, embalagens de tintas, solventes, óleos lubrificantes e lixo eletrônico.

O descumprimento das normas implicará em penalidades não apenas aos fabricantes, distribuidores e revendedores, mas também aos consumidores. As multas variam de R$ 100 a R$ 10 milhões. Desta forma, os fabricantes e distribuidores ficam responsáveis por recolher o lixo nas lojas revendedoras e o consumidor fica responsável por levar o lixo tóxico até o local em que o adquiriu.

A partir da data de publicação da lei, os fabricantes nacionais e importadores, que originam resíduos especiais comercializados em Curitiba, terão um prazo de 180 dias para apresentar um plano de gerenciamento individual ou coletivo, para a prefeitura da cidade, que mostre como a lei será aplicada na prática. “Do ponto de vista ambiental, este é o projeto mais importante dos últimos dois anos de atuação da câmara”, acredita a vereadora Julieta Reis (DEM) que, juntamente com o vereador João Cláudio Derosso (PSDB) e João do Suco (PSDB), formulou o projeto.

Segundo ela, a pretensão é de diminuir a quantidade de lixo depositada nos aterros para que um dia ele possa acabar e ser substituído pela usina metropolitana de reaproveitamento. “Com a lei, vai aumentar a responsabilidade ambiental de todo mundo”, opina.


A bióloga e gestora ambiental Regina Zanelato explica que produtos como a pilha e a lâmpada florescente precisam de uma destinação diferenciada, porque possuem componentes tóxicos que são agressivos a saúde humana e contaminam o meio ambiente. “É um problema ambiental a destinação correta destes materiais, e medidas legais são importantes porque são formas de fazer com que as pessoas se adaptem as exigências”, defende.

Desde 1998, a prefeitura de Curitiba disponibiliza caminhões de coleta de lixo tóxico por terminais da cidade. Em cada dia do mês, o veículo fica estacionado em um terminal de ônibus diferente, das 7h às 15h, mas poucas pessoas conhecem esse serviço de coleta. Nestes locais a população pode entregar pilhas e baterias vencidas, cartuchos de tinta de impressão, embalagens de inseticidas e venenos agrícolas, latas de tinta, remédios vencidos, óleos de origem animal e vegetal e lâmpadas fluorescentes.

No primeiro bimestre deste ano, a coleta nos 24 terminais totalizou 5,2 toneladas de lixo tóxico recolhido. Mas, segundo a vereadora, essa coleta realizada com os caminhões pode terminar caso a proposta apresentada pelos fabricantes não preveja algum acordo com a prefeitura para continuar a efetuar esse trabalho.

Em Colombo, a prefeitura da cidade distribuiu coletores feitos com garrafas pet, com um rótulo do programa “Energia Positiva”, em escolas, centros de educação infantil, unidades de saúde e alguns pontos de coleta voluntários. Ao todo são mais de 120 estabelecimentos que realizam a coleta de pilhas usadas, desde o segundo semestre de 2009. Até o momento, apenas 18 locais já devolveram o material arrecadado, totalizando mais de oito mil pilhas recolhidas.

Após a coleta, as pilhas são armazenadas em local específico e por enquanto ainda não tem destino certo. “Estamos estudando a melhor destinação possível, uma vez que uma única empresa recicladora de pilhas e baterias existente no país, em São Paulo, cobra por este serviço”, explica o biólogo da secretaria de meio ambiente de Colombo, Gilmar dos Santos.

Desde agosto de 2008, a empresa auto viação Colombo também participa do programa da prefeitura disponibilizando coletores especiais dentro dos ônibus, para que os usuários possam depositar pilhas velhas. A empresa ainda não apresentou dados atualizados, mas de agosto a dezembro de 2008 ela coletou mais de uma tonelada de pilhas, baterias e recarregadores de celular.
Fonte: Jornale"

quinta-feira, 3 de junho de 2010

De bicicleta voce se salva

Porque a bicicleta é um transporte mais seguro; só ver o vídeo:

http://www.break.com/index/worlds-luckiest-bike-rider.html

Gestão ambiental nos municípios do Estado

"Relatório de sustentabilidade ambiental divulgado ontem pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), mostra que 274 (70%) dos municípios do Paraná contam com instrumentos de gestão ambiental, como conselhos, consórcios intermunicipais e comitês de bacias hidrográficas.

De acordo com a coordenadora do estudo, Ana Claudia Muller, a aplicação de políticas ambientais tem refletido diretamente no desenvolvimento econômico dos municípios.
Além de demonstrar os avanços na área de sustentabilidade ambiental, ela ressalta que os indicadores evidenciam as áreas que mais carecem de políticas públicas ambientais e econômicas.

Ana Claudia chama a atenção para regiões que dispõem de recursos reduzidos a serem aplicados em áreas de conservação, como em alguns municípios do Norte Velho. “Essa região não tem um bom dinamismo econômico. É uma das que estão mais vulneráveis e que mais necessitam de políticas públicas de proteção ambiental”.

O levantamento também traz informações quanto ao número de municípios beneficiados com o ICMS ecológico, que prevê recursos para os municípios que desenvolvem programas de áreas protegidas e mananciais de abastecimento. Segundo o Ipardes, 240 municípios recebem atualmente o benefício.

O levantamento do Ipardes também mostra que, nos últimos três anos, o Paraná perdeu 0,6% de sua cobertura vegetal nativa. Atualmente a vegetação representa 12% do território paranaense.
Desde 1980, a perda foi de 3,5%. “A estabilização da perda vegetal é reflexo dos investimentos que o Estado vem fazendo na recuperação e conservação destas áreas”, observou Ana Claudia Muller.

Transporte


De acordo com o Ipardes, no Paraná, a taxa de veículos particulares para cada mil habitantes é de 90% e 10% é de transporte coletivo. São 3,88 ônibus para cada mil habitantes e 37 veículos particulares para cada mil.
Outro dado inédito divulgado ontem refere-se ao uso de agrotóxicos, já que o Paraná possui 80% de seu território ocupado pela produção agropecuária. Segundo o Ipardes, o Paraná utiliza 12 quilos de agrotóxico por hectare ao ano, enquanto a média brasileira de consumo é um terço menor 4 quilos por hectare ao ano."
De parana-online

A desgraça foi feita!(e continua!)

Exposição e oficinas de jardinagem na Semana do Meio Ambiente - Shopping Jardim das Américas

Para comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente e da Ecologia, celebrado em 05 de junho, o Shopping Jardim das Américas preparou atividades especiais direcionadas a públicos de todas as idades. Serão exposição de artigos especiais e oficinas de paisagismo na praça de eventos do local, além de distribuição de mudas de diferentes plantas.

Durante a Semana do Ambiente, Oficinas de Jardinagem direcionadas ao público adulto e infantil serão ministradas pelo Mago Jardineiro, o técnico em saneamento e paisagismo ecológico Ademar da Silva Brasileiro. Do dia 1º a 04 de junho, às 15h, 17h e 19h, crianças, jovens e adultos podem aprender a produzir jardins, hortas e organizar espaços ecológicos. Para participar, basta fazer a inscrição pelo telefone (41) 3366-5885 - Ramal 5804 ou no quiosque de informações e chegar meia-hora antes para confirmar presença. As inscrições são gratuitas e cada oficina terá 20 vagas.

A programação ecológica do Shopping Jardim das Américas para a semana também inclui uma interessante exposição de móveis e artefatos de decoração confeccionados a partir do manejo sustentável de bambu. Promovida em parceria com a Associação Gralha Azul, a mostra ficará aberta na Praça de Eventos de 1º a 05 de junho, das 10h às 22h.

A entrada para visualização das peças de bambu é gratuita e os objetos também estarão disponíveis para comercialização no local. 


Serviço:
Oficinas de jardinagem
1º a 04 de junho – 15h | 17h | 19h
Local – Praça de Eventos
Inscrições – Gratuitas, no quiosque de informações ou pelo telefone (41) 3366-5885 - Ramal 5804

Exposição Manejo Sustentável de Bambu
1º a 05 de junho – das 10h às 22h
Local – Praça de eventos
Entrada Franca

Shopping Jardim das Américas
Rua Nossa Senhora de Lourdes, 63
Bairro Jardim das Américas | Curitiba – PR
(41) 3366-5885
www.shoppingjardimdasamericas.com.br

CET vai apagar pintura de bicicleta feita em motofaixa na zona central de SP

Tentativa de forçar um ciclofaixa:

"A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego)apagou quinta-feira (27) a pintura de uma bicicleta que foi feita clandestinamente no local que será a motofaixa na rua Vergueiro, região central de São Paulo. As obras do corredor exclusivo para motos terminaram no dia 30 de abril, mas o local ainda não foi sinalizado e, por isso, não começou a funcionar oficialmente. Mas, alguns motoboys e até ciclistas já estão usando a faixa. Ainda não há uma data para a liberação do corredor."

Mais um incentivo a moto (poluidora 5 vezes mais que o carro) de trafegar mais rápido, e chamar mais motoqueiros e motos para as ruas.

E a ciclofaixa?
Ciclofaixa onde?
Ah eh, era só "conversa"!

População amarra criminoso em poste de Brasília

"Um assaltante foi preso pela população em um poste após roubar uma bicicleta, em Brasília (DF), nesta quinta-feira (27). O homem ficou amarrado por mais de uma hora, até a polícia chegar ao local.
Funcionários de uma padaria afirmaram que o homem é suspeito de cometer diversos assaltos na região. Eles disseram ainda que o criminoso intimidava os moradores.
De acordo com o delegado Alexandre Nogueira, o homem já havia sido detido na manhã desta quinta-feira, mas não havia nenhuma acusação contra ele. Por isso, foi liberado. Agora o suspeito está preso e pode pegar pena de quatro a dez anos."

Veja o video no link abaixo:
http://noticias.r7.com/rio-e-cidades/noticias/populacao-amarra-criminoso-em-poste-de-brasilia-20100527.html

É a justiça sendo feita pelos próprios intimidados.

Décadas perdidas - problemas urgentes

Desafios para a sustentabilidade
http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=1007982&tit=Desafios-para-a-sustentabilidade
Décadas perdidas e a urgência de ações saneadoras no Paraná

A crise econômica e financeira em que o Brasil mergulhou, após erros crassos de planejamento e investimentos inoportunos (e caríssimos) na década de setenta do século passado, cobrou um preço elevadíssimo da sociedade brasileira.
Nossa indústria superprotegida não suportou a concorrência externa e perdeu o mercado interno com a falência nacional. O desemprego impôs, inclusive, a criação de frentes de trabalho de modo a se evitar o desemprego entre pessoas mais humildes. Parou, fecharam ou privatizaram o BNH, a EBTU, DNOS, RFFSA, complexo siderúrgico, empresas de telecomunicações etc., pois se tornaram ineficazes pela falta de recursos e vícios antigos ou adquiridos no início da década de oitenta, destruindo nossa esperança em relação aos poderes públicos e desmanchando-se instituições, algumas delas, importantes.
A Constituição de 1988 aconteceu num clima messiânico e a panacéia da democracia, padrão Brasil, cheia de leis modernas, na última moda, não funcionou como sonhávamos.
Nesse cenário o estado do Paraná foi fundamental à recuperação econômica de nosso país, ao custo de quase todas as suas florestas, fazendo o pouco que sobrou, plantar soja e criar gado. A produção de energia elétrica, uma das grandes causas do precipício em que mergulhamos, usinas extemporâneas, enormes, sem carga, sem poder vender seu produto, contribuiu com menos de 1% do desflorestamento paranaense, viabilizando, contudo, muita energia que agora usamos, o resto veio mesmo por efeito de um processo de agricultura extensiva, sem controle, que em muitas regiões se transformou em pecuária. No campo a erradicação do café e a absoluta falta de atenção com os agricultores não proprietários de grandes fazendas gerou milhões de emigrantes, situação agravada pela mecanização e automação da agroindústria. O Paraná espalhou gente sua pelo Brasil, parte desse povo mergulhando nas favelas das grandes cidades.
Lei Kandir[i] e outros artifícios, como, por exemplo, criar dificuldades às exportações pelo Paraná e sul do Brasil (travamento da duplicação da BR 116, não construção de uma boa ferrovia para Paranaguá, porto sem grandes investimentos, aeroporto Afonso Pena minimizado, demora na duplicação de rodovias, ensino profissional ruim no interior do estado etc.) deixaram o nosso estado atrasado em relação a outros mais espertos.
Agora vemos o problema dos agrotóxicos, não tão novo assim. No início dos anos “democráticos” recentes esse era um cavalo de batalha de muitas lideranças entendidas no assunto; infelizmente optaram pela discussão ideológica, abandonando a luta técnica pelo aprimoramento da agroindústria. O saneamento básico, sofrendo as fantasias da Constituição de 1988, passou para os municípios, o menor espaço engenheiral possível no cenário nacional. Saindo da esfera estadual, temos lixões, serviços precários de água e esgoto, uma série de problemas que ainda se agravaram com as teses neoliberais que quase transformaram a Sanepar numa simples máquina de fazer dinheiro e prejudicaram funções de fiscalização importantes.
O artigo “Desafios para a sustentabilidade” de Aniela Almeida, Gazeta do Povo, edição de 28 de maio de 2010 (indicado acima) merece ser lido e discutido com atenção pelos políticos, engenheiros, lideranças civis, inclusive por falar do trânsito nas cidades com fatos e dados importantes.
Afinal, que Paraná nós queremos?
Teremos eleições, quais são as nossas prioridades, a Copa do Mundo?

Cascaes
28.5.2010
Mirante Pela Cidadania

Banda viaja de bicicleta

Esta banda viaja de bicicleta, e gera a energia eletrica em seus shows.

http://www.youtube.com/watch?v=kZbAIiTZ9bk&feature=player_embedded#!

Curitiba e RMC registraram seis mortes violentas em nove horas

Em Curitiba e nos municípios da região metropolitana (RMC) foram registradas seis mortes violentas em um período de nove horas, entre as 19h40 de quarta-feira (26) às 4h40 de quinta-feira (27). Segundo relatório do Instituto Médico Legal (IML), cinco dos casos aconteceram na capital paranaense e o outro em São José dos Pinhais. Todas as mortes foram causadas por ferimentos provocados por armas de fogo.
O primeiro caso foi registrado às 19h40, no bairro Boqueirão. Paulo Mariano Neves, de 39 anos, foi assassinado com dez tiros, perto de sua casa, na Rua Waldemar Nonaistener. De acordo com a Delegacia de Homicídios (DH), a vítima trabalhava como pedreiro e não tinha antecedentes criminais. Antes de ser executado, Neves teria deixado seu carro na garagem de um vizinho. Testemunhas informaram à polícia que dois homens passaram em uma motocicleta e efetuaram os disparos.
A DH investiga a possível ligação do crime com denúncias que Neves teria apresentado em relação a possíveis irregularidades em uma associação de moradores e sobre a sensação de insegurança entre moradores do bairro.
Em São José dos Pinhais, Willian Cristian da Silva Ruiz, de 26 anos, foi encontrado morto às 21h20, em uma rua do bairro Rio Doce. Segundo a Polícia Militar (PM), havia marcas de vários disparos de arma de fogo no tórax da vítima, que era foragida da delegacia de São José dos Pinhais.
A última ocorrência foi registrada no bairro Cajuru, em Curitiba, às 4h40. Claudiane Garcês das Neves, de 33 anos, morreu após ter sido atingida por quatro disparos. No local do crime, policiais militares encontraram cápsulas de pistola 380. Segundo a PM, familiares da vítima informaram que Claudiane era usuária de drogas. Os outros casos aconteceram nos bairros Portão, Tatuquara e Pinheirinho, em Curitiba.
gazetadopovo.com.br

1º Encontro 4R ensina a reduzir, reutilizar, reciclar e repensar

A Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior realizou, nesta segunda-feira (31), o “1º Encontro 4R – Reduzir, Reutilizar, Reciclar e Repensar”. O objetivo foi propor alternativas viáveis para melhorar a qualidade de vida e promover a consciência ambiental entre os colaboradores da Secretaria, incentivando mudanças de comportamento em relação ao desperdício e à reutilização de materiais. Durante todo o dia, foram realizadas palestras e dinâmicas, além de uma mostra fotográfica.

“É inovadora a forma com que o programa de reciclagem é desenvolvido na Secretaria. Fico contente com o empenho da comissão, no trabalho de implantação e divulgação do programa. A criatividade do evento chamou minha atenção, pois é uma maneira de envolver o público interno por uma causa maior, que é o meio ambiente. Pensamos, inclusive, em expandir o programa para as nossas outras instituições vinculadas”, afirmou o secretário de Estado, da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Nildo José Lübke.

O evento iniciou com o pronunciamento do diretor geral da Secretaria, Álvaro Rychuv, e prosseguiu com a premiação do setor que menos produziu resíduos e que destinou de maneira mais adequada o lixo em toda a Secretaria: a Assessoria Técnica. “Penso que a reciclagem é uma das soluções viáveis para que possamos preservar o planeta e utilizar de forma racional os recursos. São poucas pessoas no mundo que se dedicam a essa tarefa. Entendo que esse trabalho deve prosseguir com ênfase e vontade de todos, para que possamos dizer que a Secretaria, além de cuidar de todo o ensino superior no Paraná, tem como referencial a preocupação com o meio ambiente”, afirmou Rychuv.

O presidente da Associação Paranaense das Instituições Estaduais de Ensino Superior Público (Apiesp), Antônio Alpendre da Silva, também esteve no evento representando os diretores e reitores das faculdades e universidades estaduais. “Estou lisonjeado em participar dessa ação que, sem dúvida, é um exemplo. Da mesma forma, parabenizo a equipe da Secretaria, que teve a iniciativa da campanha. Isso torna-se referência para todas as nossas instituições e filiadas”, afirmou Alpendre.

No hall da secretaria foi apresentada uma mostra de fotos, com imagens produzidas pelos funcionários e colaboradores da Secretaria. Foram expostas fotografias que retratam elementos ambientais, simbolizando a importância de promover a preservação da natureza, e que também mostram a degradação ambiental. A proposta tem o objetivo de incentivar a participação dos funcionários e retratar a forma com que cada um enxerga o meio ambiente.

No período matutino, foi realizada a palestra “Resíduo ou Lixo? Uma questão Cultural”, ministrada pelo biólogo e coordenador de resíduos sólidos da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Laerty Dudas.

A Comissão para Coleta Seletiva Solidária foi instituída no dia 24 de abril do ano passado, através da Resolução 20/09, com fundamento no Decreto n.° 4167/2009. Desde então, foram implementadas diversas ações com o objetivo de promover a destinação adequada dos resíduos produzidos na Secretaria, além de incentivar mudanças de comportamento de seus colaboradores. Entre as ações empreendidas pela Comissão para Coleta Seletiva Solidária, estão a implantação de canecas de porcelana para os colaboradores, uso consciente de papel e a separação adequada entre os resíduos orgânicos e recicláveis.

Porsche 911 GT3 ganha versão leve e ecológica

por ALBERTO POLO JÚNIOR

Que tal um Porsche 911 de 99,6 quilos e emissões de poluentes zero? Trata-se do Ferdinand GT3 RS, que além do formato e das dimensões do mítico modelo alemão, carrega o primeiro nome do fundador da Porsche. Saiba, porém, que ele será o mais lento esportivo da história.
Isso porque o GT3 RS é movido a pedais. Tem relação de marchas e guidão de bicicleta, além das rodas com pneus finos. Um motor não usado por “questões econômicas”. A carroceria é recoberta de papel metálico dourado e as tomadas de ar servem para refrescar o motorista-ciclista.
Atrás, o imenso aerofólio ajuda a criar pressão aerodinâmica sobre o eixo traseiro quando o Ferdinand atinge sua velocidade máxima de cerca de 5 km/h. Se quiser tirar mais potência, basta convidar um passageiro para pedalar junto.
Sem qualquer vínculo com a Porsche, a não ser o nome e o formato da carroceria, o 911 a pedal foi apresentado em tom de brincadeira. E, pode até parecer piada, está em exposição no Museu de Arte Moderna de Lentos, em Linz (Áustria).



Se levado um pouco a sério, É possível sim, não deixa de ser uma boa ideia; um compacto semelhante a um Smart, com uma bem bolada relação de engrenagens e um pedal ali; estaria otimo já.