segunda-feira, 12 de julho de 2010

Trocar carro por bike faz bem para a saúde e para o bolso

"Brasil é o terceiro maior fabricante mundial de bicicletas, atrás da China e da Índia

São Paulo já é uma das maiores cidades do mundo e, como outras desse porte, sofre com um problema que custa tempo, dinheiro e saúde a seus cidadãos: trânsito. Uma forma de tentar diminuir esses problemas, no entanto, já foi inventada no século 19 e está mais ao alcance que nunca: a bicicleta.

No quesito economia, a troca do carro ou do ônibus pela bicicleta é tentadora. Uma pessoa que precise de apenas um ônibus para chegar ao trabalho e um para ir para casa gastou nos 21 dias úteis de junho, por exemplo (excluindo o feriado de Corpus Christi, no dia 3), R$ 111,30. Nos 12 meses do ano, o gasto fica em torno de R$ 1.300. Se nessa conta entrarem mais duas viagens de metrô (ida e volta), o gasto pode ficar em torno de R$ 2.600.

Já para começar a pedalar, basta um capacete e a própria bicicleta, diz a diretora de marketing e relações internas da fabricante de bicicletas Caloi, Juliana Grossi. O valor envolvido na mudança pode ficar em até um quarto daquele gasto - um capacete custa, em média, R$ 150, e uma bicicleta pode ser encontrada a partir de R$ 250. Mesmo com desgaste de peças, como cabos e freios, e com um ou outro eventual pneu furado, dificilmente o gasto com a bicicleta chegaria ao dobro desse valor no ano.

Ela destaca a necessidade não só de investimentos em infraestrutura e segurança da cidade, para que a bicicleta seja vista como uma opção real em termos de transporte, mas também de uma evolução na própria cultura do brasileiro para fazer essa mudança.

- De alguns anos para cá percebemos algumas mudanças em favor da bicicleta. A bicicleta, que sempre foi aliada a uma forma de atividade física e vida saudável, passou também a ser vista como meio de transporte sustentável e como alternativa aos grandes problemas de congestionamento que existem nas grandes cidades do país.

Ela ressalta ainda a mudança política que decorre dessa mudança de visão.

- Hoje vemos alguns políticos trabalhando ativamente a favor de que se pedale mais no país. Certamente a falta de infraestrutura impede um crescimento maior.


Produção
Para este ano, a expectativa da Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares) é de uma produção de 5,7 milhões de unidades; para 2011, no entanto, a produção deve chegar à marca de 6 milhões de unidades e em 2012, de 6,3 milhões.

O resultado representa uma recuperação em relação a 2009, quando a produção caiu a 5,3 milhões de unidades - abaixo dos 5,8 milhões de 2008.

O país fica atrás apenas de China - com 65% da frota global de bicicletas, o equivalente a impressionantes 80,7 milhões de unidades - e Índia - com 11,9 milhões -, segundo a Abraciclo.

Grossi disse que a expectativa da Caloi para este ano é de produzir 800 mil unidades, e aproveitar que o mercado de bicicletas está aquecido.

Mercado
Ainda de acordo com a Abraciclo, o Brasil é o quinto maior mercado mundial de bicicletas. No país a região Sudeste lidera em número de bicicletas, com 28,8 milhões de unidades - ou 44% das que rodam pelas ruas, estradas e parques do país.

O Nordeste responde por 26% do total, com 16,8 milhões de unidades. No Sul elas são 9,1 milhões, ou 14% do total. Centro Oeste e Norte estão empatados, com 8% (5,2 milhões de unidades) cada.

Do total de bicicletas circulando no país, 50% são usadas em substituição a veículos poluidores - ou seja, são pessoas que vão ao trabalho, à escola, faculdade, igreja pedalando. Como forma de lazer é a preferência de 17%.

Um dado que pode ser visto como um bom sinal: 32% do total de bicicletas é de uso infantil - crianças essas que, dessa forma, estariam dedicando menos tempo a video-games, redes sociais e outros passatempos sedentários."

Fonte: R7

Freso que, alem de trocar carro por bike fazer bem para a saúde e para o bolso, infuencia na mobilidade sustentavel e no meio ambiente.

O Perigo das Carnes Processadas

"Pessoal, a Renata me procurou contando que na escola da filha dela o cardápio tem incluí­do quase diariamente salsichas, e nós bem sabemos que salsichas e lingüiças produzidas atualmente, por mais gostosas que possam parecer, estão longe de ser um alimento saudável para nós e muito menos para nossas crianças, que ainda estão formando seus hábitos alimentares.
E o maior problema, ao contrário do que muita gente pensa, é a inclusão de órgãos e ví­ceras no seu preparo. Eu até descobri que essas carnes estão entre as mais saudáveis. O “nojo” que a maioria de nós sente é apenas por uma questão cultural…
Os embutidos de antigamente, produzidos de forma artesanal, ainda que levassem restos de bichos, órgãos e outras carnes não utilizadas em seu estado normal, eram muito saudáveis porque não continham corantes, conservantes (como os mal-falados nitratos e nitritos), realçadores de sabor (como o glutamato monossódico) e muito menos continham restos de “sabe-se lá o quê”.
Da forma como são produzidas hoje, só me resta sugerir que fiquem longe dos embutidos, para o bem da sua saúde e dos seus filhos. A não ser que você tenha a sorte de saber prepará-las em casa da forma tradicional ou conheça alguém de confiança que prepare.
Eu compro meu salame na feira semanal que tem em Balneário Camboriú – SC, mas como não estou sempre lá, cada vez que vou trago um montão, e deixo curtindo, pendurada num gancho na janela da minha cozinha. Na feira de orgânicos da Água Branca uma amiga também me fornece lingüiças frescas de vez em quando. Ela mesma faz na fazenda dela, sem nada para conservar além de sal. Tudo de bom!!!
Num estudo recente, mais de 1500 pacientes sofredores de adenomas colorretais (pólipos pré-cancerí­genos no cólon) tiveram suas dietas investigadas. Vários anos depois eles foram reexaminados para saber se seus pólipos haviam retornado.
Os pacientes que tinham uma dieta rica em carnes processadas, onde aí­ se incluem as salsichas, salames, mortadela, bacon, lingüiças, etc, apresentaram um risco muito maior de desenvolver novamente o problema.
Entretanto, aqueles com dietas ricas em outras carnes frescas, como galinha caipira, estavam com o risco diminuí­do. O câncer colorretal é o segundo tipo de câncer que mais mata nos Estados Unidos, mais de 57000 pacientes morrem a cada ano."
Science Daily December 21, 2005
American Journal of Clinical Nutrition December 1, 2005; 82(6): 1169-1177
Mais algumas razões para evitar as carnes processadas
Um par de estudos recentes indentificaram potenciais riscos à saúde relacionados ao consumo de carnes processadas, incluindo câncer de mama, e obstrução pulmonar crônica (COPD, em inglês).
O consumo de carne vermelha processada ou incorretamente preparada (como em churrascos) está ligado a uma maior incidência de câncer de mama, uma conexão ainda mais forte quando se trata de mulheres na pré-menopausa.
Uma da explicações pode estar nos compostos produzidos quando a carne é grelhada em altí­ssimas temperaturas – aminas heterocí­clicas e hidrocarbonetos aromáticos policí­clicos – que comprovadamente promovem o crescimento de tumores.
Um outro estudo, com mais de 7000 pacientes – a maioria deles idosos – mostrou que carnes curadas, como presunto, bacon, salsichas e lingüiças estão relacionados a uma pior função pulmonar e um risco maior de COPD, mesmo se levando em conta a dieta e inúmeros outros fatores de risco. Os pacientes que mais consumiam carnes processadas eram também normalmente os que consumiam menos frutas, verduras e legumes, o que pode ter colaborado para o problema.

Mudança no Código Florestal Brasileiro é um retrocesso

No tempo em que se deveria endurecer ainda mais o coração contra o desmatamento e lidar com a destruição das matas e da natureza com punho de ferro, o Brasil dá um passo para trás e aprova um código de leis permissivas que condenam o meio ambiente.
Nos tempos em que mais o ser humano precisa se conscientizar e agir em defesa da natureza, mudanças extremamente questionáveis ocorrem no Código Florestal Brasileiro, que chegam mesmo a ameaçar florestas e ecossistemas nacionais, causando prejuízos a toda a população, atual e futura, do planeta.
Instituído em 1965, o Código Florestal é um dos mais importantes sistemas de leis de proteção ambiental do país, contendo pressupostos vitais na conservação de recursos naturais. As alterações no corpo do documento marcam um retrocesso histórico e colocam em risco a sobrevivência das espécies, matas e reservas florestais.
Igualmente a diversos golpes políticos que o passado registrou em nossa história, essas mudanças mais se parecem com uma manobra bem articulada para o beneficio imediatista, limitado e irresponsável de alguns, sobretudo, dos ruralistas que alegam precisar de mais chão para plantar e criar, dando, com isto, o alimento que o mundo deseja.
Não se pode dizer que não era necessária uma reforma no código; ao contrário, isto era evidente e vinha sendo discutido com recorrência até que se criou a Câmara Técnica Temporária no Conselho Nacional de Meio Ambiente, que passou a construir, desde abril de 1999, a modernização da legislação florestal, mediante consulta ampla e democrática.
Foi justamente esta postura democrática, para não voltar a dizer a consciência, que faltou no momento de se firmarem as alterações, já que se pendeu para um só lado: o dos ruralistas. Mesmo com os esforços para deter a articulação rápida entre as entidades civis ligadas a questões ambientais, o texto substitutivo que recebeu o nome de Projeto de Conversão tramitou em tempo recorde e chegou ao Congresso Nacional em apenas seis dias.
13 votos contra cinco foi o resultado da votação que aprovou o texto que, entre outros absurdos, anistia os desmatadores de reservas legais e áreas de preservação permanente, reduz a área legal da Reserva Legal no Cerrado de 50 para 20% e a da Amazônia de 80% para 50%. O percentual, no caso, respeitando-se esse limite, passará a ser definido pelos Estados que, sabemos, possuem interesses próprios.
O texto autoriza que áreas de reflorestamento de pinheiros ou eucaliptos, bem como as de plantio de eucalipto, manga, coco, limão e outras culturas, sejam consideradas reservas legais, passando a ocupar o status de vegetação nativa. Que grande coisa para os exploradores da terra que não sabem ou, simplesmente, desprezam o valor de uma mata virgem.
O novo código também permite que florestas nativas sejam convertidas em lavouras nas propriedades mais produtivas, sem qualquer necessidade de se obter licença das autoridades ambientais, e que haja exploração econômica de florestas e outras formas de vegetação nas áreas de preservação permanente (margens dos rios, lagos e reservatórios, áreas de encosta e topos de morros).
Admite, também, que as florestas de preservação permanente sejam usadas para realização de construções, abertura de estradas, canais de derivação de água, e ainda para atividades de mineração e garimpo. Uma vitória que agrada aos exploradores e decepcionam os ambientalistas e a própria humanidade, uma vez que corrobora com a pior prática de desmatamento e deterioração da natureza. Além disso, houve uma redução da preservação das matas ciliares à margem de cursos com menos de cinco metros de largura, de 30 para 15 metros.
Estabelece-se o período de cinco anos consecutivos sem derrubada de matas para atividades agropecuárias e consolidação das áreas já utilizadas. Determina, também, a regularização da situação de cerca de 90% dos produtores rurais, que estão hoje na ilegalidade. Já para quem desrespeitar a lei ambiental, rege a obrigatoriedade de recompor as áreas destruídas ou desmatadas, com o que o responsável estará sujeito a sanções cíveis e penais. Isto, claro, se houver eficácia na fiscalização.
O cidadão que suprimir a vegetação de forma ilícita (contando a partir de 2008) ficará proibido de receber novas autorizações de supressão de vegetação. Mas, como a derrubada a favor das culturas é lícita, os latifundiários colherão a rodo, enquanto o mundo perderá ainda mais suas defesas naturais, corrompendo talvez uma última chance que ainda se tem de reverter em parte os danos causados à natureza terrestre.
Não podemos nos esquecer de que o Brasil, por sua extensão e por abrigar a Amazônia, representa uma das maiores esperanças mundiais de sobrevivência ambiental, onde se incluem os fatores que visam conter o crescimento do aquecimento global ou as águas que, por consequência deste, aumentam de volume por conta do degelo e procuram mais e mais espaço para ocupar no mundo.
O ser humano tem sido imediatista, talvez por ter sido criado à imagem e semelhança de um deus que, a julgar pelo que se registrou no Antigo Testamento da Bíblia sagrada, assim também o é. Porém, estamos enfrentando uma ameaça de destruição causada por este jeito de ser. Por querer resolver apenas os problemas atuais sem se pensar no futuro é que estamos passando por tantas tragédias. Inundações, tsunamis, tufões.
Contra o imediatismo humano, ambientalistas do mundo inteiro defendem a aplicação do conceito de sustentabilidade, inclusive, no Brasil. Segundo o Relatório de Brundtland, de 1987, sustentabilidade é “suprir as necessidades da geração presente sem afetar a habilidade das gerações fufutras de suprir as suas”.
Na Wikipédia da internet, está escrito que a “Sustentabilidade propõe-se a ser um meio de configurar a civilização e atividade humanas, de tal forma que a sociedade, os seus membros e as suas economias possam preencher as suas necessidades e expressar o seu maior potencial no presente, e ao mesmo tempo preservar a biodiversidade e os ecossistemas naturais, planejando e agindo de forma a atingir proeficiência na manutenção indefinida desses ideais”.
De maneira alguma se vê nem sustentabilidade nem conduta política ou ecologicmente correta no novo Código Florestal; tampouco preservação da biodiversidade ou dos ecossistemas naturais. Casos e mais casos de animais sem floresta que invadem o território urbano numa luta cruel e desvantajosa pela sobrevivência ocorrem em toda parte. Proliferação de pragas também são mais frequentes desde que o desmatamento atingiu as proporções da atualidade. Se permitirmos legalmente que se desmate mais, como poderemos reverter o desequilíbrio ecossistêmico?
“Condutas de políticas integradas para solucionar questões ambientais”, como a candidata à presidência da República, dona Marina Silva, defende em sua campanha, são viáveis desde que atendam às reais necessidades do meio, que não mais pode ser visto territorialmente, já que o que se faz aqui repercute do outro lado do planeta e vice-versa, demonstrando o caráter sinérgico da humanidade no dever de agir por ela mesma.
A candidata Marina, assim como muitos neste planeta, estão indignados com a aprovação na Câmara do novo Código Florestal. Segundo ela, a proposta apresentada revoga o primeiro artigo do código e faz com que as florestas deixem de ser um bem da humanidade. O artigo em questão diz que “As florestas existentes no território nacional e as demais formas de vegetação, reconhecidas de utilidade às terras que revestem, são bens de interesse comum a todos os habitantes do País, exercendo- se os direitos de propriedade, com as limitações que a legislação em geral e especialmente esta Lei estabelecem”.
E, no parágrafo que se sucede, está que “As ações ou omissões contrárias às disposições deste Código na utilização e exploração das florestas e demais formas de vegetação são consideradas uso nocivo da propriedade, aplicando-se, para o caso, o procedimento sumário previsto no art. 275, inciso II, do Código de Processo Civil”.
Ou seja, o homem continua fazendo leis que revoga conforme seus interesses políticos, em detrimento das próprias raça e espécie e sem qualquer senso de responsabilidade global.
O novo código é polêmico, mas é mais que isso. Também é um chamado à população para que se levante com consciência contra a absurdez que homens de poder querem cometer contra o meio ambiente. É um chamado para que novas vozes se levantem antes mesmo do próximo plenário que discutirá a questão, e que deverá ocorrer apenas após as eleições brasileiras de 2010.
Portanto, é mister que nos preparemos com grande lucidez para irmos às urnas. Lembremo-nos de que nossas maiores armas para conseguir qualqur mudança são a nossa voz, a nossa pena e, no caso, o nosso voto.

Fonte: conexao orbum

Reciclagem de óleo gera renda para 1,8 mil trabalhadores em todo o país

Ao jogar o óleo de cozinha usado na pia, o brasileiro não percebe que está ajudando a aumentar a contaminação dos córregos, rios e mares, além de colaborar para entupir o encanamento da sua residência e das galerias pluviais.

“Com uma iniciativa muito simples, os cidadãos podem ajudar na preservação do meio ambiente e na geração de renda para as pessoas carentes”, destaca a presidente da Associação Nacional para Sensibilização, Coleta e Reciclagem de Resíduos de Óleo Comestível (Ecoléo), Célia Marcondes. Segundo ela, o armazenamento do óleo em potes de vidro e o encaminhamento do produto para postos de reciclagem está gerando renda para 1,8 mil trabalhadores em todo o país.

“São pessoas que vivem só disso”, afirmou Célia, em entrevista à Agência Brasil. A associação que ela preside não se responsabiliza pela coleta, mas é responsável pela criação de redes que fazem esse serviço. Cerca de 50 entidades e empresas, de acordo com Célia, já estão interessadas em participar desse processo.

Na Grande São Paulo, a organização não governamental (ONG) Trevo é uma das responsáveis pela coleta desse material em cerca de 2,5 mil prédios. Segundo Roberto Costacoi, a ONG que preside coleta, em média, 270 mil litros de óleo por mês. Todo esse óleo de cozinha que é recolhido pelos prédios, bares e principalmente restaurantes fast food de São Paulo é depois tratado e repassado para grandes indústrias de biodiesel. Com esse trabalho, a organização se autosustenta e gera emprego para 50 famílias que recebem, em média, R$ 1 mil por mês.

“A reciclagem tem várias vantagens: uma é que vamos deixar um mundo melhor para nosso filhos e netos. Outra é que vai cair pela metade o gasto do condomínio com o desentupimento de esgotos e encanamentos – e sabemos que qualquer desentupidora não sai de sua base por menos de R$ 1 mil. Tem ganho material, ganho ecológico e geração de emprego”, destacou Costacoi.

Segundo a Sabesp, empresa responsável pelo fornecimento de água, coleta e tratamento de esgotos de 366 municípios do estado de São Paulo, a reciclagem do óleo de cozinha realmente diminui o número de trabalhos de desobstrução na rede de esgoto. Em Cerqueira César, bairro da capital paulista onde o trabalho começou a ser desenvolvido em 2007 com as ONGs Trevo e Ecoléo, 1,6 mil condomínios aderiram ao programa e o resultado foi que o número de desobstruções de esgotos diminuiu 26% em relação aos demais bairros operados pela Sabesp.

De acordo com Célia, uma família brasileira formada por cinco pessoas consome cerca de quatro litros de óleo por mês. Desse total, um litro é descartado e o restante absorvido na comida. Pelos cálculos da Sabesp, cada litro desse óleo que é descartado nas pias polui mais de 25 mil litros de água.

“A reciclagem gera postos de trabalho e renda e aquilo que é problema, que é resíduo, vai passar a ser produto para as indústrias, que precisam do óleo como matéria-prima. Há uma gama enorme de produtos (biodiesel, sabão, tintas, vernizes e massas de vidro) que podem ser feitos com esse material que estamos jogando fora de forma irresponsável”, resumiu Célia.

As pessoas, empresas e condomínios que estiverem interessados em fazer parte da rede de reciclagem do óleo de cozinha podem procurar informações nos sites www.trevo.org.br ou www.ecoleo.org.br

Fonte: correiobraziliense

quinta-feira, 8 de julho de 2010

churrasco é tradicao brasileira

"Isso não é discutível, é uma tradição e pronto."
 http://www.youtube.com/watch?v=EzQ_NBV5Z4g&feature=player_embedded
"Mas até que ponto a crueldade deve fazer parte de nossas tradições?
Reflita, uma simples mudança de hábito alimentar pode poupar vidas."
Vista-se

O Google e a crueldade aos animais

Hoje, indiretamente, o Google derramou sangue na página inicial do Orkut, um dos seus serviços mais famosos no Brasil. Pelo menos 35 milhões de pessoas entram no site de relacionamentos pelo menos uma vez ao dia. Isso só no Brasil!* Esses milhões de pessoas se depararam hoje com uma bizarra homenagem ao festival de San Fermin, que se celebra anualmente na cidade espanhola de Pamplona.
Uma das principais atividades desta festa “santa” consiste em soltar dezenas de touros pelas ruas para fazer o que eles chamam de “Corrida dos Touros”. Os animais sempre se machucam muito. Falo dos participantes da festa e dos touros.
É lamentável que uma empresa tão admirada como o Google queira ligar sua imagem à uma atividade tão dispensável e cruel. É uma tradição? Sim, é. Sobre tradiçoes recomendo a visualização de um vídeo de 50 segundos, clique aqui.
O Google acha mesmo muito legal apoiar essa crueldade, veja no blog oficial do Orkut.

De Vista-se

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Cicloativistas criam faixas-fantasma para bicicletas na cidade


"Cicloativistas estão espalhando pelos bairros das zonas oeste e sul da cidade uma série de faixas “exclusivas” para bicicletas. Embora seja irregular, a ação tem como objetivo chamar a atenção da sociedade para a dificuldade de circular de bicicleta pela cidade.

Segundo o jornal “O Estado de S. Paulo”, as pinturas feitas com giz e tinta foram realizadas durante os jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. Além das “faixas exclusivas”, os ativistas também fizeram pinturas com o aviso “devagar, vidas”.

Os ativistas também disponibilizaram na internet um modelo para ser baixado, impresso e usado como fôrma.

Há “faixas exclusivas” pintadas na ponte da Cidade Universitária, na rua dos Pinheiros e em vias do Butantã."

Fonte: Band

Eventos de adocao 10a17/07 - Curitiba

10.07.2010 Feira "Eu adotei um animal de rua. E você?" - Jardim Social - Curitiba PR
11.07.2010 Evento de Adoção de Cães e Gatos - Centro Cívico - Curitiba PR
17.07.2010 Feira de Doação de Cães - Portão - Curitiba PR

De olharanimal

Carro magnético ajudaria futuro chinês

Pensando em uma maneira de aliar crescimento econômico com sustentabilidade, designer cria carro magnético para educar a população chinesa na era dos veículos elétricos.
Com mais de 1,3 bilhões de habitantes e uma economia em expansão, a China passa por um crescimento no consumo de todo tipo de produtos – e carros não ficam de fora dessa lista.

Estima-se que, anualmente, três milhões de novos motoristas surjam no país - e foi pensando nesse grande mercado que Rui Guo criou o projeto Glidex 2020: um carro magnético e interativo que desperte o interesse das pessoas em veículos elétricos.

A ideia é que o Glidex tenha um preço simbólico para o usuário final e seja custeado pelo governo, montadoras e patrocinadores. Ele serviria como um teste, uma plataforma de aprendizado por algumas semanas que os motoristas usariam em estradas embutidas com aceleradores magnéticos. Além disso, ele possui baterias que lhe dão autonomia, como um carro elétrico convencional.

“Quando criei este projeto, duas coisas chamaram a minha atenção”, explica Guo, que nasceu na China, na província de Henan, e começou a estudar design no Departamento de Engenharia Automotiva da Universidade Tsinghua, em Pequim. “Primeiro, foi a recessão global de 2008 para 2009, o que me fez repensar a indústria automotiva do futuro. Segundo, foi o contraste que senti entre a Europa e a China, em termos de desenvolvimento e sacrifícios ambientais. Eu percebi que a China não poderia suportar passar pelo mesmo processo de desenvolvimento econômico pelo qual passou o ocidente. Aí me tornei mais focado em projetar um design verde e soluções factíveis”, diz ele, que, aos 23 anos, é o primeiro chinês a freqüentar a área de design de veículos do Royal College of Art, no Reino Unido.

 Foi durante suas pesquisas que ele se deparou com o alarmante número citado acima – três milhões de novos motoristas ao ano – e se deu conta de que uma sociedade tão grande não conseguiria se sustentar se fosse baseada em petróleo. Mas as mudanças que ele julgou necessárias teriam que começar pela educação da população. “É muito importante inserir uma nova mentalidade de carros nas cabeças desse que é o maior grupo populacional do mundo. Uma mentalidade que seja eficiente e sustentável, ao invés da mentalidade petroleira convencional. Foi assim que cheguei à ideia da Efficiency Competition”, diz.

Essa espécie de competição funcionaria como um test-drive. “As pessoas entrariam nessa competição com suas famílias e poderiam usar este carro por algumas semanas. Ele tem duas missões: deixar as pessoas entenderem como carros elétricos funcionam e educar as pessoas a dirigi-los de forma eficiente”, explica. Isso é possível porque o carro interage física e virtualmente com o motorista e os passageiros.

Movido a energia elétrica e provido de uma bateria principal de Lítio-ion na parte de baixo, o Glidex também possui uma unidade de energia separada na parte traseira.

Ele pode liberar 40Kw de energia com a bateria principal e 60Kw com as auxiliares, o que lhe dá autonomia de 600Km. Sua velocidade máxima seria de 120 Km/h, o limite das rodovias chinesas.

“Este é um projeto visionário, somente para propor possibilidades para o futuro desenvolvimento da China em 10 anos. Não planeja todas as etapas de produção”, explica ele.

 
Fonte: Info

terça-feira, 6 de julho de 2010

Falta de consciência e apologia à violência

A atriz Adriana Birolli relata, às gargalhadas, como torturou e matou animais no escotismo
Quem costuma ficar acordado até mais tarde e assistir televisão talvez tenha testemunhado recentemente um momento muito perturbador durante a programação de uma das principais emissoras do país.
No dia 8 de junho, a atriz Adriana Birolli, que alcançou fama nacional em 2009 devido à sua participação na novela Viver a Vida da Rede Globo, foi a convidada do entrevistador Jô Soares, que comanda um programa estilo ‘talk show’ nos moldes do americano David Letterman.
Durante a entrevista (assista aqui), Adriana foi instigada por Jô a relembrar seus tempos no escotismo, um fato de sua biografia muito explorado pela atriz em entrevistas, tanto que há pouco tempo ela foi homenageada pelos Escoteiros do Brasil (leia aqui). E foi nesse ponto da entrevista que a conversa se tornou a narrativa de um filme de horror e uma ofensa para qualquer pessoa com o mínimo de sensibilidade e respeito aos animais.
Adriana começou a descrever em detalhes gráficos como ela matava animais em exercícios de sobrevivência como escoteira. No caso, as vítimas eram galinhas e coelhos fornecidos aos escoteiros como as vítimas a serem sacrificadas. A atriz descreveu “com água na boca” como ela rodou uma galinha pelo pescoço e perseguiu uma outra ‘galinha de ovos’. Depois ela conta como um coelhinho defecou enquanto ele a assistia matar seu ‘irmãozinho’.


"O coelho é mais fácil: você pendura ele pela patinha, segura ele pela orelha e dá uma cacetada, que ele morre", relata a atriz às gargalhadas, sem demonstrar nenhuma empatia pela dor do animal que ela torturou e matou. (Reprodução/TV Globo)
O agravante foi que a descrição dos episódios de matanças de animais, ocorridos 15 anos atrás, quando a atriz tinha oito anos, foi acompanhada de risadas, comentários sarcásticos e imitações de galinhas feitas por Jô Soares, o que provocou gargalhadas na plateia do programa. É raro testemunhar um momento televisivo que cause tamanho desconforto.


"Não, tudo bem, eu mato. Mas achei que eu só teria que dar uma machadada", confessa, aos risos, a atriz Adriana Birolli, sobre a reação que teve ao saber que teria de matar uma galinha
Passado o choque de ouvir esse tipo de relato na televisão, fica a pergunta: embora Adriana não estivesse falando em nome dos escoteiros, ela claramente relatou uma experiência que viveu dentro e por meio do escotismo. Que impacto teria esse tipo de exercício na formação do caráter de uma criança e na sua relação com animais humanos e animais não- humanos?
Antipedagogia e violência
“O costume de matar animais nas atividades de escotismo é uma prática antipedagógica, inócua e que não se justifica eticamente. Basta dizer que, a pretexto simular uma situação de “sobrevivência na selva”, adolescentes são induzidos a perseguir e matar animais domésticos (galinhas, coelhos, porquinhos etc.) com requintes de perversidade. Trata-se de uma situação artificial e desnecessária, que predispõe os jovens à violência, porque lhes ensina a agir friamente em relação aos animais”, diz Laerte Levai, colunista da ANDA, integrante do Ministério Público do Estado de São Paulo e promotor de Justiça em São José dos Campos.
O promotor lembra ainda que propalar ou perfazer publicamente a caça pode caracterizar infração penal do artigo 287 do Código Penal (“apologia de crime”) com pena de três a seis meses de detenção, ou multa, desde que cometida por pessoas maiores de 18 anos.
“Em suma, o escotismo que porventura envolver em suas atividades perseguição, maus-tratos ou abuso a animais, a meu ver, viola o dispositivo constitucional do artigo 225 par. 1º, inciso VII, que justamente veda a submissão de animais à crueldade, assim como o faz o artigo 32 da Lei Ambiental”, diz Laerte.  “Tal prática, sempre que permeada pela violência, não se legitima como experiência cultural ou recreativa, nem como tradição, tampouco como aprendizado de vida, ao contrário, torna-se uma ação agressiva que, por desrespeitar e agredir o outro ser,  merece ser rechaçada pelas leis e pela sociedade.”
O ponto de vista do Dr. Laerte Levai é compartilhado pelo Dr. Guido Palomba, um dos psiquiatras forenses mais respeitados do país. “Práticas usadas em treinamentos de sobrevivência são condenadas da mesma forma que as experimentações com animais em universidades. Porque existem métodos alternativos e mais efetivos,” ele diz.
Ele acrescenta que submeter uma criança ou adolescente a esse tipo de situação é uma dupla violência, contra a criança e/ou adolescente e contra o animal.
“Isso pode causar traumas e, dependendo do indivíduo, causar danos psicológicos permanentes. Além disso, pais zelosos não exporiam filhos a uma situação de sofrimento ou de violência”, alerta o psiquiatra.
Baden-Powell
Segundo informações na Wikipedia, o escotismo foi fundado pelo militar britânico Lorde Robert Stephenson Smyth Baden-Powell em 1907. A enciclopédia descreve o escotismo como “um movimento mundial, educacional, voluntariado, apartidário, sem fins lucrativos. A sua proposta é o desenvolvimento do jovem, por meio de um sistema de valores que prioriza a honra, baseado na Promessa e na Lei escoteira, e através da prática do trabalho em equipe e da vida ao ar livre, fazer com que o jovem assuma seu próprio crescimento, tornar-se um exemplo de fraternidade, lealdade, altruísmo, responsabilidade, respeito e disciplina”. O website diz também que o primeiro comprometimento de um escoteiro é com Deus.
Uma breve pesquisa da biografia de Baden Powell (1857-1941) revela fatos de sua formação como militar e defensor do imperialismo britânico. Ele ganhou o troféu desportivo “mais desejado de toda a Índia”, o troféu de ’sangrar o porco’, caça ao javali selvagem, a cavalo, tendo como única arma uma lança curta”, diz a Wikipedia. Em 1887, ele participou da campanha contra os Zulus na África e ordenou a execução de um chefe negro na Rodésia. Baden Powell criou uma reputação assustadora entre os negros da África que ele atacava em nome dos invasores britânicos colonialistas.
Também falou favoravelmente do livro Mein Kampf de Hitler, onde o ditador explicava sua ideologia: “Um livro maravilhoso, com boas ideias sobre educação, saúde, propaganda, organização etc. e ideais que o próprio Hitler não pratica”, ainda segundo a enciclopédia virtual.
Hoje o escotismo está espalhado em 216 países e territórios com cerca de 28 milhões de membros. Segundo a União dos Escoteiros do Brasil (UEB), sua rede de afiliados é de 60 mil pessoas. A organização está presente no país desde 1924.
A Redação da ANDA entrou em contato no dia 14 de junho com a assessoria de imprensa da União dos Escoteiros do Brasil (UEB), mas nenhum representante da organização respondeu às nossas perguntas em relação às declarações da atriz Adriana Birolli na TV e às políticas internas atuais da organização. Mas, segundo informações passadas à ANDA por monitores de uma patrulha de escoteiros, exercícios com técnicas de sobrevivência envolvendo animais foram feitos pelo grupo da Barra Funda (SP) em abril de 2009. Alguns monitores mataram galinhas. O que parece indicar que essa é uma metodologia de treinamento ainda, mesmo que rara, vigente no escotismo.

Por Lobo Pasolini (ANDA)
 

CCJ aumenta rigor de punições para crimes contra ciclistas e pedestres

Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou nesta quarta-feira punições mais rigorosas para crimes cometidos contra ciclistas e pedestres.
O texto aprovado é o substitutivo do deputado Colbert Martins (PMDB-BA) para o Projeto de Lei 74/07, da deputada Solange Amaral (DEM-RJ), que modifica normas do Código de Trânsito Brasileiro (CTB - Lei 9.503/97).
A tipificação dos crimes de trânsito hoje prevê apenas o homicídio ou lesão corporal culposa (sem intenção). O relator optou por estabelecer que poderá ser condenado também por crimes de homicídio doloso (com intenção), além de culposo ou de lesão corporal, quem:
- não guardar a distância lateral de 1,50m ao passar ou ultrapassar bicicleta;
- participar, em via pública, de corrida, disputa ou competição automobilística não autorizada pela autoridade competente;
- trafegar em velocidade incompatível com a velocidade estabelecida para a via;
- dirigir sem a habilitação ou com a habilitação vencida; ou
- deixar de prestar socorro à vítima ou solicitar auxílio da autoridade pública em caso de acidente.
O projeto original previa que esses fatos fossem considerados sempre como homicídio doloso. O relator explicou que fez a alteração para evitar choque com a legislação penal. Segundo Colbert Martins, foram modificadas alguns dispositivos da proposta para adequar a redação à sistemática e ao vocabulário estabelecidos pelo CTB e pelo Código Penal.

Socorro à vítima
Uma das principais alterações foi a retirada do dispositivo que determinava que os motoristas de acidentes que vitimem ciclistas fossem presos, mesmo que prestassem socorro à vítima. Martins lembrou que essa proposta já foi alvo de veto na Lei 11.705/08, veto ainda não apreciado pelo Congresso. Atualmente, o Código só prevê a pena de detenção. A detenção é um dos tipos de pena privativa de liberdade. Destina-se a crimes tanto culposos (sem intenção) quanto dolosos (com intenção). Na prática, não existe hoje diferença essencial entre detenção e reclusão. A lei, porém, usa esses termos como índices ou critérios para a determinação dos regimes de cumprimento de pena. Se a condenação for de reclusão, a pena é cumprida em regime fechado, semi-aberto ou aberto. Na detenção, cumpre-se em regime semi-aberto ou aberto, salvo a hipótese de transferência excepcional para o regime fechado. Há ainda prisão simples, prevista para as contravenções penais e pode ser cumprida nos regimes semi-aberto ou aberto. de dois a quatro anos para os casos culposos, e o motorista não é preso em flagrante nem paga fiança se prestar socorro às vítimas.
O relator também modificou o item que prevê que o atropelamento de ciclista, pedestre ou terceiros seja considerado crime de lesão corporal dolosa, caso o motorista esteja dirigindo no acostamento; na contramão; sob a influência do álcool ou de substância de efeitos análogos; ou em excesso de velocidade. O deputado manteve a previsão original do CTB que só remete esses casos aos códigos Penal e Processual Penal, sem enquadrar as condutas em tipos penais. Martins acrescentou inciso que prevê a mesma consequência para quem dirigir pelo acostamento ou contramão.

Tramitação
A proposta já foi aprovada pela Comissão de Viação e Transportes e segue agora para análise do Plenário.

Fonte: http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/149316.html

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Relógio, inimigo dos motoristas de ônibus

Acha que é facil a vida do motorista?


"O acidente envolvendo um Ligeirinho da linha Colombo -CIC, que deixou duas pessoas mortas e 32 feridas, no último dia 10, na Praça Tiradentes, centro de Curitiba, levantou a situação de estresse vivenciada diariamente pelos motoristas do transporte coletivo da capital e região metropolitana.
Para o Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus de Curitiba e Região Metropolitana (Sindimoc), sintomas de estresse e problemas psicológicos são cada vez mais frequentes entre esses profissionais.
A constatação é do Centro Médico Ambulatorial (CMA) do Sindimoc, que diariamente atende motoristas com problemas de saúde. Atualmente, 800 funcionários, de um universo de 12 mil, estão encostados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Motoristas entrevistados pela reportagem afirmam que não conseguem cumprir horários estabelecidos, principalmente nos momentos de maior movimento. "Tenho 20 minutos para percorrer 20 quilômetros no meio desse caos que é o trânsito de Curitiba às 18h. Não tem como seguir essa tabela. Se atrasar um dia tudo bem, mas isso acontece diariamente. Se reclamamos eles afirmam que os outros motoristas conseguem. Assim não tem condições", descreveu um motorista que preferiu não se identificar.

Enquanto o trânsito é o maior problema para boa parte dos motoristas, aqueles que dirigem e cobram ao mesmo tempo afirmam que o estresse é ainda maior. Segundo outro motorista, que também preferiu ficar no anonimato, é impossível ficar calmo nessas condições. "Se eu demoro um pouco para dar o troco já ouço os passageiros e motoristas de outros veículos reclamando. É difícil", confessou.

Os motoristas vivenciam diariamente diversos tipos de pressão, "que vão desde o horário a ser cumprido até risco de assalto. A tabela utilizada atualmente é a mesma desde 1994, mas muita coisa mudou de lá para cá, principalmente o movimento no trânsito, implantação de radares e fluxo de veículos durante todo o dia", declara o diretor do Sindimoc, Valdeci Bolete.

Além do estresse, Claudemir Jorge da Rosa, um dos diretores do CMA e membro do Sindimoc, ressalta outro problema enfrentado pelos motoristas. "Trabalho como motorista e cobrador de micro-ônibus e sei como a situação é difícil. Os motoristas reclamam muito de insônia. Aqueles que guiam o primeiro ônibus saem de casa por volta das 3h da manhã e aqueles que ficam com o último chegam por volta de 1h em casa. O sistema começa muito cedo e vai até muito tarde", constata.

A Urbanização de Curitiba S/A (Urbs), afirma que monitora e ajusta permanentemente a tabela de horários dos ônibus da Rede Integrada de Transporte (RIT).
Por meio de sua assessoria, a Urbs comparou a diferença na quilometragem rodada por dia em consequência das alterações. Em 2009, os ônibus da RIT rodaram uma média de 487 mil quilômetros por dia. A medição anterior apontava 484 mil quilômetros por dia. Segundo a Urbs, esse aumento é fruto das adequações feitas na tabela de horários.

Passageiros sofrem com superlotação dos veículos

Enquanto motoristas e cobradores reclamam de um lado, os passageiros impacientes questionam os atrasos de suas linhas do outro. Segundo eles, nos horários de maior movimento, é preciso esperar até dois ônibus passarem lotados para que seja possível embarcar.

"O maior problema na minha opinião está na demora dos ônibus. As vezes fico esperando muito tempo para conseguir embarcar. Sem contar que quando consigo preciso ir em pé", afirma a secretária Tânia Gama.

Para Sonia da Veiga, que diariamente pega a linha Vila Guilhermina, na Praça Rui Barbosa, existem poucos ônibus nos horários de maior movimento. "Preciso esperar para conseguir entrar em um dos ônibus que vão para o sentido da minha casa. Já vi também muita falta de educação por parte dos motoristas e cobradores", conta.

Para Bruna Melo, o melhor é chegar um pouco mais tarde do horário de maior fluxo. "Prefiro esperar um ônibus lotar para poder pegar o próximo. Se não fizer isso vou ter que percorrer todo o caminho em pé. Além disso, vejo problemas no cuidado dos motoristas. Acho que pela preocupação em seguir os horários eles acabam abusando da velocidade em alguns pontos", relatou a passageira que diariamente pega a linha Dom Ático, na Praça Rui Barbosa.

A Urbs afirma que dimensiona a frota de acordo com o movimento de cada linha. Um itinerário que estiver com um micro-ônibus, por exemplo, receberá um veículo maior seguindo as orientações dos fiscais da Urbs. Nas linhas de eixo (Ligeirinhos e biarticulados), de forma diferente, a empresa disponibiliza carros extras de acordo com a necessidade.

Negociações

O metrô, que poderia ser uma das alternativas para a redução do movimento no transporte coletivo de Curitiba, ainda está sendo negociado pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (IPPUC).
Por meio de sua assessoria, o órgão informou que está articulando com o governo federal a inclusão do projeto do metrô da capital no Programa de Aceleração do Crescimento 2 (PAC 2). (LC)

Trabalhadores se queixam de pagar multas

O problema da pressão gerada pelo cumprimento da tabela de horários enfrentado pelos motoristas da Rede Integrada de Transporte (RIT) não atinge apenas a saúde desses profissionais.
Na maioria dos casos, quando os fiscais da Urbs registram algum atraso ou irregularidade, a multa é repassada diretamente ao motorista. De acordo com o Sindicato das Empresas de Ônibus de Curitiba e Região Metropolitana (Setransp), em 2009, foram recebidas, em média, 400 multas por mês.

Para o Sindimoc, o medo da multa não traz prejuízos apenas para os motoristas. "Essa pressão vem da própria Urbs, que faz com que o profissional trabalhe sempre preocupado em chegar no horário durante seu turno. Temos registros de multas aplicadas por causa de dois minutos de atraso, o que é descontado do próprio motorista", afirma Valdeci Bolete, diretor do Sindimoc.
Segundo um motorista que preferiu não se identificar, "essa pressão faz com que a categoria seja mais agressiva no trânsito, o que abre margens para acidentes", diz. Segundo o Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran), entre janeiro e maio desse ano, foram registrados 316 acidentes envolvendo ônibus e micro-ônibus em Curitiba.

Quanto às multas, a Urbs afirma que quando o atraso não é justificado (acidente ou engarrafamento), a notificação é encaminhada para as empresas, que, por sua vez, avaliam se o pagamento será feito pelo funcionário ou por ela própria.

No entanto, segundo Ayrton Amaral Filho, diretor executivo do Setransp, existe uma negociação antes da destinação da multa. "Entendemos que a preocupação é que o sistema seja bem operado, mas infelizmente as multas acontecem. Quando o fiscal vê algo inadequado multa a empresa. Nesse caso a empresa chama e escuta a versão do motorista, faz uma defesa que é encaminhada para a Urbs, que aceita ou nega, definindo assim quem deverá pagar", explica. (LC)"
 Fonte: parana-online

Finais de semana em Curitiba

Finais de semana em Ctba, "capital sustentavel" em violencia, sao assim:
"A região de Curitiba registrou 27 mortes violentas da meia-noite de sexta-feira até as 17h deste domingo (20). Em 15 casos, as pessoas foram assassinadas. Outras 9 morreram em acidentes de trânsito, duas após queda e uma por queimadura, segundo informações prestadas pelo Instituto Médico Legal (IML) e a Polícia Militar (PM). Em Curitiba, um rapaz de 19 anos foi metralhado em casa.

Em Piraquara, na região metropolitana de Curitiba, aconteceu um duplo homicídio. O homem e o neto dele foram mortos com tiros na cabeça. Os dois haviam saído de casa em um Palio para buscar cerveja para assistir à partida de Brasil e Costa do Marfim em uma mercearia na Rua Matinal, em São José dos Pinhais, também na RMC. Na frente do local, eles teriam sido rendidos por um homem armado, que embarcou no carro. Um segundo homem teria acompanhando o deslocamento do veículo em uma moto. Depois, Joaquim de Lima (54 anos) e o neto dele, Leonardo Alves de Abreu (19) foram encontrados mortos na Rua Severino Vieira da Silva, em Piraquara, próximo ao local onde ocorre o tradicional Baile do Pato.

A Delegacia da cidade não tem informações sobre a autoria do crime e o motivo.

Na capital, Gilson Patrick da Costa (19) foi surpreendido em casa por dois homens encapuzados. Eles invadiram a residência com uma metralhadora de calibre 9mm e dispararam contra o rapaz, que levou de 10 a 12 tiros, segundo a Polícia Militar. O assassinato ocorreu na Rua Nagib Nacle Mitri, na Cidade Industrial.

No fim da tarde deste domingo, outro jovem de 19 anos morreu após discutir no trânsito com um motociclista, em Colombo. Ronaldo Rafael Borges havia saído de casa para levar um primo para casa e na volta foi morto depois de, supostamente, ter fechado um motoqueiro. O rapaz levou dois tiros na Rua Papa Calixto Segundo, no Jardim Planalto, e morreu na hora. O carro que ele diriga ficou sem controle e bateu em no muro e na parede de uma casa."
Fonte: gazetadopovo

Curitiba é a terceira capital com mais fumantes no país

"Cerca de um quinto da população curitibana é fumante. Foi o que apontou uma pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde nesta segunda-feira (21). O levantamento foi baseado em entrevistas realizadas por telefone com 54 mil adultos em todo o Brasil.
A pesquisa coloca a capital paranaense como a terceira do país com o maior índice de fumantes: 19,3%. Curitiba segue a tendência das outras duas capitais da região Sul que apresentaram os maiores índices do Brasil. De acordo com o levantamento, a proporção de fumantes em Florianópolis (SC) é de 20,2% e em Porto Alegre (RS) é de 22,5%. O menor índice do país é o de Aracaju (SE): 8%.

No Brasil, o percentual de fumantes - entre 2006 e 2009 - caiu de 16,2% para 15,5%. Segundo o Ministério da Saúde, medidas como a proibição de publicidade do tabaco, a inclusão de advertências mais explícitas sobre os efeitos do fumo nos maços de cigarro e o aumento de impostos sobre o produto auxiliaram na redução do índice.

Bebida e obesidade
A pesquisa também revelou números relativos ao consumo de bebidas alcoólicas e excesso de peso no país. Segundo dados levantados, o número de pessoas que abusaram do álcool subiu de 16,2% em 2006 para 18,9% em 2009. Para o ministério, foi considerado excesso de bebida alcoólica cinco ou mais doses na mesma ocasião em um mês, no caso dos homens, ou quatro ou mais doses, no caso das mulheres.
Neste mesmo período, a proporção de pessoas com excesso de peso subiu de 42,7% para 46,6%. Já o percentual de obesos cresceu de 11,4% para 13,9% entre 2006 e 2009."
 De gazetadopovo

Dicas de Jardinagem

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Autor : Vários
Nº de páginas: 155

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Curitiba é uma das campeãs de tabagismo no país

"Enquanto a proporção de fumantes no país caiu de 16,2% para 15,5% entre 2006 e 2009, o número de pessoas que fumam em Curitiba aumentou. Saõ 366 mil curitibanos tabagistas, 19% da população. Foram entrevistados 54 mil adultos.

As capitais do sul do país são as que apresentaram a maior proporção de seus habitantes que confirmam que fumam.  Porto Alegre, capital gaúcha, tem a maior relação habitantes/fumantes. São 22,5% que se declaram tabagistas. Florianópolis aparece logo a seguir com 20,2%. A terceira no ranking da fumaça é Curitiba. A capital com o menor número de fumantes proporcionalmente é Aracaju, capital do Sergipe: apenas 8% dos entrevistados confirmaram o vício.

No país o número de fumantes verificado pela pesquisa é de cerca de 25 milhões de pessoas. De 2006 a 2009, o percentual de fumantes na população caiu de 16,2% para 15,5%. O índice é bem menor que na Argentina e nos Estados Unidos, onde respectivamente 35% e 40% da população são dependentes da nicotina.

De acordo com o levantamento, 19% dos homens e 12,5% das mulheres fumam. A maior queda no uso do cigarro no País ocorreu na faixa etária dos 35 aos 44 anos. Em 2006, 19% da população nessa idade era dependente do tabaco. Em 2009, a proporção de fumantes era de 15,1%."
Fonte: Jornale

Lion, um pitbull vegano


"O Pitbull Lion, cão pertencente a uma raça errôneamente associada a sangue e violência, é vegano.  Seu dono, um advogado adepto do veganismo, o encontrou amarrado a uma árvore de praça quando voltava do trabalho para casa. Lion era um filhotão e estava magro, desnutrido e com alguns machucados.
Lucas, o advogado, não teve dúvidas quando o levou para casa. As dúvidas surgiram no momento de alimentá-lo. Como um vegano poderia comprar comida “normal” para seu animal dando apoio à industria de carne, com toda a sua crueldade, exploração e danos ambientais, à qual o veganismo se opõe? E, também, não seria um contra-senso salvar um animal, mas ter de matar outros para sustentá-lo?

Dieta vegana e cenoura no lugar de ossos
Lucas conversou com uma amiga veterinária e trocou os bifes suculentos de Lion por tomates, bananas, mamão e pipoca. A veterinária explicou que a alimentação deveria ser complementada com uma ração vegetariana, à base de legumes e alguns nutrientes sintéticos encontrados apenas em carnes, como a vitamina B12.
Perfeitamente adaptado à alimentação,  Lion tem refeições balanceadas, com muitos vegetais, legumes, tubérculos, cereais e frutas. Devora arroz com legumes e,  em vez de roer ossos,  gosta de roer cenoura crua. A alimentação é complementada com uma ração vegetariana. Tudo que Lucas consume, acaba passando para seu cachorro. Costuma dizer que o cão já tinha a alma vegana.
A veterinária explicou que os animais de hoje, alimentados apenas com ração, possuem sobrevida maior do que antigamente, quando bichos de estimação se alimentavam com restos de comida. Mas que é importante observar se a ração possui vitamina B12, no caso de cães, e taurina, em alimento para gatos. Segundo ela, se a ração tiver a quantidade de proteína adequada e for balanceada, o animal será bem alimentado.

Onde encontrar ração vegetariana:
Nem todas as rações são veganas, mas todas são vegetarianas.
Veggie Pets:
http://www.veggiepets.com
Loja online com rações vegetarianas e veganas para cães e gatos, de várias marcas disponíveis no mercado.
Rações Fri-Ribe:
http://www.fri-ribe.com.br
Fri-Dog Premium – Vegetariana – Ração 100% vegetal, com 25% de proteínas, à venda no Brasil. Recomendada para alimentação diária de cães adultos de todas as raças e portes.
Amí:
http://ami.aminews.net
Produtos alimentares totalmente vegetarianos para cães e gatos. Sem corantes, nem conservantes nem produtos transgênicos.
Referências:
http://www.vegetarianismo.com.br/animais.html | http://www.vegepets.info
"Fonte: Vista-se

FIEP lança pós-graduação em Gestão de Processos Sustentáveis na Indústria

"O SESI/PR e Universidade da Indústria (Unindus), em parceria com a FAE Business School promovem na próxima quinta-feira (24), às 19h, no Cietep (Av Comendador Franco, 1341), o lançamento do curso de pós-graduação em Gestão de Processos Sustentáveis na Indústria.

Durante o lançamento, o presidente do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Rodrigo da Rocha Loures, irá ministrar a palestra: Sustentabilidade XXI - Educar e inovar sob uma nova consciência, abordando os desafios e oportunidades para a promoção da inovação e da sustentabilidade no século XXI. A palestra é gratuita, porém as vagas são limitadas. As inscrições podem ser feitas pelo telefone (41) 3271-7700

Diferenciais do curso –  Formulado para atender às reais necessidades das empresas, o programa é destinado a todo o segmento industrial e àqueles profissionais que pretendem aprimorar ou adquirir capacitação para uma gestão com foco em sustentabilidade no setor industrial.

Um dos principais diferenciais deste curso é a possibilidade do aluno montar a sua própria grade de disciplinas, seguindo uma tendência inovadora na metodologia de educação continuada. A carga horária é de 440 horas/aula, que são divididas da seguinte forma: três disciplinas obrigatórias totalizando 100 horas aula, que serão realizadas na sede da Unindus, no Cietep; e as demais 340 horas/aula poderão ser escolhidas do portfólio de 100 disciplinas que englobam os programas de pós-graduação da FAE Business School.

As disciplinas obrigatórias – Governança Corporativa, Gestão para Sustentabilidade na Indústria e Gerenciamento e Controle Estatístico em Processos na Indústria – serão ministradas por profissionais especialistas do Sistema Fiep, com o objetivo de passar o conhecimento com base no conteúdo interno do Sistema em sintonia com as necessidades da indústria local e nacional. Entre os professores estão o superintendente do SESI-PR, José Antonio Fares, que ficará responsável pelo conteúdo de Governança Corporativa.

O curso tem duração máxima de dois anos. As aulas das disciplinas obrigatórias serão realizadas as sextas-feiras das 18h30 às 22h e aos sábados das 8h30 às 12h30. Já as disciplinas optativas poderão ser cumpridas de segunda a sexta-feira, das 19h15 às 22h30 e aos sábados das 8h30 às 12h30, na sede da FAE Business School.

Para mais informações e inscrições acesse
www.sesipr.org.br ou ligue (41) 2105-4087."
Fonte: Paranashop

Sacos de cimento já são usados na fabricação de tijolos

"Versão ecológica é 40% mais barata do que as tradicionais de bloco de terra compactado

Bruna Bessi, iG São Paulo | 23/06/2010

Após o uso do cimento em construções, grande parte dos sacos do produto é descartada. Para evitar o desperdício, Márcio Albuquerque Buson, professor da faculdade de arquitetura da Universidade de Brasília (UnB), desenvolveu um tijolo ecológico composto por terra, cimento e o papel utilizado em suas embalagens, o papel kraft. A nova técnica reduz o preço dos tijolos em 40% quando comparado aos convencionais bloco de terra compactado de solo e cimento. O novo tijolo também é mais barato que o de cerâmica, feito à base de argila queimada, mas sem uso de cimento.
Há um tratamento de reciclagem nos sacos de cimento antes de sua utilização nos tijolos. A embalagem vazia é colocada na água para que as fibras do papel se soltem, dando origem a uma “polpa de celulose”. O excesso de umidade é retirado por meio de centrífugas ou torção e, após isso, as fibras soltas são trituradas para que a terra e o cimento sejam adicionados à mistura.
Uma das vantagens do Krafterra, como é denominado o novo tijolo, é que o processo de queima para seu endurecimento, habitual nos de cerâmica, é dispensado. Nas etapas finais de sua fabricação, a mistura é prensada e permanece inerte, protegida do sol e com a umidade controlada, durante aproximadamente duas semanas - é o chamado período de “cura” -, tempo necessário para que o tijolo adquira consistência. “A água não pode sair rapidamente porque é ela que faz o material endurecer sem que ocorra uma retração excessiva”, diz o professor.
Na produção do tijolo ecológico, para cada saco de cimento são utilizados em média oito de terra. Na composição final do tijolo de bloco de terra compactado feito da maneira convencional, 12% são de  cimento. No Krafterra, a fatia composta pelo cimento é de 6%. Assim, os 6% restantes são da fibra do saco de cimento reciclado. "Consegui baixar a proporção pela metade, sem nenhum prejuízo na resistência do produto”, diz Buson.
As fibras do papel são longas e, quando misturadas aos outros materiais, dão boa resistência mecânica e física ao produto. Os testes realizados em laboratório provaram que o Krafterra é resistente ao fogo e tem boa durabilidade.
O produto ainda não é encontrado no mercado, mas o professor é otimista. “Tudo o que fiz foi em laboratório, mas os resultados foram positivos. Preciso agora realizar um protótipo físico, uma construção utilizando a nova técnica”, diz.

Sem gases poluentes
Os tradicionais tijolos de cerâmica enfrentam críticas ambientais porque seu processo de queima emite gases poluentes. Roberto Cláudio Pereira, diretor da empresa Tijol-Eco, explica que o diferencial desses tijolos está na produção e ressalta que o mercado dos produtos sustentáveis irá crescer em grande escala. “Os tijolos ecológicos irão substituir a antiga alvenaria. São vantajosos porque não usam o processo de queima e ficam em torno de 40% a 50% mais baratos do que os tradicionais de cerâmica”, diz.
O tijolo ecológico, que está em fase de testes, ainda não tem potencial para substituir as versões mais tradiucionais, mas, com a indústria da construção civil em alta, o mercado é promissor. Segundo a Associação Nacional da Indústria Cerâmica (Anicer), existem no País 3,6 mil empresas fabricantes de tijolos e blocos. O setor tem faturamento anual de R$ 6 bilhões, de acordo com a entidade."
Fonte: economia.ig

Resíduos da arborização urbana podem ser reaproveitados

"Redação do Site Inovação Tecnológica - 23/06/2010
Resíduos da arborização urbana podem ser reaproveitados
Resíduos vegetais, gerados pela poda de árvores e pela manutenção de jardins, representam uma porção importante do lixo gerado em todas as cidades. Estudo mostra que eles podem ser reaproveitados. [Imagem: Andrevruas/Wikimedia]
Biomassa verde
Resíduos vegetais, principalmente gerados pela poda de árvores e pela manutenção de jardins, representam uma porção importante do lixo gerado em todas as cidades.
Mas, até hoje, não existem programas de destinação adequada desse material - menos ainda de sua reciclagem ou reaproveitamento.
Foi esta constatação que ensejou a pesquisa da engenheira florestal Ana Maria de Meira, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da USP. Em seu trabalho, Ana Maria propõe um modelo de gestão para os resíduos da arborização urbana - como madeira (galhos e troncos), folhas, flores e frutos.
Árvores urbanas
A pesquisa foi feita em Piracicaba, no interior de São Paulo, uma cidade de porte médio, que gera em média 180 toneladas desse material por mês, sendo 69% composto por ramos e galhos finos de até 8 centímetros (cm) de diâmetro.
Ana Maria acompanhou as equipes de poda da cidade durante quinze meses, monitorando a extração e recolhimento das dez espécies de maior frequência na arborização: espirradeira, ficus-benjamim, ipê, canelinha, oiti, chapéu de sol, quaresmeira, resedá, falso-chorão e sibipiruna.
"A primeira intenção foi saber a quantidade de material gerado, o que possibilita planejar seu destino. Além disso, mapeamos quais os motivos que geram a poda. Em sua maioria, elas ocorrem por falta de critérios na escolha das espécies, resultando em conflitos com os outros usos do solo urbano," relata a pesquisadora.
O estudo buscou, ainda, caracterizar os resíduos vegetais e avaliar a viabilidade de aproveitamento do material na produção de produtos sólidos de madeira (madeira serrada, móveis, pequenos objetos de madeira), como fonte de energia (lenha e carvão) e na compostagem com outros resíduos disponíveis nas cidades, como restos dos varejões e feiras livres.

Educação para o verde
O plano de gestão proposto por Ana Maria segue três linhas de ação: a redução da geração, a valorização dos resíduos e a disposição final, em casos emergenciais.
A redução da geração pode ser obtida por meio da definição de critérios de poda e remoção mais adequados, da capacitação da mão de obra que executa essas atividades, da escolha das espécies, das condições do plantio e condução do crescimento, além da educação da população para que entenda a importância da arborização urbana.
"Não há treinamento da mão de obra responsável pelo serviço e a própria relação dos moradores com as árvores não tem um vínculo tão forte que pudesse impedir a derrubada de muitas delas", explica a pesquisadora.
Valorização do lixo
Em relação à valorização ou aproveitamento, Ana Maria destaca que é preciso conhecer o material para a tomada de decisão mais adequada.
"Fizemos a caracterização, quantificando o volume por classe de diâmetro; determinando a densidade, o teor de umidade, a cor, a quantidade de carbono fixo, cinzas etc. Essas variáveis indicarão se os resíduos poderão ser desdobrados em tábuas ou transformados em pequenos objetos de madeira, móveis, equipamentos urbanos, esquadrias para serem usadas em habitação popular; o seu potencial energético para uso como lenha, carvão, briquete ou pellets; a possibilidade de produzir composto orgânico, entre outras formas de valorização. Com isso é possível separar o material para diferentes destinações, obtendo o máximo de retorno econômico, social e ambiental", explica a engenheira florestal.

Descarte adequado do lixo
Resíduos da arborização urbana podem ser reaproveitados
A confecção de pequenos brinquedos e peças de decoração estão entre as alternativas apontadas pelo estudo para o reaproveitamento das madeiras oriundas da poda de árvores. Na imagem, as pesquisadoras Ana Maria de Meira e Adriana Maria Nolasco. [Imagem: Caio Albuquerque (ESALQ/Acom)]
 
A terceira linha de ação do plano de gestão é a disposição final.
O plano propõe redução na geração de resíduos ou valorização desse material mas, conforme relata a professora Adriana Maria Nolasco, em algumas situações isso não é viável: "Imaginemos um caso de uma prefeitura de pequeno porte que não possui recursos financeiros ou mão de obra qualificada. Mesmo assim ela terá de dar um destino final ao resíduo".
A pesquisa propõe o descarte de forma adequada, em local apropriado, com segurança, sem risco de incêndio, que não se despeje simplesmente em terrenos baldios e sim em aterros ou áreas próprias controladas. "Dadas as características desse resíduo, a disposição não é a forma de manejo mais indicada, mas diante da necessidade, que se faça da forma menos impactante possível", comenta a professora.
Outra forma de destino ao material excedente é a parceria entre os municípios. "As prefeituras podem, inclusive, encontrar formas de arranjo e o material de uma determinada localidade pode, por exemplo, ser transferido para um outro município que já aproveita esse resíduo", ressalta Ana Maria.

Brinquedos nascidos do lixo
Na mesma linha de pesquisa, duas alunas do curso de Engenharia Florestal da Esalq, Renata Carolina Gatti e Juliana Paschoalini Arthuso, desenvolveram brinquedos e pequenos objetos usando esses resíduos.
As peças fazem parte de um portfólio de brinquedos que servirá de modelo para produção em programas municipais. Em 2010, o projeto continua com um grupo de estagiários desenvolvendo outros produtos."

Fonte: inovacaotecnologica

Triatleta vegano brasileiro disputará final no Havaí

"Para quem não está familiarizado com este esporte, saibam que o IRONMAN é uma competição de triathlon que consiste em nadar 3.800 metros, pedalar 180 km e correr 42,2 km, é uma prova de imenso desgaste físico e mental, é uma prova que exige extrema dedicação dos atletas.
O IRONMAN BRASIL faz parte do circuito mundial da modalidade e assim como em todas as outras etapas, os melhores de cada categoria conquistam o direito de disputar a final do circuito que acontece no Hawaii, reunindo os melhores triatletas de longa distância do mundo!

No dia 30 de maio de 2010 o triatleta Gustavo Ayres Netto, estudante de nutrição e vegano há 7 anos, completou o IRONMAN BRASIL com o excelente tempo de 9h 44min 01seg, chegando na 64ª colocação geral entre 1.500 atletas vindos de mais de 40 países diferentes. Este foi o seu primeiro IRONMAN, e de quebra ainda foi campeão da categoria 18 a 24 anos, conquistando a vaga para disputar a grande final do circuito mundial de IRONMAN, que acontecerá no dia 09 de outubro de outubro de 2010 no Havaí. É!
Mas o feito deste vegano de apenas 22 anos não parou por aí, a sua grande participação no IRONMAN BRASIL foi apenas parte do desafio, pois Gustavo se prepaparou para disputar o Double Survivor Challenge, desafio que conbinou o IRONMAN BRASIL e o XTERRA AMAZON (competição de triathlon cross) que foi organizado para definir o triatleta mais versátil, sendo que o XTERRA aconteceu no final de semana seguinte ao IRONMAN, ou seja, um desafio de resistência física e tanto!
Gustavo foi campeão da categoria 18 a 24 anos no XTERRA também e ainda chegou na 6ª colocação geral, tornando-se assim o vencedor do Double Survivor Chalenge. Agora é só torcer para que o Gustavo faça uma excelente prova no Havaí e conquiste mais uma vitória VEGANA!


É imprecionante que, apesar de já estar mais do que comprovado cientificamente que a dieta vegana é totalmente compátivel com desempenho esportivo de alto nível, ainda existam tantas pessoas que não se convencem, ou melhor, ”não querem se convencer”, pois não são capazes de abandonar antigos e nocivos vícios."
“Azar de quem não quer ver, por que nós, atletas veganos, estamos sempre largando em vantagem, pois nós não comemos, nos nutrimos!”
 Fonte: Vista-se

Lanchonete estadunidense cria sanduíche de leão em homenagem à Copa

Mas beeem espertões os caras!

"Uma lanchonete do Arizona, Estados Unidos, resolveu criar um sanduíche especial para homenagear a Copa do Mundo da África do Sul, mas acabou obviamente criando polêmica. A absurda novidade, que levantou a ira de ativistas dos direitos dos animais, é um hambúrguer feito com carne de leão.
Depois do lançamento do novo prato, o restaurante Il Vinaio, em Phoenix, recebeu cerca de 250 e-mails de protestos e até uma ameaça de bomba. “Nós pensamos que, como a Copa do Mundo é na África, o hambúrguer de leão poderia ser interessante para os nossos consumidores mais aventureiros”, defendeu-se o dono do Il Vinaio, Cameron Selogie.
Segundo ele, a carne de leão usada no sanduíche vem de um criadouro de Illinois, regulamentado junto ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos."

Fonte: Anda
Nota da Redação da fonte: Mais uma aberração justificada pelo modismo atual. A conivência com a crueldade e a violência para não perder a “onda” atual constituem mais um exemplo da falta de ética e de respeito, passando por cima do bom senso e da compaixão pelos animais em nome de um lucro gerado à custa de vidas. Espera-se não só que o movimento ativista de defesa animal se posicione contra esta crueldade, mas também que a população boicote o estabelecimento e a comercialização seja proibida. 

Toddy: achocolatado ganha versão vegana e orgânica

"Um dos achocolatados mais famosos entre os brasileiros acaba de ganhar uam versão orgânica e vegana. Segundo o site do produto – visite e saiba mais www.toddy.com.br/organico – o lançamento traz apenas cinco ingredientes: cacau e açúcar orgânicos, extrato de malte, sal e lecitina de soja.
Assista a um vídeo que conta um pouco do processo produtivo deste produto."
 De Vista-se

Polícia peruana apreende cocaína que era transportada dentro de animais vivos

O ser humano é muito criativo. Uma pena que a maior parcela dessa criatividade não seja usada para o bem. Desta vez traficantes decidiram transportar cocaína dentro de animais vivos. A polícia do Peru fez a apreensão e publicou este vídeo. Contém imagens fortes. Sem mais informações para o momento.
 Contribuição do leitor Jean Rodrigo Ferri, do Vista-se
Video: http://www.youtube.com/watch?v=la2t31KnoFQ

Coca-cola e a reciclagem

"Coca-Cola em parceria com a Emeco (fabricante de cadeiras) lançam a Navy Chair produzida a partir da reciclagem de 111 garrafas PET.
Navy Chair - Emeco e Coca-Cola
Navy Chair - Emeco e Coca-Cola
Navy Chair
Navy Chair
Navy Chair
Navy Chair
Cerca de quatro anos atrás, em 2006, a Coca-Cola trouxe a Emeco uma proposta. Sua fábrica de reciclagem em Spartanburg Carolina do Sul processavam milhares de garrafas de plástico por dia e eles estavam procurando maneiras de mostrar o valor do plástico reciclado.
“Quando você recicla uma garrafa de plástico, você está fazendo algo bom. Quando você recicla 111 delas, você está fazendo algo grande. Ajude a sua garrafa de tornar-se algo extraordinário novamente.
O objetivo do projeto Navy Chair foi para alterar o comportamento do consumidor, demosntrando o valor de PETs com design bonito e produtos de uso diário - em última análise incentivar mais a reciclagem.”
Fonte: www.emeco.net/

Fiat divulga detalhes do protótipo Uno Ecology

Beeem Ctrl+C Ctrl+V, mas esta ai um carro "menos" poluidor.

 
A Fiat divulgou, nesta quarta-feira (23), informações detalhadas do protótipo Uno Ecology, já apresentado pela fabricante durante o lançamento do Novo Uno e no Michelin Challenge Bibendum 2010. O projeto do modelo tem como foco a sustentabilidade e a redução do impacto ambiental. De acordo com a Fiat, o conceito continuará em processo de desenvolvimento como um laboratório permanente para soluções que possam entrar na linha de produção da marca.

O modelo é equipado com motor 1.0 calibrado apenas o uso do etanol (E100). Ele conta com a tecnologia start/stop, que desliga o motor do veículo quando durante as paradas, por exemplo, em um semáforo, e religa automaticamente o motor quando o pedal da embreagem for acionado. Segundo a Fiat, o mecanismo gera uma economia de combustível em torno de 5% em trânsito urbano.


Peças plásticas têm bagaço de cana-de-açúcar.
 
Também com a ajuda da eletrônica, o carro é equipado com o sistema TPMS (Tyre Pressure Monitoring System), que alerta o motorista por um sinal luminoso se há algum pneu com pressão abaixo do especificado. Isso porque pneus mal calibrados podem resultar em aumento de até 5% no consumo de combustível.

O teto solar do protótipo é outro item a favor da economia de combustível. Semelhante ao Sky Dome do Fiat Punto, o teto solar possui células fotovoltaicas no painel posterior para auxiliar na carga da bateria, reduzindo a necessidade de geração de energia por parte do motor. Esse teto foi projetado para gerar uma potência elétrica de 35W, considerando exposição de 8 horas diárias ao sol durante 30 dias.

16,5 kg de material renovável

Entre as mudanças de materiais estão o uso de bagaço de cana-de-açúcar nas peças plásticas, que reduziu o peso do veículo em 8% em relação a uma peça convencional. Já os bancos são de fibra de coco e látex, que evitam o uso de 7 kg de poliuretano (substância derivada do petróleo) no veículo. Além disso, os materiais são renováveis e recicláveis.

Fiat Uno Ecology tem revestimento de bancos e tapetes de PET reciclado

O Uno Ecology ainda traz revestimento dos bancos e tapetes com tecidos a partir de PET reciclado. Segundo a fabricante, utiliza-se cerca de 30 garrafas por veículo.

De acordo com a Fiat, estas pesquisas podem representar uma substituição de quilos de matérias prima que hoje têm como a origem o petróleo por fontes renováveis. No total, foram 16,5 kg de material renovável aplicados no protótipo.


Teto solar auxilia na carga da bateria

Fonte: gazetaweb.globo.com

domingo, 20 de junho de 2010

Motoboy terá de fazer curso

"A partir de 15 de dezembro, expressões como “gestão de riscos sobre duas rodas” e “ética e cidadania na atividade profissional” farão parte do cotidiano dos motoboys. Os temas integrarão o curso de 30 horas-aula que será obrigatório para os motociclistas trabalharem de forma legalizada nas ruas. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) regulamentou as regras, aguardadas há quase um ano.

Do total, cinco aulas serão práticas. Para passar, o motoboy terá de acertar 70% do questionário e não ter faltas. O profissional precisará também fazer aulas de reciclagem a cada cinco anos. O Contran justifica as lições afirmando ser importante “garantir aos motociclistas profissionais a aquisição de conhecimentos, a padronização de ações e, consequentemente, atitudes de segurança no trânsito”.

A atividade de motoboy e mototaxista foi definida pela Lei Federal 12.009, em julho do ano passado. Ela estabeleceu que, para exercer essas atividades, os motociclistas teriam de ter mais de 21 anos, Carteira Nacional de Habilitação na categoria A (para motos) há dois anos, usar equipamentos de segurança e passar pelo curso de especialização. A novidade foi a definição das regras do curso.

Quando cumprir todos esses requisitos, os motoboys terão de pedir uma autorização especial para trabalhar e vão receber placas na cor vermelha, igual aos táxis. Segundo o Denatran, os Detrans precisarão definir como farão a fiscalização dos cursos e em quais locais as aulas serão aplicadas.

Acredita-se que a medida tornará a categoria mais profissionalizada, o que reduziria a discriminação e o número de acidentes. O presidente da Federação dos Mototaxistas e Motofretistas do Brasil (Fenamoto), Robson Alves, estima que os cursos custarão entre R$ 30 e R$ 60, um investimento que ele considera importante."
Fonte zerohora

Cidade norteamericana proíbe andar de bicicleta em ruas do centro

Salomon Banda - O Estado de S.Paulo
"Com cerca de cem habitantes, a cidade de Black Hawk, no Colorado, proibiu o uso de bicicleta. É o único governo municipal dos Estados Unidos a adotar uma restrição desse tipo. A medida aplica-se às ruas centrais da cidade, e não às poucas vias residenciais.
Grupos que defendem o uso da bicicleta pretendem contestar a lei, considerada por eles ilegal. "O perigo neste caso é o precedente", declarou Dan Grunig, do grupo Bicycle Colorado. "Não consideramos a medida nem correta nem legal, e pretendemos resolver isso antes que o assunto se propague."
No entanto, a prefeitura já começou a aplicar a norma e expediu multas de US$ 68 (R$ 121). O gerente da cidade (funcionário responsável por garantir a funcionalidade do município), Michael Copp - que diz não ser um aficionado por bicicleta -, conta que oito citações já foram expedidas. "Neste momento, o conselho municipal não tem nenhuma intenção de anular a proibição."
No ano passado, o governo federal destinou US$ 1,2 bilhão para ajudar as comunidades a incentivarem o uso da caminhada e da bicicleta. Um relatório encomendado pelo Congresso aponta que 11,9% das viagens no país são feitas a pé ou de bicicleta, um aumento em relação aos 7,9% de dois anos atrás.
Charles Zegeer, diretor do Centro de Informação sobre Transporte Pedestre e por Bicicleta do Departamento dos Transportes na Universidade da Carolina do Norte, disse que as comunidades preocupadas com segurança oferecem rotas alternativas. As cidades na Europa, por exemplo, já fizeram essas acomodações, disse."
De Estadao

Shimano lança componentes para a e-bike

"A Shimano lançou uma linha de componentes para bicicletas elétricas chamada de STEP (Shimano Total Electric Power System). Com um mercado que começa a tomar forma, a gigante dos componentes de bicicletas não quer ficar de fora. Até a gigante alemã Bosch quer um pedaço dele.

O conjunto de componentes conta com um motor dianteiro de 250 W que fornece potência até o ciclista atingir 25 km/h, quando a energia é cortada. Já os sistema de frenagem é regenerativo, o que permite carregar a bateria enquanto desce uma ladeira. A bateria é de íon-lítio de 24 V com capacidade de 4,0 Ah. Segundo a divulgação, esta bateria permite uma autonomia de 40 km no modo normal e de até 60 km no modo ECO. Seu peso: 2,7 kg.

A bateria é removível e pode ser carregada fora da bicicleta em até uma hora. Ela tem vida de 3000 ciclos de carga ou segundo a Shimano até 8 anos de vida.
O motor só funciona se o ciclista pedalar. No movimento central existe um sensor que indica se o preguiçoso ciclista vai fazer a sua parte!

Para o cubo traseiro o famoso sistema Nexus de 8 velocidades internas (GV-E500) com acionamento elétrico com otimização das trocas de marchas.

Os manetes que acompanham o sistema STEP permitem uma série de regulagens, desde a potência do motor até a capacidade de regeneração do freio. Tudo ao alcance dos dedos.

E o ciclocomputador é mesmo um computador de bordo, indicando as principais funções do sistema, e que fornecerá diagnóstico das principais funções às oficinas de bike. O sistema ainda contempla luzes dianteira e traseira.

O sistema é todo impermeável e pode trabalhar em baixas temperaturas, apenas a vida da bateria é reduzida nesta situação.
O que muda com a entrada da Shimano neste segmento? Nada, apenas mais um fornecedor de componentes, com sua inegável qualidade. A própria Shimano diz que quer tratar as bicicletas elétricas apenas como bicicletas, diferentemente de outros fabricantes que vendem a facilidade da mobilidade urbana sem esforço físico.
O lançamento do produto está previsto para a Eurobike, em setembro, e para o mercado em dezembro de 2010"
Pedaleiro

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Copel participa de feira de reciclagem em Curitiba

Com o mote “recicle seus conceitos, pratique o desenvolvimento sustentável e amplie seus negócios”, a 5a edição da Feira Brasileira de Reciclagem, Preservação e Tecnologia Ambiental (ReciclAção) vai discutir até este sábado (19) em Curitiba temas como reciclagem agrícola, gestão ambiental, saneamento ambiental e o mercado de reciclagem. Além disso, 81 empresas montaram estandes para mostrar seus trabalhos na área ambiental. Entre elas está a Copel, que levou à Feira suas práticas de gestão dos resíduos resultantes de todas as etapas da geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, além das formas de geração de energia por meio de matrizes alternativas que estão em estudo pela Companhia.

“Cada vez mais vemos o quanto a indústria e os empreendedores estão reciclando e fazendo o ciclo da vida evoluir, criando sustentabilidade”, comemorou a diretora de Meio Ambiente e Cidadania Empresarial da Copel, Marlene Zannin. “Como é bom trabalhar em algo que faz bem para todo mundo”, prosseguiu. “Fazer parte desse time é importante porque ele cresce a cada momento, e eu espero que ele se torne o time de toda a humanidade”.

A 5a edição da ReciclAção está sendo realizada com o apoio do Governo do Paraná e de instituições como a Copel e a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

ORIGEM - O secretário de Meio Ambiente de Curitiba, José Antonio Andreguetto, lembrou a origem desta Feira, que começou como um evento paralelo à 8ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (COP-8) e à 3ª Reunião das Partes do Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança (MOP-3), que aconteceram em 2006 na Capital. “Ela acabou se tornando uma ótima oportunidade para mostrar que é possível avançar na busca da sustentabilidade”.

Este ano, a ReciclaAção recebeu pela primeira vez o Certificado de Neutralização de Emissão de Carbono pela Oscip Mata Atlântica e Sustentabilidade (Prima), que fez as medições no ano passado.

EVENTOS SIMULTÂNEOS - A Feira começou com uma palestra do diretor da Unidade de Desenvolvimento Sustentável do Banco do Brasil, Maurício Messias, com o tema “Estratégias para um desenvolvimento sustentável”. Até sábado, acontecerão dois cursos – Introdução ao Mercado da Reciclagem e Conduta Preventiva no Transporte de Produtos Perigosos –, dois seminários – o 3o. Seminário de Saneamento Ambiental e o 2o. Seminário de Gestão Ambiental e Mudanças Climáticas – e ainda um simpósio – o 2o. Simpósio Nacional de Reciclagem Agrícola de Resíduos de Origem Rural, Urbana e Industrial. “Um dos problemas mais graves que vivemos hoje é a poluição do solo e da água e isso tem tudo a ver com reciclagem”, afirmou o Associação dos Engenheiros Agrônomos do Paraná, Luiz Antonio Lucchesi, ao comentar sobre o simpósio. “É preciso resolver o problema dos poluentes”.
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 Estande da Copel é destaque na ReciclAção

Primeiro o visitante lembra, ao se deparar com uma cozinha equipada com diversos eletrodomésticos, da importância da energia elétrica no seu cotidiano. Mas ao entrar no estande, o cenário muda e o visitante entra no mundo da geração, depois da transmissão e, por fim, da distribuição da energia elétrica. E ao terminar a visita, encontra uma maquete que mostra todo o contexto do que foi visto, do começo ao final. E tudo isso complementado com informações e exemplos práticos de todas as ações de gestão dos resíduos que são produzidos nestas etapas e com as ações ambientais promovidas pela Copel.

Ponto de partida: a Copel tem coleta seletiva em todas as suas unidades. Numa segunda etapa, a reciclagem é prática obrigatória na Companhia. Os medidores, por exemplo. A Copel usa tudo que é possível reaproveitar dos equipamentos antigos e só compra as peças de que realmente precisa. Postes quebrados e fios arrebentados, tudo é reciclado para que possa ser reaproveitado. O material resultante da poda das árvores também segue para compostagem, assim como todo o resto de alimentos. O óleo usado nos transformadores é reciclado, e em muitos equipamentos a Copel já está empregando óleo vegetal como isolante, que é menos poluente.

Todas estas etapas estão literalmente ilustradas no estande da Copel com miniaturas dos componentes que fazem parte da estrutura da rede elétrica. As ações ambientais da Companhia também estão caracterizadas: os estudos para o aproveitamento do potencial eólico, que consiste em gerar eletricidade a partir da força do vento, os cuidados para a proteção e preservação dos monos-carvoeiros da cara preta e o estudo com os diversos tipos de biocombustíveis que podem ser usados na geração de energia elétrica.

Igualmente tem espaço relevante no estande o trabalho de repovoamento dos reservatórios para o equilíbrio da fauna. “No Centro de Ictiologia instalado na Usina de Segredo, nós reproduzimos as cinco espécies de peixes mais ameaçadas no Estado e fazemos o monitoramento da qualidade da água nos reservatórios, garantindo a sobrevivência dos animais”, afirmou o técnico do Serviço de Monitoramento da Fauna e da Qualidade da Água da Copel, Dieter Penner.

A ReciclAção acontece no ExpoUnimed, na Universidade Positivo, na Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 e a entrada é franca. O estande da Copel estará aberto à visitação nesta sexta das 14 às 21 horas e no sábado, das 13 às 19 horas.

De AgenciadeNoticias