sexta-feira, 18 de junho de 2010

Caça às baleias - votação final

Dentro de uma semana a Comissão Baleeira Internacional (IWC) fará a votação final para uma proposta de legalizar a caça comercial de baleias pela primeira vez em uma geração.

O resultado depende de quais vozes serão ouvidas de forma mais clara nos momentos finais: o lobby pró-caça ou cidadãos do mundo?

Mais de 650.000 membros da Avaaz já assinaram a petição para proteger as baleias – é hora de conseguir 1 milhão! A equipe da Avaaz estará nas negociações da IWC no Marrocos semana que vem e conseguimos outdoors, anúncios de primeira página em jornais e um marcador gigante mostrando as assinaturas na petição. Tudo para garantir que os delegados, desde o momento em que descerem do avião até a hora da votação, vejam a nossa mensagem que o mundo não aceitará um massacre de baleias. Clique para assinar e depois encaminhe este email para todos:

https://secure.avaaz.org/po/whales_last_push/?vl

Graças a um chamado global, muitos governos já se comprometeram a irem contra a proposta. Cada vez que a petição da Avaaz ganhou 100.000 nomes, ela foi enviada para a Comissão Baleeira Internacional e governos chave. Alguns, como a Nova Zelândia agradeceram todos nós que assinamos.

Mas a pressão do outro lado é incansável. Outros governos, especialmente na Europa e América Latina podem se abster... ou até mesmo apoiar a proposta. Portanto, o resultado da votação é ainda incerto.

Pressão popular é a nossa melhor chance. Afinal de contas, foi um movimento social global na década de 80 que conseguiu banir a pesca comercial de baleias que nós agora estamos tentando proteger. A Comissão Baleeira Internacional se reunirá no Marrocos a partir desta quinta-feira dia 17 e a votação será em menos de uma semana. Vamos garantir a presença das nossas vozes globais para recepcionar os delegados:

https://secure.avaaz.org/po/whales_last_push/?vl

Depois que a proibição global foi imposta à caça comercial de baleias, o número de baleias mortas todo ano caiu de 38.000 para poucos milhares. Isto é apenas uma prova do poder da humanidade em seguir o caminho certo. Enquanto lidamos com outras crises atuais, vamos valorizar este legado de progresso – nos unindo agora para proteger nossos vizinhos majestosos e inteligentes neste frágil planeta.

Com esperança,

Ben, Ben M, Maria Paz, Ricken, Benjamin, David, Graziela, Luis e toda a equipe Avaaz

PS. Mesmo após a proibição, o Japão, Noruega e Islândia continuaram caçando baleias. Estes países estão pressionando o IWC para enfraquecer as restrições à caça. Aguardando a permissão para caçar ainda mais baleias, o Japão já está planejando comprar o maior navio baleeiro já visto. Clique aqui para assinar a petição.

Leia mais:

Três países querem "levar" baleias para a mesa e para o armário da farmácia:
http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1441992

Japão ameaça deixar Comissão Baleeira Internacional:
http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,japao-ameaca-deixar-comissao-baleeira-internacional,567025,0.htm

Ambientalistas pressionam Japão para não caçar baleias:
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100617/not_imp567722,0.php










A Avaaz é uma rede de campanhas globais de 4,9 milhões de pessoas que se mobiliza para garantir que os valores e visões da sociedade civil global influenciem questões políticas internacionais. ("Avaaz" significa "voz" e "canção" em várias línguas). Membros da Avaaz vivem em todos os países do planeta e a nossa equipe está espalhada em 13 países de 4 continentes, operando em 14 línguas. Saiba mais sobre as nossas campanhas aqui, nos siga no Facebook ou Twitter.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Projeto beneficia compra de bicicletas para estudantes

"Estudantes da educação básica pública de áreas rurais terão, ainda neste ano, mais um apoio para chegar à escola. O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) iniciou nesta segunda-feira (14), pregão eletrônico para compra de bicicletas escolares. Estados e municípios poderão aderir a uma ata de registro de preços e usar recursos próprios ou de emendas parlamentares. A expectativa é de que sejam adquiridos cerca de 350 mil veículos no primeiro ano de vigência da ata. 
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O senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), autor do Projeto de Lei que propõe isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para bicicletas, suas partes e peças, parabenizou o FNDE pela iniciativa, que vai facilitar, substancialmente, o acesso dos estudantes à escola.

Para Inácio, a aprovação de seu projeto vai contribuir com a execução da proposta do FNDE. Com o IPI zero, o custo da bicicleta cai. Com preços mais acessíveis, Estados e municípios poderão adquirir um número maior desse meio de transporte que é utilizado por mais de 10% da população brasileira.

Segundo o diretor de administração e tecnologia do FNDE, José Carlos Wanderley Dias de Freitas, os alunos poderão dar suas primeiras pedaladas para a escola já a partir de outubro. “O registro de preços deve estar disponível para adesão até o final deste mês, mas temos de acrescentar ainda o prazo de produção e entrega das bicicletas, que é de 80 dias, dependendo da localidade demandante e da quantidade solicitada”, afirma Freitas.

De propriedade das prefeituras ou dos governos estaduais, as bicicletas ficarão de posse dos alunos enquanto estiverem matriculados na rede de ensino. Caberá à diretoria de cada escola exercer o controle desse bem mais de perto.

Bicicletas para todos

Com o objetivo de sensibilizar os senadores a aprovarem o projeto de lei que propõe IPI Zero para as bicicletas, foi lançada a campanha “Bicicletas para todos”. Para participar basta acessar www.inacio.com.br e assinar o abaixo assinado pela aprovação do projeto de Lei 166/2009.

O Brasil é o terceiro maior produtor de bicicleta do mundo. O IPI zero para bicicletas vai movimentar a atividade econômica do país, aumentando o número de empregos e do consumo de outros setores.

Segundo Inácio Arruda, IPI zero para as bicicletas significa mais trabalhadores, estudantes e esportivas com acesso facilitado a um equipamento que preserva o meio ambiente, pois não polui; tem alta eficiência energética, porque seu descolamento só depende da energia humana; contribui para a saúde do usuário, mantendo o bem estar físico e mental; é um meio de transporte rápido para distâncias curtas, além de ser um importante instrumento de lazer e de práticas esportivas.

De Brasília
Com informações da Assessoria do Senador"


http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=1&id_noticia=131463

Isopor 100% reciclável

"O isopor, nome comercial de um plástico chamado de poliestireno expandido é 100% reciclável, mas, por ser muito leve e volumoso, não é valorizado pelas cooperativas de catadores. O quilo do isopor não chega a R$ 0,50, o que inibe o interesse pelo material. Ainda assim, hoje o País recicla 8% de todo o isopor produzido, graças a parcerias entre o varejo, que utiliza grandes volumes do material, recicladores e indústria.
"Para que esse número aumente, é importante que as pessoas saibam que o isopor é plástico e que tem destino certo no mercado de reciclagem brasileiro", afirma Francisco de Assis Esmeraldo, presidente da Plastivida, entidade ligado à indústria dos plásticos, A reciclagem permite fazer com que o material volte à indústria como matéria-prima. É possível fabricar também molduras e rodapés"
De Estadao

Tecnologia permite reciclagem de materiais 'difíceis'

 Andrea Vialli - O Estado de S.Paulo
"O que fazer com embalagens de salgadinhos, bandejas de isopor, embalagens longa-vida? Embora cada vez mais presentes no dia a dia, esses resíduos são considerados difíceis de reciclar, pois têm menos valor comercial que outros materiais, como latas de alumínio, papelão e garrafas PET. Mas o cenário começa a mudar: já existem tecnologias no Brasil para transformar o que era lixo em novas matérias-primas.
Um exemplo são as embalagens feitas com o plástico tipo Bopp (sigla para película de polipropileno biorientado). O material, presente em embalagens de alimentos ? como salgadinhos, biscoitos, café, sopas instantâneas ?, praticamente não é recolhido por cooperativas de catadores. Mas a empresa americana TerraCycle, que no início do ano iniciou atividades no Brasil, especializou-se em fazer com que o material volte à indústria.
"O Bopp é um plástico e por isso pode ser reciclado. Nosso trabalho é desenvolver produtos que possam ser fabricados com o material", diz Guilherme Brammer, presidente da TerraCycle. Entre os produtos que podem ser feitos com as embalagens de salgadinhos estão mochilas, embalagens de cosméticos e até autopeças, como para-choques.
A reciclagem do Bopp está ajudando a resolver um problema da PepsiCo, fabricante dos salgadinhos Elma Chips. A empresa acabou de colocar no mercado os primeiros displays ? espécie de prateleira que expõe os produtos nos pontos de venda ? feitos 100% com embalagens de salgadinhos recicladas. "O que era descartado virou matéria-prima de novo, fechando o ciclo", diz Olivier Weber, presidente de Alimentos da PepsiCo.
Segundo ele, trata-se do primeiro display feito com material reciclado das próprias embalagens da empresa. Até o fim do ano, a meta é retirar 13,5 milhões de embalagens do ambiente, em todo o Brasil ? cada display consome 675 embalagens em sua fabricação. A empresa quer exportar a tecnologia brasileira para o resto do mundo.
Desafio. As embalagens longa-vida produzidas pela empresa sueca Tetra Pak também já estiveram na mira de ambientalistas. As caixinhas eram consideradas difíceis de reciclar, por serem formadas por um amontoado de camadas: seis no total, sendo quatro de plástico, uma de papelão e outra de alumínio. "O maior desafio foi desenvolver uma tecnologia que permitisse a separação de todas as camadas. Hoje, isso é possível", diz Fernando Von Zuben, diretor de meio ambiente da Tetra Pak.
Segundo ele, existem várias tecnologias que permitem reciclar o material. Uma delas, realizada em uma usina em Piracicaba (SP), separa todas as camadas, e os materiais retornam às respectivas indústrias. Outra, semelhante a um grande liquidificador, separa o papelão, mas o alumínio e o plástico permanecem unidos, o que forma um aglomerado ideal para fazer produtos como telhas, compensados, móveis, lixeiras, canetas e objetos de decoração.
O desenvolvimento dessas tecnologias já permite que 25% das embalagens Tetra Pak consumidas no Brasil sejam recicladas. Mas ainda é pouco. Telhas e compensados feitos com o material tiveram grande aceitação na construção civil, e hoje falta material. "Existem mais de 30 indústrias que usam essas embalagens recicladas como matéria-prima. É preciso aumentar a coleta seletiva.""
De Estadao

O reinado dos binários

"A partir de hoje mais um novo binário (ruas paralelas, com sentidos opostos) começa a funcionar em Curitiba. Trata-se do sistema implantado na Avenida Anita Garibaldi e Rua Washing­ton Mansur, no bairro Ahú. A nova intervenção faz parte de uma política sistemática da Diretoria de Trânsito de Curitiba (Diretran) e do Instituto de Pesquisa e Planejamento de Curitiba (Ippuc). A despeito das reclamações de moradores – que veem sua rua antes calma ser invadida pelo tráfego intenso de carros – e dos comerciantes das ruas principais – que perdem um dos sentidos passando em frente ao seu estabelecimento –, os binários vieram para ficar. De acordo com a prefeitura, eles fazem parte do planejamento da cidade. De 2004 para cá, foram implantados nada menos que 35 binários em Curitiba.
Na última semana, outro importante binário começou a ser construído: Agamenon Magalhães/ Roberto Cichon. A obra, que faz parte da implantação da Linha Verde Norte, vai interligar os bairros Cristo Rei, Tarumã e Capão da Imbuia. Depois de recuperar a Avenida Afonso Camargo, oito quilômetros de pistas, nos dois sentidos das avenidas Nossa Senhora da Luz e Humberto Castelo Branco, estão sendo revitalizados. O investimento é de R$ 1,5 milhão. Além dos outros binários da Linha Verde Norte, outros sistemas deste tipo estão previstos na cidade.

Críticas
Enquanto a “binarização” da cidade continua a todo vapor, cresce proporcionalmente a crítica a esse tipo de política de trânsito. “Nós fomos pegos de surpresa. Não fomos avisados de nada. Quando vimos, estavam raspando a sinalização que tinha. Tira­ram os estacionamentos de um dos lados da via. O sentido agora da Anita Ga­­ribaldi será só centro-bairro. Vamos perder os clientes que estão saindo de carro para ir para o Centro”, reclama Ângela Suave Oliveira, proprietária da Papelaria Garatuja, localizada na Anita Garibaldi.
Perto dali, na Washington Mansur, rua que passará a funcionar em binário com a Anita Garibaldi, a aposentada Au­­gusta Camargo Trevisani, 70 anos, está preocupada com a travessia de sua rua e com volta do supermercado: como as vagas de estacionamento na frente de sua residência foram suprimidas, ela terá dificuldades para descarregar as compras do táxi. “Vai virar uma rápida”, reclama. “Dizem que vai valorizar a minha propriedade, mas o que vale mais: minha saúde e a segurança de atravessar ou o dinheiro?”, questiona.

Defesa
De acordo com o engenheiro do Ippuc José Álvaro Twardowski, os binários melhoram a fluidez do trânsito, a segurança, estruturam o sistema viário da região, eliminam conversões conflitantes à esquerda e facilitam a travessia de pedestres. “Os binários vêm desde a época do Plano Diretor”, diz. Segundo ele, o planejamento de Curitiba está fundamentado em trinários (vias rápidas em sentidos opostos a uma quadra de distância de uma via exclusiva ao transporte coletivo, ladeada por duas vias locais em sentidos opostos).
Desde então, para fazer a ligação entre os importantes trinários da cidade (eixos estruturais), passou-se a implantar binários. “Foi-se repetindo para vias de menor porte em toda a cidade. Até hoje aplicamos para facilitar a mobilidade. Hoje, os binários são feitos para diminuir o tempo de viagem dos deslocamentos”, avalia.
Curitiba não está sozinha na aplicação deste tipo de sistema, segundo Twardowski, mas a capital paranaense o faz de forma diferente. “Outras cidades também fazem, mas não no contexto no Plano Diretor, normalmente”, afirma. Segundo ele, a despeito das críticas, em Curitiba os binários beneficiam, além do motorista do transporte individual, os usuários de transporte coletivo, os ciclistas e os pedestres. “Todo projeto que nós fazemos é pensando neste conjunto. Ao fazermos o projeto, fazemos um check-up da via como um todo: calçadas, buracos, rampas”, diz.
A gerente operacional da Diretoria de Trânsito de Curitiba (Diretran), Guacira Civolani, confessa que na área técnica não há consenso sobre os benefícios dos binários. “Mas o órgão público tem que dar uma solução ao trânsito. Os binários são inevitáveis. São fruto do crescimento da cidade.”
gazetadopovo


Eita desgracera!

Aplicativos de celular - a vida mais verde

Será?
"Reduzir o consumo de eletricidade e recursos naturais e fomentar a utilização de novos materiais que agridam menos a natureza. Essas são algumas motivações e justificativas da indústria de telefonia móvel para o desenvolvimento de uma série de aplicativos “verdes”, como estão sendo chamadas essas inovações tecnológicas para celulares, smartphones e até para usuários de redes sociais.

“São extremamente válidas todas as iniciativas que tenham como subproduto o consumo mais eficiente de energia, menor emissão de CO2, reaproveitamento de materiais e menor geração de resíduos sólidos. Mas se essas tecnologias serão bem aceitas ou não, isso vai depender do que chamamos de ‘percepção de valor ambiental’ dos consumidores”, disse Clarissa Lins, diretora executiva da Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável (FBDS).

Ela citou o Good Guide, aplicativo que calcula o ciclo de vida de produtos cadastrados por meio da leitura de seus códigos de barras, apresentando informações sobre quão sustentável é sua cadeia produtiva. “Esse é mais um exemplo de como um aparelho celular pode ser uma ferramenta para a decisão de consumo pautada pela sustentabilidade”, aponta.

Para o iPhone, as opções são várias: o shopgreen, por exemplo, calcula as emissões de gás carbônico de comportamentos (como usar uma bicicleta em vez de um carro, por exemplo) e produtos, ajudando o usuário a diminuir sua pegada de carbono. Já o Green Gas Saver "alivia" a consciência de quem não consegue abrir mão do seu veículo, ao calcular o caminho que oferece um melhor consumo de combustível.
O MeterRead, por sua vez, mede o consumo de energia de uma casa e com isso, permite uma economia de até 20% nas contas de energia elétrica. Há também aplicativos que detalham os poluentes num raio específico calculado a partir da localização física do usuário, como o Pollution.


As redes sociais não ficaram de foram: Personal Water Footprint Calculator promete uma utilização mais eficiente de água à medida que convida os usuários do Facebook a aferir seu consumo anual de água e dá dicas de como reduzi-lo. Todos os aplicativos no momento estão em inglês.
Celulares também querem ser verdes
Calcula-se que 40 milhões de toneladas de lixo eletrônico sejam produzidas por ano em todo o mundo, sobretudo em países asiáticos e africanos. Indo no sentido oposto a esses números, novos aparelhos celulares ambientalmente corretos chegam ao mercado como o W233 ECO, da Motorola. Seu corpo é feito a base de garrafas plásticas e os manuais de instrução foram todos impressos com papel reciclado. “Mas as grandes empresas também deveriam assumir a responsabilidade pelo descarte dos aparelhos antigos de seus clientes. Não adiantadar acesso a novas tecnologias se não cuidarmos do estrago que está sendo feito na natureza com os produtos antigos. Vender o novo sem se esquecer de recolher o velho seria a grande contribuição dessas companhias para um modelo de negócio mais sustentável”, apontou a diretora executiva da FBDS."
 
Fonte: ultimosegundo ig

Curitiba parou para acompanhar a Seleção


"Durante a semana, no meio da tarde, o trânsito no Centro de Curitiba é sempre movimentado. Veículos e pedestres preenchem cada canto das ruas em um ritmo frenético. Às 15h30 de ontem tudo isso mudou: a cidade parou para acompanhar o primeiro jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de Futebol 2010.

Para aproveitar a calmaria, Maurício Vale, 35 anos, decidiu passear de bicicleta. “Já gostei de futebol, mas perdi o interesse quando percebi que a população não se mobiliza para resolver os problemas do País como faz durante a Copa”, explica o ciclista. De acordo com ele, em qualquer outro dia, o passeio de bicicleta seria impossível devido ao trânsito. Outros ciclistas tiveram a mesma ideia.

Contudo, eles são minoria. Várias pessoas que não puderam deixar seus postos de trabalho fizeram de tudo para acompanhar pelo menos um pouquinho da partida entre Brasil e Coreia do Norte.
Foi o caso do gari Benedito Garbelini, 54, que começou a trabalhar às 14h30. “Adiantei o serviço para poder dar uma paradinha”, conta, sentado no banco de uma lanchonete que exibia a partida pela televisão.

Marcos José, 23, é funcionário de um estacionamento e não teve chance de ver nem um instante do jogo pois precisava cuidar dos dois carros de clientes que permaneceram estacionados.
“A minha vontade era fechar o estacionamento com os carros aí dentro mesmo e ir lá para a Rua XV acompanhar a partida”, brinca. A Avenida Marechal Deodoro, onde fica a empresa onde Marcos trabalha, estava praticamente deserta.

Na Praça 29 de Março, outras pessoas passaram o horário de trabalho angustiadas. A cobradora Mari Portes só sabia quando o Brasil fazia gol quando alguém passava na rua comemorando.
“A melhor coisa, sem dúvida, seria estar em casa assistindo pela televisão”, afirma. De acordo com ela, o movimento do meio-dia até as 15h foi intenso, e parou quase que completamente no horário do jogo.

O motorista Enos Rezende foi escalado para conduzir o Ligeirinho que faz a linha Pinhais-Campo Comprido no horário do jogo. Quando questionado sobre o resultado do jogo, soube informar rapidamente, já que os passageiros ouviam a partida pelo rádio e informavam a cada lance importante.
Motorista de ônibus há 23 anos, ele garante que já está acostumado. “Trabalhamos nos feriados, nos finais de semana.. fazer o quê? Alguém tem que trabalhar!”, brinca."
 Fernanda Deslandes
Fonte: Parana-Online
Imagem: Ciciro Back

Um outro ponto de vista

por Cesar Corregiari
"Eu sempre tive uma dieta vegetariana. Mesmo antes de nascer, meus pais decidiram abolir carne, peixe e frango do cardápio. Tudo isso em uma época em que a maioria das pessoas ainda consideravam um abuso o arroz com feijão sem o tradicional bife acebolado ou uma festa na laje sem o churrasco com farofa.
Hoje, comunidades virtuais nos unem e fica mais fácil saber pra que lado correr quando alguém te manda procurar sua turma. Mas até meados da adolescência, eu me considerava uma exceção, pois, além da minha irmã, não conhecia ninguém que nunca tivesse comido carne. Nem baconzitos.
Também acredito que tive sorte. Se fosse carnívoro desde pequeno, não sei se hoje faria parte daqueles grupos de pessoas que adoram um churrasco e ficam atormentando os naturebas. Por isso mesmo, admiro tanto aquelas que tiveram consciência e força de vontade para mudar de hábitos na hora da refeição.
Apesar das inúmeras vantagens, vez ou outra ser vegetariano parecia um pequeno fardo. Principalmente porque ao longo dos anos, quando me encontrava nessa situação indigesta de ter que discutir o assunto, sempre me justificavam, com os argumentos mais bizarros e infantis, de que ser carnívoro era bom.
Acho que todos nós já fomos indagados com exemplos do tipo:
“Mas nem peixe, nem frango? Da onde você tira proteínas?”
“Por isso você é branquinho desse jeito?”
“Nosso corpo precisa de carne pra sobreviver ao frio e a vida na cidade”
“Você nunca foi no Mc Donalds?”
“A gente é feito de carne, só estamos repondo”
Aí quando eu respondia com qualquer pesquisa científica a tréplica mais comum era: “E você acredita em tudo o que lê?”
Seria cômico se não fosse trágico. Incomoda o fato das pessoas serem sarcásticas quando a  tentamos argumentar. Nas raras ocasiões que enviei algum material relacionado aos matadouros, foi como jogar alho em cima de vampiro, tamanha a reação espantosa da galera, repelindo tudo quase que instantaneamente, tapando os olhos e os ouvidos para negar de todas as formas que aquilo existe. Neste ponto, o documentário Earthlings foi equivalente a uma bomba de efeito moral. O povo surtava, fechava o vídeo e corria de volta pro mundo do faz de conta, onde o Frango da Sadia canta e seus parentes dançam na mesa daquela família de trinta pessoas.
O vegetarianismo, afinal, é parte influente do meu ponto de vista sobre a vida. O que é natural deve ser preservado e as criaturas tem uma razão de existir que não precisamos compreender, apenas aceitar, porque é a forma que a natureza encontrou para manter o mundo em equilíbrio."
Fonte: Vista-se

Toureiro fica solidário a touro e é preso por não matar o animal

Um toureiro foi preso no México por ter fugido da arena durante uma tourada. Cristian Hernandez teve medo diante do touro e acabou sendo punido pela polícia por não cumprir com o violento contrato que exigia que ele matasse o animal. Hernandez foi ferido durante uma tourada no ano passado. Agora, depois de pagar uma fiança, saiu da cadeia e anunciou que vai abandonar a carreira.
Fonte e vídeo

Por Vista-se

Câmara recomenda normas para evitar constrangimento de parlamentares por jornalistas

"O presidente interino da Câmara, Marco Maia (PT-RS), recomendou à assessoria jurídica da Casa que defina normas para evitar o constrangimento de parlamentares por parte de jornalistas.
Maia manifestou solidariedade ao deputado Nelson Trad (PMDB-MS), que agrediu uma equipe do humorístico "CQC", da Band.
Ao ser abordado por equipe do programa, na semana passada, Trad se exaltou após saber que subscrevera um abaixo-assinado para incluir um litro de cachaça no Bolsa Família.
Uma contratada do "CQC" coletou assinaturas de apoio a uma proposta fictícia de emenda à Constituição.
Na confusão, um cinegrafista teve parte do equipamento danificado. A repórter Monica Iozzi chegou a ser empurrada. As imagens foram ao ar na segunda-feira.
"Ao não querer falar, o deputado é constrangido pelos veículos de comunicação. Há excesso por parte de alguns jornalistas. Temos de tomar algumas medidas institucionais", disse o presidente interino da Câmara.
Segundo Marco Maia, as ações devem preservar a liberdade de imprensa, mas assegurar o direito dos deputados de não autorizarem o uso de imagens pelos programas de humor.
A assessoria de imprensa da Câmara afirmou que sempre liberou a entrada de programas como "CQC", "Pânico na TV" (RedeTV) e "Legendários" (Record), mas que é necessário "mais diálogo" com essas equipes sobre as formas de abordagem dos deputados.
Em discurso no plenário, Nelson Trad reclamou da conduta do "CQC". "Não tem necessidade de eu pedir desculpas aos meus companheiros, porque eu reagi legitimamente em defesa da minha dignidade. Não defendo só a mim, mas a própria instituição a que pertenço há mais de 30 anos", afirmou.
Ele recebeu o apoio do colega José Genoino (PT-SP). "Também tenho passado por essas situações. Conto até 10 para não falar. E passo reto. A coisa está chegando a um ataque individual", disse.
Em suas páginas no Twitter, apresentadores do programa criticaram a decisão de Maia. "A Câmara quer proibir o CQC de 'constranger' os deputados. Pelo jeito, não querem concorrência", disse Rafinha Bastos. Para Marcelo Tas, o "CQC mostrou como ninguém lê o que assina no Congresso"."

NANCY DUTRA
DE Folha.com

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Eventos de adocao 19-20/06 - Curitiba

 Datas dos próximos eventos:


19-06-2010 Feira "Eu adotei um animal de rua. E você?" - Jardim Social - Curitiba PR
19-06-2010 Cantinho da Adoção - Rebouças - Curitiba PR
20-06-2010 Evento de Adoção de Cães e Gatos - Centro Cívico - Curitiba PR
 

Copa de 2014 e vereadores de Curitiba

"Os vereadores de Curitiba estão aproveitando o fato de Curitiba ter sido escolhida como uma das subsedes da Copa do Mundo de 2014 para fazer política. A Câmara Municipal já registra projetos de lei que envolvem o evento, que ocorrerá apenas daqui a quatro anos, e pelo menos um deles já entrou na pauta do Legislativo Municipal.

Nesta semana, a Câmara vota um projeto apresentado em conjunto por três vereadores. João Claudio Derosso, Marcio Celso Cunha e Francisco Garcez são responsáveis pela proposta que autoriza o município firmar convênios a instalar relógios que façam a contagem regressiva para marcar o número de dias que faltam para a Copa chegar a Curitiba. Pelo projeto, que vai a primeira votação nesta terça-feira, os relógios ficarão acoplados a "telões multimídias interativos" em pontos estratégicos da cidade.
Outra proposta relativa à Copa de 2014 é de autoria do vereador Professor Galdino. Ele quer que os motoristas e cobradores de ônibus usem um uniforme com as cores da bandeira do Brasil durante o evento. Segundo o vereador, a proposta surgiu de duas cobradoras que que querem "sentir e transmitir também no trabalho o espírito de patriotismo no período da Copa do Mundo de 2014". De acordo com a justificativa apresentada por Galdino, "a Copa do Mundo é momento em que as pessoas vibram pela seleção de futebol do nosso querido país, momento de dar ênfase às nossas cores, à nossa bandeira, à nossa pátria".
Uma outra proposta, de Mario Celso Cunha, dá o título de cidadão honorário a Ricardo Teixeira, presidente da CBF. Entre outras coisas, a justificativa diz que Teixeira merece a honraria por ter ajudado a trazer a Copa para Curitiba. O título, já aprovado, foi entregue no último dia 26 de maio."
Jornale


Eu acho(ironicamente falando) que realmente é algo muito importante!

Embalagens impulsionam Certificação FSC no Brasil

"A marca do Conselho de Manejo Florestal (FSC), até alguns anos pouco conhecida no país, já faz parte da vida de milhões de brasileiros. Atualmente, é comum observar o selo FSC em embalagens de suco e leite, contas de telefone, publicações, extratos bancários e faturas de cartão de crédito.

A Tetra Pak, maior fabricante de embalagens do mundo, com duas fábricas e 1.200 funcionários no Brasil, anuncia que, em 2010, metade da produção brasileira da empresa terá o selo FSC. "São 5 bilhões de embalagens que chegarão aos lares com a marca da principal certificação do planeta", afirma Fernando Von Zuben, diretor de meio ambiente da empresa.

O executivo destaca ainda que, até 2014, 100% das embalagens fabricadas pela Tetra Pak no Brasil – ou seja, 10 bilhões de unidades – terão a chancela do Conselho de Manejo Florestal. Empresas como Coca-Cola, Unilever, Pão de Açúcar, Carrefour, Walmart e Pepsico já aderiram à certificação em embalagens de lácteos, sucos e outros produtos.

A certificação FSC assegura que o processo produtivo certificado utiliza insumos em conformidade com critérios ambientais e sociais, seguindo condicionantes de sustentabilidade, e obedecendo às legislações trabalhista e fiscal.

Fernando Von Zuben acrescenta que, por uma política de sustentabilidade da empresa, os custos adicionais de uma embalagem certificada não são repassados para os clientes. "Não cobramos nada a mais das empresas por isso, nosso objetivo é aplicar, de fato, os conceitos de sustentabilidade", disse. A Tetra Pak investe anualmente, no Brasil, R$ 7 milhões em ações voltadas para a sustentabilidade socioambiental.

CONSERVAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL
"O cliente que compra um produto que leva o carimbo do FSC pode ter a certeza de estar contribuindo para a conservação do meio ambiente e para a inclusão social de milhares de comunidades, que recebem um preço justo por sua produção", avalia Mauro Armelin, coordenador do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável do WWF-Brasil.

Dados do Imaflora – certificadora independente credenciada pelo FSC – dão conta de que, no Brasil, a certificação por cadeia de custódia, que atesta a sustentabilidade socioambiental de toda a cadeia produtiva, cresceu 28% no ano de 2009, em comparação com o ano anterior.

"Os setores gráfico, de embalagens e de tissues [lenços de papel e similares] são os principais responsáveis por esse crescimento", informa Luciana Papp, coordenadora de certificação do Imaflora.

Luciana Papp destaca que, nos últimos anos, a quantidade de áreas certificadas na Amazônia ficou estagnada, principalmente por questões ligadas à demora no licenciamento de projetos e a indefinições por parte do poder público. "Esperamos que, a partir do ano que vem, as áreas certificadas voltem a crescer com as concessões de florestas públicas para a atividade madeireira sustentável", salienta a coordenadora.

Mauro Armelin, do WWF-Brasil, também demonstra otimismo em relação ao potencial de crescimento das áreas certificadas na Amazônia. "Depois de três anos arrumando a casa, tudo indica que o Serviço Florestal Brasileiro terá condições de implementar de forma efetiva as concessões. A expectativa é que sejam licitados 400 mil hectares ainda em 2010", relata.

De acordo com a lei de concessões de florestas públicas, comunidades e empresas poderão explorar, de forma sustentável, áreas de florestas públicas. A ideia é que, com o modelo, criem-se condições de
geração de emprego e renda aliada à conservação das florestas.

No Brasil, atualmente, cerca de 5 milhões de hectares contam com a certificação FSC. O percentual é baixo, especialmente considerando-se a extensão de áreas florestais no país e levando-se em conta o fato de, no mundo, haver 130 milhões de hectares certificados."

De Agrosoft

Pesquisa do IBGE aponta Brasília como campeã de bullying

"Pesquisa realizada pelo IBGE apontou Brasília como a capital do bulliyng. Segundo o estudo, 35,6% dos estudantes entrevistados disseram ser vítimas constantes da agressão. Belo Horizonte, em segundo lugar com 35,3%, e Curitiba, em terceiro lugar com 35,2 %, foram, junto com Brasília, as capitais com maior frequência de estudantes que declararam ter sofrido bulliyng alguma vez.

O bulliyng compreende comportamentos com diversos níveis de violência que vão desde chateações inoportunas ou hostis até fatos agressivos, sob forma verbal ou não, intencionais e repetidas, sem motivação aparente, provocado por um ou mais estudantes em relação a outros, causando dor, angústia, exclusão, humilhação e discriminação.

A população-alvo da pesquisa foi formada por estudantes do 9º ano do ensino fundamental (antiga 8ª série) de escolas públicas ou privadas das capitais dos estados e do Distrito Federal. O cadastro de seleção da amostra foi constituído por 6.780 escolas.
Durante a pesquisa, foi feita a seguinte pergunta aos estudantes: "Nos últimos 30 dias, com que frequência algum dos seus colegas de escola te esculacharam, zoaram, mangaram, intimidaram ou caçoaram tanto que você ficou magoado, incomodado ou aborrecido?”

Os resultados mostraram que 69,2% dos estudantes disseram não ter sofrido bullying. O percentual dos que foram vítimas deste tipo de violência, raramente ou às vezes, foi de 25,4% e a proporção dos que disseram ter sofrido bullying na maior parte das vezes ou sempre foi de 5,4%.

No ranking das capitais com mais vítimas de bullying, aparecem ainda Vitória, Porto Alegre, João Pessoa, São Paulo, Campo Grande e Goiânia. Teresina e Rio Branco estão empatadas na 10ª posição. São Paulo ocupa a 7ª posição.

Palmas apresenta o melhor resultado da pesquisa. Na capital do Tocantins, 26,2 % dos estudantes afirmaram ter sofrido bullying. Em seguida, estão Natal e Belém, ambas com 26,7%, e Salvador, com 27,2%.

Em Brasília, o maior número de casos ocorreu nas escolas particulares: 35,9%, contra 29,5% nas escolas públicas. Segundo a pesquisa, o bullying é mais frequente entre os estudantes do sexo masculino (32,6%) do que entre os escolares do sexo feminino (28,3%).

Para combater o problema, o governo do Distrito Federal (GDF)  criou Conselhos de Segurança nas escolas. “Vamos resolver os nossos conflitos tendo como mediadores os nossos colegas, professores e os pais”, disse a subsecretária de Educação Integral Ivana Santana Torres. "Os estudantes também estão recebendo aulas de respeito à diversidade. Mas o resultado disso precisa também da vigilância dos pais", completou.

“Nós temos prestado atenção nisso, nós temos o Observatório da Violência nas escolas particulares, temos capacitado os professores, pais e alunos para essa questão do bulliyng”, afirmou a presidente dos Estabelecimentos Particulares de Ensino Amábile Pácios."

Unidade da Federação Percentual de estudantes que sofreram bullying
Distrito Federal 35,6%
Belo Horizonte 35,3%
Curitiba 35,2%
Vitória 33,3%
Porto Alegre 32,6%
João Pessoa 32,2%
São Paulo 31,6%
Campo Grande 31,4%
Goiânia 31,2%
Teresina e Rio Branco 30,8%

g1.globo.com

Câmara de Curitiba vota projeto antibulling

Algo produtivo!

"Com a crescente onda de violência entre jovens e a elevação dos índices de ocorrências de agressões verbais, físicas e morais nas escolas, envolvendo alunos entre  si, alunos e professores, alunos e funcionários, aumentando de maneira significativa o número de vítimas, os vereadores Mario Celso Cunha (PSB) e Pedro Paulo (PT) protocolaram projeto de lei que visa combater esta prática em Curitiba.

Segundo Mario Celso, “este fenômeno, conhecido como 'bulling', tem se alastrado mundialmente, atingindo escolas públicas e particulares, merecendo das autoridades uma ação mais radical e urgente. Pais de alunos e educadores hoje estão sendo alvos deste tiroteio que provoca tristes consequências.” O vereador Pedro Paulo lembrou que “precisamos agir de forma rápida para conter esta onda negativa que atinge as escolas. Como professor, tenho a obrigação de fazer algo que possa gerar um freio nessa situação”.

Em alguns Estados este assunto já se transformou em discussões nos plenários legislativos, inclusive virando lei no Rio Grande do Sul. O projeto dos vereadores de Curitiba é composto por sete artigos, condicionando a política “antibulling” para todas as instituições de ensino da capital, incluindo as públicas ou privadas. Para os efeitos da lei, considera-se “bulling” qualquer prática de violência física ou psicológica intencional e repetitiva, entre pares, que ocorre sem motivação aparente, praticada por um indivíduo ou grupo de indivíduos, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimidar, agredir fisicamente, isolar, humilhar, ou ambos, causando dano moral, emocional ou físico à vítima, em uma relação de desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas.

O projeto prevê também penalidades para quem faz comentários racistas, homofóbicos ou intolerantes quanto às diferenças econômico-sociais, físicas, culturais, políticas, morais e religiosas ou outras. Também trata de artigo sobre a destruição proposital de bens alheios e disseminação de boatos que deponham contra a honra e a boa imagem das pessoas. O vereador Mario Celso disse que “também o envio de mensagens, fotos ou vídeos por meio de computador, celular ou assemelhados, bem como a sua postagem em blogs ou sites, cujo conteúdo resulte em exposição física ou psicológica também estão contemplado nos projeto de lei.”

O vereador Pedro Paulo explica que o projeto visa conscientizar a todos dos prejuízos, buscando incentivo à política “antibulling.” Segundo ele, não adianta estabelecer punições financeiras ou colocar da cadeia os agressores através de um projeto de lei. “O documento é para evitar os abusos e fazer com que a sociedade tome conhecimento dos riscos”, completou."
De Jornale

Táxi cai em canal após acidente no Centro de Curitiba


"Uma cena inusitada chamou a atenção de quem passou pela Rua Professor Fernando Moreira, mais conhecida como Rua dos Chorões, esquina com a Rua Brigadeiro Franco no Centro de Curitiba, por volta das 8h30, neste domingo (13). Um táxi se envolveu em um acidente com outro veículo e caiu no trecho canalizado do Rio Ivo.

De acordo com o Corpo de Bombeiros não houve vítimas graves no acidente. O taxista teve apenas lesões leves e foi encaminhado ao hospital."
gazetadopovo

Mais um que foi pra "vala"!

Ciclistas aprovam ciclofaixas clandestinas nas avenidas de SP

"Para eles, sinalização abre diálogo sobre falta de espaço para bicicletas.
Grupo discorda da CET e diz que pinturas não colocam segurança em risco.
 
Ciclistas defenderam as ciclofaixas clandestinas pintadas em algumas avenidas movimentadas de São Paulo como uma forma de protesto e até uma “provocação para chamar ao diálogo”. O objetivo, obviamente, é despertar a atenção de motoristas para os direitos de quem utiliza a bicicleta como meio de transporte pelas ruas congestionadas da capital. E o recado de quem as pinta tem endereço certo: a Prefeitura de São Paulo e, por extensão, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).
 
esta terça-feira (8), o G1 flagrou a sinalização de uma ciclovia clandestina na Ponte Universitária e na Rua Alvarenga, até o acesso à Universidade de São Paulo (USP), na Zona Oeste de São Paulo. No mês passado, uma falsa ciclovia também havia sido pintada na Rua Vergueiro, na região da Avenida Paulista. Por meio de nota, a CET reiterou que esse tipo de sinalização “presta um desserviço aos ciclistas, uma vez que os induz a correrem riscos ao circular em uma faixa que não foi planejada para receber bicicletas nem oferece a segurança necessária”. Devido a isso, a CET informou que a sinalização nestas vias será apagada, “para garantir a segurança dos usuários das vias e evitar possíveis acidentes”.
Quanto à questão da segurança, os ciclistas ouvidos pelo G1 discordam da CET. “Essa ciclofaixa indica a melhor maneira de o ciclista cruzar a Ponte Universitária, dentro das regras estabelecidas pela legislação de trânsito. Se o ciclista seguir a indicação, será o caminho mais seguro para ele”, afirmou o analista de sistemas Willian Cruz, de 36 anos e que desde 2003 utiliza a bicicleta como meio de transporte para ir de casa, na Praça da Árvore, na Zona Sul, a Pinheiros, próximo ao Parque Villa Lobos, na Zona Oeste da capital.
Cruz negou fazer parte do grupo de cicloativistas que pinta as faixas clandestinas. “O que eles estão tentando fazer é uma forma de protesto para ver atendida uma necessidade. E é uma maneira de criar uma situação para dar um pouco mais de segurança para o ciclista”, disse, saindo em defesa dos cicloativistas.
O publicitário carioca Carlos Aranha relata que se sentiu mais seguro ao trafegar com sua bicicleta por uma ciclofaixa clandestina na Rua Bela Cintra, nos Jardins, na região da Paulista, ao retornar de seu trabalho, na Avenida Brigadeiro Faria Lima. O efeito psicológico exercido pela sinalização se reflete em maior respeito aos ciclistas por parte dos motoristas, segundo ele.
“Pedalei por ali achando que era (uma ciclovia) oficial. Foi aí que fiquei sabendo que não era oficial. Mas a ciclovia não prejudicou o trânsito e fez com que os carros respeitassem os ciclistas. (A sinalização) lembra que os motoristas têm que manter distância dos ciclistas, lembra que estes têm direito também de utilizar a via”, afirma

Aliás, ter o direito - previstos no Código de Trânsito - de poder utilizar as vias, a exemplo de motoristas de veículos leves, ônibus e caminhões, é a principal reivindicação de qualquer ciclista. E para atingir tal objetivo, contam com a iniciativa do poder público – no caso, a Prefeitura de São Paulo.
“O poder público ainda não acordou para soluções alternativas. Continua priorizando só soluções para o carro. Quando o problema é coletivo, quem tem que agir é o poder público. O que a gente pede é que façam uma campanha de conscientização. Precisamos de rua e respeito”, reivindica Carlos Aranha.
“O ideal seria que a Prefeitura pintasse essas ciclofaixas e as fiscalizasse. Tirando a ciclovia da Radial Leste (na Zona Leste) e a da estrada da Colônia, que fica muito longe, as que existem são de lazer, que funcionam apenas aos domingos. O ponto principal que a gente tem de passar é a conscientização de que a bicicleta tem o direito de usar a rua”, completa William Cruz.

Provocação
Já para o jornalista carioca João Guilherme Lacerda, de 29 anos, que mora em Pinheiros e trabalha na Vila Madalena, ambas na Zona Oeste da capital, as ciclofaixas clandestinas são “uma provocação” que têm como mérito convocar o poder público “para o diálogo”.
“As ciclofaixas (clandestinas) não são novidade. É bom que existam pessoas que façam isso (pintar as ciclofaixas), para trazer o diálogo. A partir do momento em que há pessoas dispostas a dialogar, a gente pode começar a mudar esta situação. É uma provocação para o futuro”, conclui."
 
Deveríamos provocar por aqui também? Pq tá difícil!

Dinamarca quer estimular no Brasil uso da bicicleta

Dai é bom!

"A Embaixada e o Instituto Cultural da Dinamarca trazem para o Rio de Janeiro, de 12 de junho a 25 de julho, o projeto Dreams on Wheels - Cultura de ciclismo dinamarquesa para a sustentabilidade urbana. O projeto acontece no Centro de Artes Hélio Oiticica, e compreende diversas atividades, como exposição e palestras sobre cicloviários e mobilidade sustentável, além de passeios ciclísticos pela cidade.

Em tempos de preparação das cidades-sede para a Copa 2014, a proposta dos dinamarqueses vem a calhar, como exemplo para as autoridades brasileiras de um planejamento de infraestrutura viária em moldes mais sustentáveis.
O projeto Dreams on Wheels (sonho sobre rodas) já circulou por onze países, como México, Japão, França, Rússia, Canadá e Estados Unidos, entre outros. Assim como nesses locais, no Brasil, a proposta é mostrar como é o estilo de vida dinamarquês sobre duas rodas.

Copenhague foi a primeira cidade no mundo a promover o empréstimo público de bicicletas, um modelo que depois se espalhou por vários países da Europa. A cidade ostenta também uma taxa de uso da bicicleta altíssima - cerca de 40% dos habitantes pedalam diariamente, e o hábito, cultuado há muito tempo, está enraizado culturalmente. Por isso, a paixão pelas bicicletas, aliás algo universal, hoje inspira debates em todo o mundo, e é vista pelos escandinavos como uma importante alternativa sustentável de mobilidade.

Seminário, exposição e passeio ciclísticoDurante o evento, serão realizados seminários com especialistas em arquitetura urbana e mobilidade sustentável, que abordarão questões como estratégias de planejamento urbano, melhores práticas internacionais de mobilidade urbana e até o design de bicicletas.

Na área expositiva, a Gehl Architects, consultoria especializada no assunto e com projetos premiados em seu currículo por todo o mundo, irá demonstrar estudos de caso em que cidades se transformaram com uso da bicicleta. A mostra traz ainda uma seleção de bicicletas-conceito, de marcas e modelos mundialmente consagradas. E instalações sobre a conferência da ONU sobre mudanças climáticas, que aconteceu em 2009 em Copenhague.


*O Instituto Cultural da Dinamarca (www.dinacultura.org) é uma organização ligada ao Ministério da Cultura da Dinamarca, presente no Brasil, China, Estônia, Latvia, Bélgica, Alemanha, Hungria, Lituânia, Polônia, Rússia e Reino Unido, com o objetivo de promover o intercâmbio entre arte, cultura e sociedade."


De Copa2014

Veganismo e Radicalismo

"por Alex Peguinelli

Muitos associam veganismo a radicalismo, eu mesmo, confesso, antes de conhecer sobre Direito e Abolicionismo Animal, achava que tal postura era desnecessária. Isso acontece porque está mais do que enraizado em nós, em nossa sociedade e na cultura da humanidade como um todo, a idéia de que animais não-humanos tem sua importância na medida em que nos servem de alguma maneira. Seja com sua carne, sua pele, seu leite, seus ovos – portanto com sua vida -, os animais não-humanos, dentro de nossa cultura pós-moderna ainda continuam contidos dentro de uma esfera moral e ética pré-histórica.
É tudo tão cultural, que acabamos por achar normal a barbárie de termos corpos mutilados e em estado de decomposição sobre a mesa do jantar, pedaços de pele e couro aquecendo nossos corpos, isso sem falar em todo e qualquer tipo de entretenimento grotesco que envolva o sofrimento de animais não-humanos, uma diversão um tanto quanto sádica, eu diria.
Por fazer parte desta cultura de tratamento, moral e ético, pré-histórica, nossa relação mercadológica com os animais não-humanos acaba passando, por vezes, despercebida. É tudo tão rotineiro que sequer pensamos sobre o assunto. Carne é comida, pele é roupa, rodeio é diversão e ponto – e olha que não estou entrando nem em outros pontos, como por exemplo: leite, ovos, mel, vivissecção, utilização de animais em práticas esportivas, etc.
Mas onde entra o veganismo nessa história toda?
Bem, o veganismo não é simplesmente uma escolha alimentar, de vestuário ou de entretenimento. O veganismo é uma mudança de rumos, é uma virada de mesa moral e ética. Ou seja, até certo ponto achávamos normal comer animais, utilizar de seu leite, sua pele, subjugá-los à vontade humana, a partir do veganismo, todas essas práticas se tornaram imorais, antiéticas e erradas. Tanto faz a espécie, somos todos iguais, com iguais direitos que dizem respeito à vida e liberdade.
E por isso pode-se dizer que o veganismo é sim uma maneira de radicalismo. Ser vegano é ser tão radical quanto foram os abolicionistas que lutaram contra a escravidão dos negros, as feministas que lutaram pelos direitos da mulher, os homossexuais que lutaram por um tratamento igualitário.
Mas, assim como esses movimentos anteriormente citados, o veganismo é parte de um radicalismo saudável. Um radicalismo que não busca impor uns sobre os outros, numa linha vertical de hierarquização: estes têm direitos, estes outros não. O veganismo, praticado de uma maneira diplomática, olha para um norte horizontal, não hierarquizado, onde todos os seres capazes de decidirem por si próprios, possuidores de uma vontade e desejo particulares possuem, desde sempre, seu direito à vida e à liberdade preservados.
Assim, se ser radical é preocupar-se com o respeito à vida e à liberdade de seres sencientes e boicotar toda e qualquer forma de exploração e escravidão, nós, veganos, somos sim radicais. E preferimos esse radicalismo cotidiano à apatia contida nos olhos daqueles que insistem em viver suas vidas à custa de morte, sofrimento e escravidão de milhares de seres vivos."

vista-se.com.br

ONU recomenda dieta vegana para combater mudança climática

"Uma mudança global para uma dieta vegana é vital para salvar o mundo da fome, pobreza de combustíveis e os piores impactos da mudança climática, diz um novo relatório da ONU. A previsão é de que a população mundial chegue a 9.1 bilhões de pessoas em 2050 e o apeite por carne e laticínios é insustentável, diz o relatório do programa ambiental da ONU (UNEP). A agricultura, particularmente produtos de carne e laticínios, é responsável pelo consumo de cerca de 70% da água doce do mundo, 38% do uso de terra e 19% das emissões de gases estufa, diz o relatório que foi lançado para coincidir com o dia do meio ambiente no próximo sábado (05 de junho).
Diz o relatório: “Espera-se que os impactos da agricultura cresçam sustancialmente devido ao crescimento da população e o crescimento do consumo de produtos animais. Ao contrário dos combustíveis fósseis, é difícil producar alternativas: as pessoas têm que comer. Uma redução substancial de impactos somente seria possível com uma mudança de dieta, eliminando produtos animais.”
O painel de especialistas categorizou produtos, recursos e atividades econômicas e de transporte de acordo com seus impactos ambientais. A agricultura se equiparou com o consumo de combustível fóssil porque ambos crescem rapidamente com o maior crescimento econômico, eles disseram.
Professor Edgar Hertwich, o principal autor do relatório, disse: “Produtos animais causam mais dano que produzir minerais de construção como areia e cimento, plásticos e metais. Biomassa e plantações para animais causam tanto dano quanto queimar combustíveis fóssil.”
Ernst von Weizsaecker, um dos cientistas que lideraram o painel, disse: “Crescente afluência está levando a um maior consumo de carne e laticínios – os rebanhos agora consomem boa parte das colheitas do mundo e, por inferência, uma grande quantidade de água doce, fertilizantes e pesticidas.”
Por vista-se.com.br

Bom!

PV vai pedir impeachment de Justus e Curi

"Por Evandro Fadel
Curitiba - O Partido Verde do Paraná vai protocolar amanhã uma representação no Conselho de Ética da Assembleia Legislativa pedindo a perda de mandato dos deputados Nelson Justus (DEM), presidente da casa, e Alexandre Curi (PMDB), primeiro-secretário, por quebra de decoro parlamentar. Os dois foram alvo de ações do Ministério Público Estadual, que argumenta terem cometido crime de improbidade administrativa ao assinarem a contratação de funcionários "fantasmas". O MP pede o afastamento deles dos cargos que ocupam.
Na ação, o PV cita uma série de reportagens realizadas pelo jornal Gazeta do Povo e pela TV Paranaense, ambos da Rede Paranaense de Comunicação, que apontaram ter a Assembleia editado diários secretos com a finalidade de dar a impressão de legalidade às contratações dos funcionários. O MP afirma que, até agora, conseguiu comprovar o desvio de cerca de R$ 26 milhões, por meio de contas abertas para esses funcionários "fantasmas", e já apresentou várias denúncias. Em razão delas, estão presos os ex-diretores Abib Miguel (Geral), José Ary Nassiff (Administrativo) e Cláudio Marques da Silva (Pessoal).
O PV destaca que, em cumprimento do Regimento Interno da Assembleia Legislativa, Justus e Curi não poderiam desconhecer os atos dos diretores, que são a eles subordinados diretamente, e nem o destino dado aos recursos. O pedido de afastamento dos cargos também deve tomar as ruas do Paraná na terça-feira, quando a Ordem dos Advogados do Brasil pretende realizar um protesto "em defesa da moralidade e da transparência", às 18 horas. Em Curitiba, a manifestação está prevista para a Boca Maldita, no centro da cidade."
abril noticias

Feriado teve 32 mortes violentas em Curitiba e região

materia atrazada meio antiga:

"O feriado de Corpus Christi teve 32 mortes violentas em Curitiba e região metropolitana, de acordo com o boletim do Instituto Médico Legal. O balanço incluiu as ocorrências das 18 horas de quarta-feira às 18 horas de domingo. Do total, treze mortes aconteceram em decorrência de arma de fogo, duas de arma branca, duas de agressões físicas e dez de acidentes de trânsito. O restante refere-se a duas mortes com causa a esclarecer, duas por queda e uma por queimadura. O fim de semana foi o período mais violento. Foram nove registros por arma de fogo e sete devido a acidente de trânsito.
Neste domingo (6), logo depois do almoço, Osni Moraes de Souza Júnior, 22 anos, foi morto a tiros em Pinhais, na região metropolitana, quando saía de uma farmácia, localizada na Rua Reinaldo Crozetta quase esquina com Jacob Manhatan, no Jardim Cláudia. De acordo com familiares, o rapaz tinha ido comprar remédios e na saída foi surpreendido por bandidos. Vizinhos ficaram assustados.
“Nunca tinha visto uma coisa dessas na frente da minha casa. Não vimos o que aconteceu porque estávamos lá para dentro. Quando ouvimos os tiros, viemos ver. O rapaz já estava morto”, conta uma moradora da região. Osni foi morto dentro do carro. Um rapaz que estava de carona sobreviveu.
Na madrugada de domingo, o corpo de um rapaz ainda não identificado formalmente foi encontrado dentro de um rio, na CIC, nas proximidades da Rua Heiwz Pechener. De acordo com a polícia, o rapaz foi morto a pedradas. Informalmente, vizinhos dizem conhecer a vítima. Segundo eles, o rapaz era usuário de drogas."
gazetadopovo

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Ensaios-analises-diagnosticos

Algum tempo sem postar aqui no blog,
segue post de Cascaes:


"O desastre na Praça Tiradentes (ônibus ligeirinho, 10 de junho de 2010) mostra uma situação que precisa ser entendida com profundidade, necessária quando se toma decisões complexas e de alto risco.

Curitiba optou por utilizar ônibus, que denominou “ligeirinhos”, ou seja, implicitamente usa veículos que, lotados, pesando muito mais do que um automóvel, mais ainda que um pedestre, em trânsito misto, operando em velocidade maior (a energia é diretamente proporcional ao quadrado da velocidade) pode causar acidentes gravíssimos. Deveria ser dirigido com cautela, prudência, bem mantido e operado de forma segura. O edital em fase final de procedimentos tem, entre suas cláusulas, a elevação da velocidade média do sistema... Se a idéia era reduzir custos, vimos, ao contrário, a obrigação das empresas disporem, por exemplo, de ônibus para uso “social” gratuito, pode?

A capital paranaense torna-se mais e mais motorizada e suas ruas não se transformam com a mesma velocidade, algo necessário a tantos carros se houvesse espaço para todos. Sem metrô e tendo quase esgotado sua capacidade de fazer mais circuitos dedicados aos ônibus, enfrenta a opção de reduzir margens de segurança (e prudência) para conter tarifas (que dependem diretamente da velocidade média dos veículos) sem criar subsídios, ao contrário, agregando custos (concorrência para outorga de concessões, onerosa para os usuários e concorrentes sob diversos aspectos).

Qual é o grau de consciência de nossas autoridades e lideranças civis? O que pretendem? Que prioridades governam suas decisões? Sabem o que estão fazendo?

O acidente mostrou, nas reportagens publicadas, a necessidade de se esclarecer a importância da multidisciplinaridade de um tema tão importante quanto o transporte coletivo urbano. Se quisermos um bom padrão de diagnósticos e propostas sustentadas por indivíduos preparados especificamente devemos lembrar que isso significará agregar diversas análises, diferentes, feitas por especialistas de formações diversas e de alto nível. Atenção: impõem-se análises cautelosas, bem feitas, com ferramentas de última geração diante das dimensões curitibanas.

Felizmente em Curitiba temos recursos humanos excelentes. A cidade virou pólo automobilístico e suas universidades, a PMC e COMEC somam décadas de experiência.

A VOLVO exporta chassis de altíssimo nível, montados em Curitiba, o que fez para a cidade de Santiago do Chile, recentemente, para onde foram mais de mil carros[i] com piso rebaixado, articulados, motores com características excepcionais, controle de aceleração e desaceleração, freios especiais, suspensão inteligente, computador de bordo, caixa automática, ajoelhamento etc. Algumas encarroçadoras nacionais completaram o trabalho que nossos vereadores (Legislatura anterior) conheceram, pois lá estiveram visitando o sistema há dois ou três anos. Note-se que a capital do Chile fez investimentos colossais em transporte coletivo urbano nessa última década.

O LACTEC (instalado no Centro Politécnico da Universidade Federal e no CIETEP) possui um laboratório dedicado à indústria automobilística, que merece ser conhecido pela população de Curitiba e pode fazer muito mais se tiver o apoio de nossas autoridades e souber aproveitar recursos dos Fundos Setoriais da FINEP, por exemplo, para pesquisa e desenvolvimento de produtos e soluções. Note-se que esse laboratório abriga diversos ambientes de P&D, possibilitando uma sinergia rara.

Se quisermos falar de vivência prática a COPEL (uma empresa sob controle estatal), entre outras empresas, acumula décadas de experiência de manutenção de instalações complexas, de alto risco, excepcionalmente exigentes. Note-se que a implementação plena do projeto BEL (Banda Extra Larga) viabilizará sistemas de supervisão com padrão excepcional de qualidade e confiabilidade.

Isso tudo significa a possibilidade de trabalhos especiais, desde que nossas autoridades se harmonizem e aproveitem ao máximo o que nosso estado oferece.

Ou seja, além dos tarifeiros, economistas, administradores, urbanistas, arquitetos, engenheiros civis, de informática, eletrônica etc. em Curitiba encontramos uma plêiade de especialistas em mecânica, matemáticos, técnicos em ensaios, pesquisadores e doutores que poderão, se acionados de forma correta, contribuir para um aprimoramento gradativo do sistema existente.

Mais ainda, com a ajuda de sociólogos, psicólogos, médicos e outros profissionais da área da saúde há como prevenir problemas relativos aos recursos humanos da frota operante, algo extremamente importante diante do que vimos e ouvimos gratuitamente, simplesmente usando os ônibus e prestando atenção à conversa de motoristas e cobradores.
A dimensão do transporte coletivo urbano de Curitiba justifica esse cuidado.

Curitiba é modelo para o resto do Brasil, isso também é perigoso.

Os maus exemplos podem ser entendidos como boas soluções. A cidade já teve sua fase áurea, o que explica a fama. Além das canaletas e tudo o que podemos ver hoje, fora aspectos técnicos e gerenciais menos visíveis, foi, exemplificando sua fase dourada, a primeira cidade do Hemisfério Sul a ter um sistema ótico (comandado à distância) de supervisão do trânsito (projeto Marcos Prado, sistema abandonado inexplicavelmente após enormes investimentos e operação durante poucos anos).

Pior ainda quando sabemos que interesses econômicos colossais pairam sobre a exploração (no sentido lato desta palavra) dos transportes coletivos urbanos, interesses que muitas vezes extravasam a legalidade na simbiose deletéria entre a política e negócios.

Ficamos em dúvida quanto aos critérios gerenciais existentes observando o que está acontecendo.

Diante de tudo isso, devemos e podemos exigir de nossas autoridades um trabalho sério, responsável, competente até por que o mundo está mudando em todos os sentidos cobrando mais cuidado com as cidades e, graças à internet e à liberdade de comunicação, poderemos sustentar indefinidamente campanhas de alerta e vigilância dos serviços essenciais e suas concessionárias...

Talvez tenhamos menos do que pretendemos, mas se formos perseverantes alguma coisa poderemos corrigir."

Cascaes
14.6.2010
otransportecoletivourbano

terça-feira, 8 de junho de 2010

Feiras de adoção até dia 13 junho

Feiras de adoção até dia 13 de junho - Curitiba
12-06-2010 Feira "Eu adotei um animal de rua. E você?" - Jardim Social - Curitiba PR
12-06-2010 Feira de doação de cães - Bacacheri - Curitiba PR

13-06-2010 Evento de Adoção de Cães e Gatos - Centro Cívico - Curitiba PR



De http://www.olharanimal.net/eventos-de-adocao

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Bagageiro na bicicleta

A bicicleta tem um compartimento no quadro p/ guardar, segundo a fabricante, case notebook, pasta do trabalho, a mochila da escola, ou uma pasta com mesmo tamanho. Medindo 400 x 320 x 95 mm e com 12.16 litros; é uma idéia p/ um espaço não utilizado, transformando a bicicleta cada vez mais em veículo(já incluido no CTB).
Vendida pela TATO(fabricante suiça) por $1,599 francos suíços ou R$2500,00 reais.

Fabricantes serão responsáveis pela coleta e tratamento do lixo tóxico

O projeto aprovado na última quarta-feira (2), pela Câmara de Vereadores de Curitiba, prevê que os fabricantes, distribuidores e revendedores de produtos geradores de resíduos tóxicos serão responsáveis pela coleta, armazenagem e tratamento dos produtos fabricados. O documento contempla como resíduos potencialmente poluidores pneus, pilhas, baterias, lâmpadas, embalagens de tintas, solventes, óleos lubrificantes e lixo eletrônico.

O descumprimento das normas implicará em penalidades não apenas aos fabricantes, distribuidores e revendedores, mas também aos consumidores. As multas variam de R$ 100 a R$ 10 milhões. Desta forma, os fabricantes e distribuidores ficam responsáveis por recolher o lixo nas lojas revendedoras e o consumidor fica responsável por levar o lixo tóxico até o local em que o adquiriu.

A partir da data de publicação da lei, os fabricantes nacionais e importadores, que originam resíduos especiais comercializados em Curitiba, terão um prazo de 180 dias para apresentar um plano de gerenciamento individual ou coletivo, para a prefeitura da cidade, que mostre como a lei será aplicada na prática. “Do ponto de vista ambiental, este é o projeto mais importante dos últimos dois anos de atuação da câmara”, acredita a vereadora Julieta Reis (DEM) que, juntamente com o vereador João Cláudio Derosso (PSDB) e João do Suco (PSDB), formulou o projeto.

Segundo ela, a pretensão é de diminuir a quantidade de lixo depositada nos aterros para que um dia ele possa acabar e ser substituído pela usina metropolitana de reaproveitamento. “Com a lei, vai aumentar a responsabilidade ambiental de todo mundo”, opina.


A bióloga e gestora ambiental Regina Zanelato explica que produtos como a pilha e a lâmpada florescente precisam de uma destinação diferenciada, porque possuem componentes tóxicos que são agressivos a saúde humana e contaminam o meio ambiente. “É um problema ambiental a destinação correta destes materiais, e medidas legais são importantes porque são formas de fazer com que as pessoas se adaptem as exigências”, defende.

Desde 1998, a prefeitura de Curitiba disponibiliza caminhões de coleta de lixo tóxico por terminais da cidade. Em cada dia do mês, o veículo fica estacionado em um terminal de ônibus diferente, das 7h às 15h, mas poucas pessoas conhecem esse serviço de coleta. Nestes locais a população pode entregar pilhas e baterias vencidas, cartuchos de tinta de impressão, embalagens de inseticidas e venenos agrícolas, latas de tinta, remédios vencidos, óleos de origem animal e vegetal e lâmpadas fluorescentes.

No primeiro bimestre deste ano, a coleta nos 24 terminais totalizou 5,2 toneladas de lixo tóxico recolhido. Mas, segundo a vereadora, essa coleta realizada com os caminhões pode terminar caso a proposta apresentada pelos fabricantes não preveja algum acordo com a prefeitura para continuar a efetuar esse trabalho.

Em Colombo, a prefeitura da cidade distribuiu coletores feitos com garrafas pet, com um rótulo do programa “Energia Positiva”, em escolas, centros de educação infantil, unidades de saúde e alguns pontos de coleta voluntários. Ao todo são mais de 120 estabelecimentos que realizam a coleta de pilhas usadas, desde o segundo semestre de 2009. Até o momento, apenas 18 locais já devolveram o material arrecadado, totalizando mais de oito mil pilhas recolhidas.

Após a coleta, as pilhas são armazenadas em local específico e por enquanto ainda não tem destino certo. “Estamos estudando a melhor destinação possível, uma vez que uma única empresa recicladora de pilhas e baterias existente no país, em São Paulo, cobra por este serviço”, explica o biólogo da secretaria de meio ambiente de Colombo, Gilmar dos Santos.

Desde agosto de 2008, a empresa auto viação Colombo também participa do programa da prefeitura disponibilizando coletores especiais dentro dos ônibus, para que os usuários possam depositar pilhas velhas. A empresa ainda não apresentou dados atualizados, mas de agosto a dezembro de 2008 ela coletou mais de uma tonelada de pilhas, baterias e recarregadores de celular.
Fonte: Jornale"

quinta-feira, 3 de junho de 2010

De bicicleta voce se salva

Porque a bicicleta é um transporte mais seguro; só ver o vídeo:

http://www.break.com/index/worlds-luckiest-bike-rider.html

Gestão ambiental nos municípios do Estado

"Relatório de sustentabilidade ambiental divulgado ontem pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), mostra que 274 (70%) dos municípios do Paraná contam com instrumentos de gestão ambiental, como conselhos, consórcios intermunicipais e comitês de bacias hidrográficas.

De acordo com a coordenadora do estudo, Ana Claudia Muller, a aplicação de políticas ambientais tem refletido diretamente no desenvolvimento econômico dos municípios.
Além de demonstrar os avanços na área de sustentabilidade ambiental, ela ressalta que os indicadores evidenciam as áreas que mais carecem de políticas públicas ambientais e econômicas.

Ana Claudia chama a atenção para regiões que dispõem de recursos reduzidos a serem aplicados em áreas de conservação, como em alguns municípios do Norte Velho. “Essa região não tem um bom dinamismo econômico. É uma das que estão mais vulneráveis e que mais necessitam de políticas públicas de proteção ambiental”.

O levantamento também traz informações quanto ao número de municípios beneficiados com o ICMS ecológico, que prevê recursos para os municípios que desenvolvem programas de áreas protegidas e mananciais de abastecimento. Segundo o Ipardes, 240 municípios recebem atualmente o benefício.

O levantamento do Ipardes também mostra que, nos últimos três anos, o Paraná perdeu 0,6% de sua cobertura vegetal nativa. Atualmente a vegetação representa 12% do território paranaense.
Desde 1980, a perda foi de 3,5%. “A estabilização da perda vegetal é reflexo dos investimentos que o Estado vem fazendo na recuperação e conservação destas áreas”, observou Ana Claudia Muller.

Transporte


De acordo com o Ipardes, no Paraná, a taxa de veículos particulares para cada mil habitantes é de 90% e 10% é de transporte coletivo. São 3,88 ônibus para cada mil habitantes e 37 veículos particulares para cada mil.
Outro dado inédito divulgado ontem refere-se ao uso de agrotóxicos, já que o Paraná possui 80% de seu território ocupado pela produção agropecuária. Segundo o Ipardes, o Paraná utiliza 12 quilos de agrotóxico por hectare ao ano, enquanto a média brasileira de consumo é um terço menor 4 quilos por hectare ao ano."
De parana-online

A desgraça foi feita!(e continua!)

Exposição e oficinas de jardinagem na Semana do Meio Ambiente - Shopping Jardim das Américas

Para comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente e da Ecologia, celebrado em 05 de junho, o Shopping Jardim das Américas preparou atividades especiais direcionadas a públicos de todas as idades. Serão exposição de artigos especiais e oficinas de paisagismo na praça de eventos do local, além de distribuição de mudas de diferentes plantas.

Durante a Semana do Ambiente, Oficinas de Jardinagem direcionadas ao público adulto e infantil serão ministradas pelo Mago Jardineiro, o técnico em saneamento e paisagismo ecológico Ademar da Silva Brasileiro. Do dia 1º a 04 de junho, às 15h, 17h e 19h, crianças, jovens e adultos podem aprender a produzir jardins, hortas e organizar espaços ecológicos. Para participar, basta fazer a inscrição pelo telefone (41) 3366-5885 - Ramal 5804 ou no quiosque de informações e chegar meia-hora antes para confirmar presença. As inscrições são gratuitas e cada oficina terá 20 vagas.

A programação ecológica do Shopping Jardim das Américas para a semana também inclui uma interessante exposição de móveis e artefatos de decoração confeccionados a partir do manejo sustentável de bambu. Promovida em parceria com a Associação Gralha Azul, a mostra ficará aberta na Praça de Eventos de 1º a 05 de junho, das 10h às 22h.

A entrada para visualização das peças de bambu é gratuita e os objetos também estarão disponíveis para comercialização no local. 


Serviço:
Oficinas de jardinagem
1º a 04 de junho – 15h | 17h | 19h
Local – Praça de Eventos
Inscrições – Gratuitas, no quiosque de informações ou pelo telefone (41) 3366-5885 - Ramal 5804

Exposição Manejo Sustentável de Bambu
1º a 05 de junho – das 10h às 22h
Local – Praça de eventos
Entrada Franca

Shopping Jardim das Américas
Rua Nossa Senhora de Lourdes, 63
Bairro Jardim das Américas | Curitiba – PR
(41) 3366-5885
www.shoppingjardimdasamericas.com.br

CET vai apagar pintura de bicicleta feita em motofaixa na zona central de SP

Tentativa de forçar um ciclofaixa:

"A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego)apagou quinta-feira (27) a pintura de uma bicicleta que foi feita clandestinamente no local que será a motofaixa na rua Vergueiro, região central de São Paulo. As obras do corredor exclusivo para motos terminaram no dia 30 de abril, mas o local ainda não foi sinalizado e, por isso, não começou a funcionar oficialmente. Mas, alguns motoboys e até ciclistas já estão usando a faixa. Ainda não há uma data para a liberação do corredor."

Mais um incentivo a moto (poluidora 5 vezes mais que o carro) de trafegar mais rápido, e chamar mais motoqueiros e motos para as ruas.

E a ciclofaixa?
Ciclofaixa onde?
Ah eh, era só "conversa"!

População amarra criminoso em poste de Brasília

"Um assaltante foi preso pela população em um poste após roubar uma bicicleta, em Brasília (DF), nesta quinta-feira (27). O homem ficou amarrado por mais de uma hora, até a polícia chegar ao local.
Funcionários de uma padaria afirmaram que o homem é suspeito de cometer diversos assaltos na região. Eles disseram ainda que o criminoso intimidava os moradores.
De acordo com o delegado Alexandre Nogueira, o homem já havia sido detido na manhã desta quinta-feira, mas não havia nenhuma acusação contra ele. Por isso, foi liberado. Agora o suspeito está preso e pode pegar pena de quatro a dez anos."

Veja o video no link abaixo:
http://noticias.r7.com/rio-e-cidades/noticias/populacao-amarra-criminoso-em-poste-de-brasilia-20100527.html

É a justiça sendo feita pelos próprios intimidados.

Décadas perdidas - problemas urgentes

Desafios para a sustentabilidade
http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=1007982&tit=Desafios-para-a-sustentabilidade
Décadas perdidas e a urgência de ações saneadoras no Paraná

A crise econômica e financeira em que o Brasil mergulhou, após erros crassos de planejamento e investimentos inoportunos (e caríssimos) na década de setenta do século passado, cobrou um preço elevadíssimo da sociedade brasileira.
Nossa indústria superprotegida não suportou a concorrência externa e perdeu o mercado interno com a falência nacional. O desemprego impôs, inclusive, a criação de frentes de trabalho de modo a se evitar o desemprego entre pessoas mais humildes. Parou, fecharam ou privatizaram o BNH, a EBTU, DNOS, RFFSA, complexo siderúrgico, empresas de telecomunicações etc., pois se tornaram ineficazes pela falta de recursos e vícios antigos ou adquiridos no início da década de oitenta, destruindo nossa esperança em relação aos poderes públicos e desmanchando-se instituições, algumas delas, importantes.
A Constituição de 1988 aconteceu num clima messiânico e a panacéia da democracia, padrão Brasil, cheia de leis modernas, na última moda, não funcionou como sonhávamos.
Nesse cenário o estado do Paraná foi fundamental à recuperação econômica de nosso país, ao custo de quase todas as suas florestas, fazendo o pouco que sobrou, plantar soja e criar gado. A produção de energia elétrica, uma das grandes causas do precipício em que mergulhamos, usinas extemporâneas, enormes, sem carga, sem poder vender seu produto, contribuiu com menos de 1% do desflorestamento paranaense, viabilizando, contudo, muita energia que agora usamos, o resto veio mesmo por efeito de um processo de agricultura extensiva, sem controle, que em muitas regiões se transformou em pecuária. No campo a erradicação do café e a absoluta falta de atenção com os agricultores não proprietários de grandes fazendas gerou milhões de emigrantes, situação agravada pela mecanização e automação da agroindústria. O Paraná espalhou gente sua pelo Brasil, parte desse povo mergulhando nas favelas das grandes cidades.
Lei Kandir[i] e outros artifícios, como, por exemplo, criar dificuldades às exportações pelo Paraná e sul do Brasil (travamento da duplicação da BR 116, não construção de uma boa ferrovia para Paranaguá, porto sem grandes investimentos, aeroporto Afonso Pena minimizado, demora na duplicação de rodovias, ensino profissional ruim no interior do estado etc.) deixaram o nosso estado atrasado em relação a outros mais espertos.
Agora vemos o problema dos agrotóxicos, não tão novo assim. No início dos anos “democráticos” recentes esse era um cavalo de batalha de muitas lideranças entendidas no assunto; infelizmente optaram pela discussão ideológica, abandonando a luta técnica pelo aprimoramento da agroindústria. O saneamento básico, sofrendo as fantasias da Constituição de 1988, passou para os municípios, o menor espaço engenheiral possível no cenário nacional. Saindo da esfera estadual, temos lixões, serviços precários de água e esgoto, uma série de problemas que ainda se agravaram com as teses neoliberais que quase transformaram a Sanepar numa simples máquina de fazer dinheiro e prejudicaram funções de fiscalização importantes.
O artigo “Desafios para a sustentabilidade” de Aniela Almeida, Gazeta do Povo, edição de 28 de maio de 2010 (indicado acima) merece ser lido e discutido com atenção pelos políticos, engenheiros, lideranças civis, inclusive por falar do trânsito nas cidades com fatos e dados importantes.
Afinal, que Paraná nós queremos?
Teremos eleições, quais são as nossas prioridades, a Copa do Mundo?

Cascaes
28.5.2010
Mirante Pela Cidadania

Banda viaja de bicicleta

Esta banda viaja de bicicleta, e gera a energia eletrica em seus shows.

http://www.youtube.com/watch?v=kZbAIiTZ9bk&feature=player_embedded#!

Curitiba e RMC registraram seis mortes violentas em nove horas

Em Curitiba e nos municípios da região metropolitana (RMC) foram registradas seis mortes violentas em um período de nove horas, entre as 19h40 de quarta-feira (26) às 4h40 de quinta-feira (27). Segundo relatório do Instituto Médico Legal (IML), cinco dos casos aconteceram na capital paranaense e o outro em São José dos Pinhais. Todas as mortes foram causadas por ferimentos provocados por armas de fogo.
O primeiro caso foi registrado às 19h40, no bairro Boqueirão. Paulo Mariano Neves, de 39 anos, foi assassinado com dez tiros, perto de sua casa, na Rua Waldemar Nonaistener. De acordo com a Delegacia de Homicídios (DH), a vítima trabalhava como pedreiro e não tinha antecedentes criminais. Antes de ser executado, Neves teria deixado seu carro na garagem de um vizinho. Testemunhas informaram à polícia que dois homens passaram em uma motocicleta e efetuaram os disparos.
A DH investiga a possível ligação do crime com denúncias que Neves teria apresentado em relação a possíveis irregularidades em uma associação de moradores e sobre a sensação de insegurança entre moradores do bairro.
Em São José dos Pinhais, Willian Cristian da Silva Ruiz, de 26 anos, foi encontrado morto às 21h20, em uma rua do bairro Rio Doce. Segundo a Polícia Militar (PM), havia marcas de vários disparos de arma de fogo no tórax da vítima, que era foragida da delegacia de São José dos Pinhais.
A última ocorrência foi registrada no bairro Cajuru, em Curitiba, às 4h40. Claudiane Garcês das Neves, de 33 anos, morreu após ter sido atingida por quatro disparos. No local do crime, policiais militares encontraram cápsulas de pistola 380. Segundo a PM, familiares da vítima informaram que Claudiane era usuária de drogas. Os outros casos aconteceram nos bairros Portão, Tatuquara e Pinheirinho, em Curitiba.
gazetadopovo.com.br

1º Encontro 4R ensina a reduzir, reutilizar, reciclar e repensar

A Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior realizou, nesta segunda-feira (31), o “1º Encontro 4R – Reduzir, Reutilizar, Reciclar e Repensar”. O objetivo foi propor alternativas viáveis para melhorar a qualidade de vida e promover a consciência ambiental entre os colaboradores da Secretaria, incentivando mudanças de comportamento em relação ao desperdício e à reutilização de materiais. Durante todo o dia, foram realizadas palestras e dinâmicas, além de uma mostra fotográfica.

“É inovadora a forma com que o programa de reciclagem é desenvolvido na Secretaria. Fico contente com o empenho da comissão, no trabalho de implantação e divulgação do programa. A criatividade do evento chamou minha atenção, pois é uma maneira de envolver o público interno por uma causa maior, que é o meio ambiente. Pensamos, inclusive, em expandir o programa para as nossas outras instituições vinculadas”, afirmou o secretário de Estado, da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Nildo José Lübke.

O evento iniciou com o pronunciamento do diretor geral da Secretaria, Álvaro Rychuv, e prosseguiu com a premiação do setor que menos produziu resíduos e que destinou de maneira mais adequada o lixo em toda a Secretaria: a Assessoria Técnica. “Penso que a reciclagem é uma das soluções viáveis para que possamos preservar o planeta e utilizar de forma racional os recursos. São poucas pessoas no mundo que se dedicam a essa tarefa. Entendo que esse trabalho deve prosseguir com ênfase e vontade de todos, para que possamos dizer que a Secretaria, além de cuidar de todo o ensino superior no Paraná, tem como referencial a preocupação com o meio ambiente”, afirmou Rychuv.

O presidente da Associação Paranaense das Instituições Estaduais de Ensino Superior Público (Apiesp), Antônio Alpendre da Silva, também esteve no evento representando os diretores e reitores das faculdades e universidades estaduais. “Estou lisonjeado em participar dessa ação que, sem dúvida, é um exemplo. Da mesma forma, parabenizo a equipe da Secretaria, que teve a iniciativa da campanha. Isso torna-se referência para todas as nossas instituições e filiadas”, afirmou Alpendre.

No hall da secretaria foi apresentada uma mostra de fotos, com imagens produzidas pelos funcionários e colaboradores da Secretaria. Foram expostas fotografias que retratam elementos ambientais, simbolizando a importância de promover a preservação da natureza, e que também mostram a degradação ambiental. A proposta tem o objetivo de incentivar a participação dos funcionários e retratar a forma com que cada um enxerga o meio ambiente.

No período matutino, foi realizada a palestra “Resíduo ou Lixo? Uma questão Cultural”, ministrada pelo biólogo e coordenador de resíduos sólidos da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Laerty Dudas.

A Comissão para Coleta Seletiva Solidária foi instituída no dia 24 de abril do ano passado, através da Resolução 20/09, com fundamento no Decreto n.° 4167/2009. Desde então, foram implementadas diversas ações com o objetivo de promover a destinação adequada dos resíduos produzidos na Secretaria, além de incentivar mudanças de comportamento de seus colaboradores. Entre as ações empreendidas pela Comissão para Coleta Seletiva Solidária, estão a implantação de canecas de porcelana para os colaboradores, uso consciente de papel e a separação adequada entre os resíduos orgânicos e recicláveis.

Porsche 911 GT3 ganha versão leve e ecológica

por ALBERTO POLO JÚNIOR

Que tal um Porsche 911 de 99,6 quilos e emissões de poluentes zero? Trata-se do Ferdinand GT3 RS, que além do formato e das dimensões do mítico modelo alemão, carrega o primeiro nome do fundador da Porsche. Saiba, porém, que ele será o mais lento esportivo da história.
Isso porque o GT3 RS é movido a pedais. Tem relação de marchas e guidão de bicicleta, além das rodas com pneus finos. Um motor não usado por “questões econômicas”. A carroceria é recoberta de papel metálico dourado e as tomadas de ar servem para refrescar o motorista-ciclista.
Atrás, o imenso aerofólio ajuda a criar pressão aerodinâmica sobre o eixo traseiro quando o Ferdinand atinge sua velocidade máxima de cerca de 5 km/h. Se quiser tirar mais potência, basta convidar um passageiro para pedalar junto.
Sem qualquer vínculo com a Porsche, a não ser o nome e o formato da carroceria, o 911 a pedal foi apresentado em tom de brincadeira. E, pode até parecer piada, está em exposição no Museu de Arte Moderna de Lentos, em Linz (Áustria).



Se levado um pouco a sério, É possível sim, não deixa de ser uma boa ideia; um compacto semelhante a um Smart, com uma bem bolada relação de engrenagens e um pedal ali; estaria otimo já.

O MODELO ANIMAL

De Sérgio Greif - sergio_greif@yahoo.com
Se um pesquisador propusesse testar um medicamento para idosos utilizando como modelo moças de vinte anos; ou testar os benefícios de determinada droga para minimizar os efeitos da menopausa utilizando como modelo homens, certamente haveria um questionamento quanto à cientificidade de sua metodologia.

Isso porque assume-se que moças não sejam modelos representativos da população de idosos e que rapazes não sejam o melhor modelo para o estudo de problemas pertinentes às mulheres. Se isso é lógico, e estamos tratando de uma mesma espécie, por que motivo aceitamos como científico que se teste drogas para idosos ou para mulheres em animais que sequer pertencem à mesma espécie?

Por que aceitar que a cura para a AIDS esteja no teste de medicamentos em animais que sequer desenvolvem essa doença? E mesmo que o fizessem, como dizer que a doença se comporta nesses animais da mesma forma que em humanos? Mesmo livros de bioterismo reconhecem que o modelo animal não é adequado.

Dados experimentais obtidos de uma espécie não podem ser extrapolados para outras espécies. Se queremos saber de que forma determinada espécie reage a determinado estímulo, a única forma de fazê-lo é observando populações dessa espécie naturalmente recebendo esse estímulo ou induzi-lo em certa população.

Induzir o estímulo esbarra no problema da ética e da cientificidade. Primeira pergunta: será que é certo, será que é meu direito pegar indivíduos e induzir neles estímulos que naturalmente não estavam incidindo sobre eles? Segunda pergunta: será que é científico, se o organismo receber um estímulo induzido, de maneira diferente à forma como ele naturalmente se daria, será ele modelo representativo da condição real?

Ratos não são seres humanos em min iatura. Drogas aplicadas em ratos não nos dão indícios do que acontecerá quando seres humanos consumirem essas mesmas drogas. Há algumas semelhanças no funcionamento dos sistemas de ratos e homens, é claro, somos todos mamíferos, mas essas semelhanças são paralelos. Não se pode ignorar as diferenças, as muitas variáveis que tornam cada espécie única. Essas diferenças, por menores que pareçam, são tão significativas que por vezes produzem resultados antagônicos.

Testes realizados em ratos não servem tampouco para avaliar os efeitos de drogas em camundongos. Isso porque apesar de aparente semelhança, ambas as espécies possuem vias metabólicas bastante diferentes. Diferenças metabólicas não são difíceis de encontrar nem mesmo dentro de uma mesma espécie, admite-se que as drogas presentes no mercado são efetivas apenas para 30-50% da população humana.

Na prática o que acontece é que um rato pode r eceber uma dose de determinada substância e metabolizá-la de maneira que ela se biotransforme em um composto tóxico. A toxicidade mata o rato, mas no ser humano essa droga poderia ser inócua, quem sabe a resposta para uma doença severa. Por outro lado, o teste em ratos pode demonstrar a segurança de uma droga que no ser humano se demonstre tóxica.

Centenas de drogas testadas e aprovadas em animais foram colocadas no mercado para uso por seres humanos e precisaram ser recolhidas poucos meses após, por haverem sido identificados efeitos adversos à população. Se as pesquisas com animais realmente pudessem prever os efeitos de drogas a seres humanos, esses eventos não teriam ocorrido. Dessa forma, pode-se inferir que a pesquisa que utiliza animais como modelo não só não beneficia seres humanos, como também potencialmente os prejudica.

O modelo de saúde que defendemos é aquele que valoriza a vida humana e animal. O s interesses da indústria farmacêutica e das instituições de pesquisa que lucram com a experimentação animal não nos dizem respeito. Buscamos por soluções reais para problemas reais.

Os maiores progressos em saúde coletiva se deram através de sucessivas mudanças no estilo de vida das populações. Há uma forte co-relação entre nossa saúde e o estilo de vida que levamos. Se nosso estilo de vida é dessa ou daquela forma, isso reflete em nossa saúde. Está claro que as doenças sejam reflexo, em grande parte, de nosso estilo de vida e que a cura deva estar em correções nesses hábitos.

APOIE AS CAMPANHAS SENTIENS PELOS ANIMAIS

Criação da 1ª Promotoria de Defesa Animal

http://www.sentiens.net/promotoria-de-defesa-animal/peticao

Contra a liberação dos maus-tratos aos animais

http://www.sentiens.net/liberacao-maus-tratos/peticoes

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Consciência no Transito

Transito envolve muitas pessoas, cuidado no que você for fazer. Salve a sua vida e a de outros a sua volta!

http://www.youtube.com/watch?v=E_YbwCsltCs

http://www.youtube.com/watch?v=pvypZSRHeCo

Eventos de adoção de cães e gatos

Eventos de adoção de cães e gatos em Curitiba


29-05-2010 Feira de Doação - Juvevê - Curitiba PR

29-05-2010 Cantinho da Adoção - Rebouças - Curitiba PR

29-05-2010 Feira "Eu adotei um animal de rua. E você?" - Jardim Social - Curitiba PR

29-05-2010 Feira de Doação - Bacacheri - Curitiba PR

29-05-2010 Campanha de Adoção - Portão - Curitiba PR

30-05-2010 Evento de Adoção de Cães e Gatos - Centro Cívico - Curitiba PR